Senhor das minhas águas
por onde navego e morro
senhor de minhas bandeiras
de júbilo ou logro,
senhor dos ventos, doce corsário,
meu amor me arrasta em águas,
no sal das mágoas, o corte, a dor
e o fim dos brumosos lamentos
se ele volta
se dele, os látegos da paixão cobrem
meu corpo cansado da líquida luta
(ai, lágrimas)
se dele fluem as ondas de amor.
Dos meus portos, perdido,
não ouve o amor, meu chamado, meus gemidos
Oh! Meu amor
Arrebata-me da ausência de teu lume
e me conduz a teus pélagos, senhor dos sonhos.
Lá, envolta em teus desejos
quero imergir, sereia e senhora,
dos teus carinhos, feliz prisioneira.
Saramar,
beleza de poema
Esse maravilhosos amor, Senhor dos nossos sonhos,
tão necessario e que tanto nos põe à prova,
mas que nem sempre esta presente.
bjs
Sensibilidade no fio da navalha poética. Bj
Juscelino Mendes · Campinas, SP 4/8/2009 22:14
meu amor me arrasta em águas,
no sal das mágoas, o corte, a dor
Saramar: estes versos são marcas de sabedoria, de poeta exemplar. Parabens. Bjos de luz, Grauninha
Só apreciando momento sublime de bela inspiração.
Tenha um a boa Semana. jbconrado.
Lindo o poema, mto lindo mesmo!
dificil acordar de um amor que ja nao mais é!
adorei te ler.
jsss;
sempre esse Amor tão louco, louco
brigando com a gente que sabe amar...
bjus
sumiu????
eu sumi um bocadinhuuuuu
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