O amor, esse mendigo,
vive batendo à minha porta
e quer água para sua sede
e me leva as roupas do corpo.
Saciada sua fome,
satisfeito, sonolento,
o amor dobra a esquina
em busca de outro porto.
De tanto entregar, exaurida
percebo que o mendigo
levou tanto, levou tudo
deixando só o vazio,
levou minha própria vida.
Aaaamiga,arrasou!
Mas olhe, procure, o amor procria com muita facilidade.
Bjs
Belo! Belo!
Beijos!
Que pena que você tem o coração cheio de amor e as mãos vazias de carinho, minha querida poeta Saramar. O teu poema é maravilha.
Meus sinceros aplausos e beijos.
Carlos Magno.
MInha Saramar.
O amor está nas tuas entranhas e nunca vai roubar tua vida. Aliás, você transpira o aroma do próprio amor. Deve ser bom ficar ao seu lado.
Abraços
Noélio
Muito bom, dona Saramar!
Abraços.
Saramar,
Teu poema é lindo!
Marluce
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