MEU DONO, AGORA É O MAR!
Pois o fato é que ela não pode evitar...
Era a tarde mais bela já vislumbrada por seus olhos pequeninos.
Caminhando pelas areias da praia, com a brisa a lhe refrescar os seios e o sexo. O viço do mar, suas vagas tão exatas, tão dispersas ora lambendo-lhe os pés, ora não.
Nua, por de baixo do vestido, leve, transparente, entrando por entre suas coxas e roçando-lhe o púbis; Seus seios de bicos rijos querendo perfurar a seda.
Sorria e gozava a imensidão e a liberdade que lhe invadia, mais e mais a cada passo. No final da pequenina praia, junto às pedras, onde calma e espumante rebenta o mar, sentiu-se de súbito exausta, então se deitou. E rolou... E rolou...
Com a brisa da noite e os respingos das águas rebentadas, como um sereno salgado, despertou, assustada! De Ãmpeto quis sair dali! O quanto antes! Mas, como? O tecido das trevas não lhe...
O mar.
e a mulher
Sabem o amor.
E aÃ, Tião, Beleza. Você sempre e sempre um poeta de não cheia. Abçs.
Robert Portoquá · Adamantina, SP 8/2/2007 21:11Deliciosamente erótico e etéreo. Delicioso, enfim.
Amanda Maia · Salvador, BA 18/4/2007 23:27
Valeu Amanda!
Obrigado pelo incentivo. Abçs.
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