O vento chega ao alpendre
da velha casa onde nasci
e traz o cheiro antigo de meu pai.
Miragens turvas do passado
retornam e tomam conta
de quartos, corredores
salas e quintal.
Sentado na velha cadiera de vime
assisto o suicidio do sol
que teima em beber o rio
no fim da tarde.
De súbito vultos do meu passado
fantasmas de mim mesmo
açulam a memória
num festim de saudades
e vejo minha mãe
( imagem doce e luzidia)
a pervagar meus sentidos.
Memórias nada mais
que memórias
povoam estes instantes
de rfelxão e nostalgia...
Julio,... parabéns! Um poema belíssimo.
O sentir de seus versos nos remetem também as nossas lembranças...
Adoro poemas assim! Já marquei aqui pra quando entrar na fila de votação. Um abraço.
Memórias me encantam... Vtdo! Abçs...
Nydia Bonetti · Campinas, SP 23/9/2007 23:33
Rita e Nydia vocês. posso sentir, são mulheres captadoras de sentimentos, mulheres assim, consegue fazer este mundo muito melhor.Abraço com afeto.
do julio
E que lembranças bem contadas, e bem confessadas pra si mesmo,
e bem cantadas, abraços, andre.
Lindo seu poema, só que me deixou uma pontinha de saudade... Votado. Um abraço mineiro.
anamineira · Alvinópolis, MG 24/9/2007 20:57
Júlio,
Belíssimo!
Um aBRAÇO, Marluce
Gostei muito, Júlio.
Tanta melancolia e saudade em teus versos.
Um abraço,
rita, nydia, andré,anamineira, marluce e leticia, a todos o abraço do tamanho do rio amazonas, do julio.valeu
Julio Rodrigues Correia · Manaus, AM 25/9/2007 08:11Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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