Quem acarinha o intocável
O inexistente
O em âmago, semente?
A poesia, veste do seu corpo
Com o eco da entrega, degusto
Sorvidas singelas, miúdas, sentidas
Gotas de alma no colchão que
Crescem, me turvo em lacrimejo
Que parte de mim é essa
Desconhecida
Que seu toque alcança?
O meu eu sem o teu
É quase
Seu eu no mim refaz
O que nem tinha.
Poeta , faz o meu gênero. Adorei. Volto para comentar e votar!
Vives · Porto Alegre, RS 12/4/2009 03:39
Q lindo !
e o "ponto" é o nó da questao.
Uma saLdade que fica da alma que vibrou ao toque, penso e...
amei sua poesia. amei.
bjssss;)
"Sorvidas singelas, miúdas, sentidas"... (adoro a musicalidade desse trecho)
"O meu eu sem o teu
É quase
Seu eu no mim refaz"
(dependentes do amor, eu também me enquadro)
Votado!
Ahhh Pessoa de Melo..pensar que esse texto foi escrito quando eu ainda me sentia dependente e entregue, ha tantos anos atras...hoje em dia nao escreveria nenhuma dessas linhas. curioso, curiosa a nossa dinamica interna.
Ilana Eleá · Rio de Janeiro, RJ 16/4/2009 12:33gostei diluiu bem, beijo
arnaldo cavalle · Jaboatão dos Guararapes, PE 19/10/2010 18:15Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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