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Lembro da Gruta do Salitre
Da Luz que teimava entrar pelas frestas
Lembro da festa que fazia ao vê-la entrar
Morna e linda!
Lembro da melodia sincera que ecoava
A banda não parava de tocar
A cantoria dos meninos livres
Ensinava-me que minhas asas foram feitas para voar
E estavam num estado tão acomodado!
Empoeiradas, pesavam , era difícil andar!
Voar? Não lembrava nada parecido...
Deu a hora, meio-dia, tenho boa memória.
A banda cessou, a platéia levantou agradecida e aquecida.
A gruta esvaziou.
A hora era da flora, das pedras, da fauna, das águas...
Uma sinfonia serena tocava naturalmente bela!
Enfeitiçada com a beleza do instante, chorei.
Emocionante forma de autodescoberta.
Francinne Amarante
tags: Brasília DF poesia francinne-amarante poema eh-moco-danado diamantina gruta-do-salitre musica asas voo brasilia eu minha-gruta-meu-voo textos-literatura
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informações |
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| Autoria |
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Francinne Amarante
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| Ficha Técnica |
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Francinne Amarante
Balaio Cultural Bsb
Então...é tudo verdade! rs. juro! A Gruta do Salitre fica em Diamantina- MG (uai) minha terra do coração. A banda que está 'indo' na foto, dá o ar da graça nos finais de semana, tem que consultar as datas corretas e o horário, ok?
Eu gostei e recomendo (palavra feia, não? recomendo..credo)
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| Link |
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http://francinneamarante.blog.uol.com.br/
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| Data |
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28/4/2007 |
| Arquivo |
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24 Kb ·53 downloads |
| Licença |
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