Às vezes penso, penso, penso...
O difícil é agir com exatidão
com a segurança de quem nunca errou.
Mas errar!
Quem não erra?
O erro deve ser compensado com desculpas?
Pergunto-me, onde errei?
Por onde devo continuar?
Será que vou errar!
Difícil, não sou perfeito.
Tenho de errar para aprender
se desconcertar para agir certo de uma forma
para não ter erros.
Mas por que tenho de ser certo?
Posso errar sim. E errar com o gosto de quem erra
para tentar de novo, mesmo errando muitas vezes.
Como num sonho, um amor, uma vida errada.
Agora não temo mais errar, pois errar é sinônimo de
aprendizado.
De uma vida com erros de experiências aprendidas, por
uma inocência de vida ou da inconseqüência dos meus
acertos errados.
Olá, Higor!!
Gostei!!
Grato, José!
Agradecido José.
O elogio escrito por você já é um prêmio.
Quem não erra!!!! parabéns!!
abraços!
Cuidado essa bala perdida aí, higor.
Tem erro que não adianta aprender com ele.
Se outros já erraram, dali se aprende sem dar tiro na cara de alguém pra pedir desculpas depois.
Quer dizer: tem erro e erro, né? Tem erro que não tem retorno, não é fato?
Agradecido Celio.
Verdade quem né.
Juliaura.
Fico agradecido pelo comentário que enriquece qualquer discussão e entedimento.
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Agora quanto a bala perdida ?
Realmente não entendi, mas caso você tenha aprendido a andar sem cair já a torna mais que especial. É por este eixo que deslizei o pensamento Juliaura....
Valeu pela indagação.
Bala perdida é erro Higor.
Eu caio do salto quase todo o dia.
Quando não quero cair, não uso salto.
Muita vez assim planejado, ainda torço o pé num buraco.
Quis dizer, e amiga não é só pra segurar a mão e fazer cafuné na cabeça uma do outro, que mesmo com muito aprendizado ainda tem erro com o que não se pode aprender, porque se morre com ele ou se mata com ele.
Bala perdida pode ser uma figura de linguagem, mas pode ser também de verdade verdadeira, que atraevsa a falta de plano ou mesmo o plano feito.
Ah! Mesmo sem ter aprendido a andar sem cair, mamãe e papai não se cansam de dizer-me que sou uma pessoinha muito especial.
Daqui ó! (dois dedinhos prendendo a pontinha da orelha direita).
O que é a interporetação né Juliaura ?
Você interpretou de uma forma e eu escrevi pensando em outra. O bacana é a troca de informação e pensamentos, gostei da sua resposta.
Só não tenha a minha pergunta e meu questionamento como algo sarcástico, pois não fui. Comentei sua colocação com a leveza e questionamento das perguntas do poema que fiz.
Valeu mais uma vez.
Querido Higor,
A dificuldade com as palavras é só, exata e simplesmente essa que apontastes: eles não carregam a candura, nem a doçura, nem a leveza da voz ou o brilhjo dos olhos, nem o trejeito muxoxo dos lábios (beicinho), sequer o franzir do cenho ou o alçar de sobrancelhas.
São imprecisas para, por exemplo:
sentimentar,
que para mim poderia dizer expressar sentimentos, ter semntimentos para com alguém, quase amar,
e, para um meu querido professor de português seria um crime de lesa-língua-pátria.
Neologismo não é pra gente nova (veja a contradição)
Quando muito, gíria, jargão, essa coisa horrorosa que atribuem ao povo.
Já ouviu algum do povo dizer jargão?
Isso rima é com fardão.
Nada contra alguns poucos acadêmicos, nem contra Assis, o Machado pai deles todos e nosso também.
É isto,
palavra é coisa difícil.
Escreveu, leu, o pau comeu.
Isto que fazemos é uma troca, imperfeita, com retorno sem eco.
Contudo, é também com muita estima, consideração e amor mesmo que o fazemos, fique certo.
Valeu mais uma vez pra você também...
(ops! era para dizer: beijo no coração).
Verdade Juliaura.
Estas fisionomias que demonstram o entender da palavra, gestos, olhares, bocas... as perfeitas regras do entender quando falado, junto a toda expressão tráz a tona o entendimento.
Quando "EU" conseguir juntar todos estes sentimentos (expressões) já inclusas em palavras escritas, acredito que "talvez" mesmo que, raro e salvo esta excessão eu consiga determinar em palavras escritas um maior entendimento dos sentimentos.
Fico imensamente agradecido pela troca de idéias e outro beijo no coração caríssima amiga.
É isso Higor.
Quando a gente chegar lá, talvez nem saiba que chegou, porque quem vai saber e dizer serão outros, talvez bem depois da gente ter vivido, como querem alguns críticos que li esse dias por aqui, em escritor bom é escritor morto.
Mas o exercício de ler Machado de Assis é grato a qualquer que queira chegar por perto das letras e seus sentidos todos, inclusive expressivas dos sentimentos e gestos, trejeitos e quitutes tais.
Sem exceção, diria o Pilla Vares para o Adroaldo na apresentação da novela que está na fila de votação.
Passa lá e confere.
Beijo com apreço em você também, amigo sem preço.
Amiga com exeção da palavra, esta talves seja a grandiosidade do ser humano. O lidar bem com a diferença e aprendizado do outro.
Agradecido pela estima e palavras dirigida a mim!
Errei o talvez rs.. Não brigue comigo rs.. emoção será ?
Higor Assis · São Paulo, SP 12/4/2007 09:15
À exceção da palavra
Como à exceção da verdade,
Visto que a verdade é um gata preta
Em uma sala escura
E ela lá não está...
Ao amor da Poesia José.
Aquela que sempre nos surpreende nos prende como a gata preta quando vista na sala escura hehehe.
Oi Higor, muito bem colocada a tua explanação sobre o erro. realmente errar, também é uma forma de aprender. Mas eu achei muito interessante este trabalho teu. Bela menságem, parabéns.
Carlos Magno.
Higor,
Gostei muito da sua exposição é real.
Afinal todos convivemos com erros e acertos, ou erros que se tornam acertos e vice versa, todos os dias.
Camila
Olá Carlos Magno!
Muito obrigado pelo elogio, penso desta forma também que errando podemos levantar denovo.
Olá Camila!
É Camila eu também penso assim, as vezes o erro nos torna mais sensatos.
Valeu pelo elogio.
não acredito em erros, mas esse é de fato um bom texto ,)
ana seccato · Cuiabá, MT 2/8/2007 22:02
"inocência de vida ou da inconseqüência dos meus
acertos errados. "
Spero poder ler +, d sua forma d expressar...
At +, 1 abrço.
Valeu minha querida Ana, obrigado pelo comentário.
Pierrofxz, muito obrigado amigão pelo comentário. Valeu mesmo!
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