De tanto amar,
andei perdida nos dias,
acima da vida,
em círculos,
em laços.
De tanto amar,
sonhei-me na praia
e meu cáustico rei.
Salinas tomaram meus olhos.
De tanto mar,
de tanto amar,
em escolhos afundei,
náufrago de impossível retorno.
Ondas, ondas, ondas,
em ondas oscilei.
O mar sempre me chama,
O mar, o mar,
Se ave de arribação,
meu norte soubera.
O mar sempre me chama,
quem dera, riacho,
ai, quem dera.
Olá, Saramar!
Versos magníficos!! Mar, muito mar de versos... Fiz uma cópia.
Agradecido, José
Olá, amiga!
Acho que sou o responsável por trazê-la para cá e tb para lhe dar algumas dicas, como todos fazem com quem tá chegando. Quando publicar suas produções que sejam contos, poemas, crônicas o lugar certo é auqi mesmo no Banco de Cultura.
Se ao contrário, for comentários ou escritos sobre Cultura então deve postar no Overblog.
Sei que aqui vc tb vai brilhar como em seus blogs.
Qualquer dica que queira sobre o funcionamento do Overmundo posso lhe informar ou então acesse o PARTICIPE E A AJUDA, no canto superior direito da página.
Sucesso!!!
abcs
Oi Saramar. Bela poesia. Parabéns!
Jotaoliveiraa · Brasília, DF 30/1/2007 20:26
Salve, Saramar!!!
Magnífico!!
Ah, Rangel, agradeço-lhe o exagero (risos).
Obrigada.
o amor não me ouve
o mar me chama
na praia me afogo em lagrimas
as ondas beijam meus pés
acordo! corro! sobrevivo
não morro
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