Conscientemente eu almejo ter seu corpo, esquio, escalo, domino. Finco minha bandeira ao alto do monte e acaricio seu manto e sinto o vento de seu suspiro aumentando meu contentamento em estar colado, calado, corpos respirando juntos, sucessivos e conjuntos na respiração vagarosa, prazeirosa, momentânea e completa, já que a vida podia terminar agora. O que seria pra manchete que ninguém entenderia o porque de tanta paixão, corpos nus encontrados no ato final. Eu te desejo como mulher que és, como senhorinha, como suco, tomo-o, sorvo-o, e, para te enaltecer, digo que és uma delícia, carne viva e branca, leitosa, longa, sem fim e acima e abaixo eu acaricio esta pele, estes poros.
Gostei dessa volúpia, da sede dos corpos em entrega, devoção dos sentidos, da pele que vai se ampliando, como se abrem os poros, as veias, os olhos de tanto amor.
Lindíssimo!
beijos
estou saindo do overmundo por não conconrdar com a forma da licença de direitos reservados de commons. obg por tudo.
The Wall · Belo Horizonte, MG 15/7/2008 15:38
É isso aí, se a vida terminar agora você já se garantiu!
Votei.
Abraços
Muito bom o poema,votei...
Elliana Alves · Petrolina, PE 16/7/2008 01:26
The, poema - confissão, entusiasmo e prazer decilioso de ser lido.
abraço
andre.
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