Miragem
E quando jazem inconscientes,
Os olhos meus,
É porque andam,
Por onde há chama,
Flor do viver
E se o silêncio,
Que agora se hospeda,
No meu alvorecer
É o mesmo que,
Do absoluto, me fez nascer
E por ser obra,
Incomparável,
Do sonho, do banzo ,
Da alma piegas,
Dos destinos românticos,
É como pedra
A noite deserta!
( produto do não saber...)
Olá Marcos.
Hoje que resolvo dar uma olhada na fila de votação, me deparo com um dos teus lindos devaneios oníricos, se me permite a interpretação.
Um abraço!
olá, Clara!
obrigado pelo comentário, pelo " Lindos devaneios oníricos".
bela interpretação.
grande abraço,
mais uma vez, obrigado, Linney!!!
abraços,
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