Manhã de sexta-feira. Os estudantes alvoroçados falam alto, riem as gargalhadas, cochicham segredos ou, simplesmente, vão em direção as salas de aula.
Último dia da semana, véspera de feriado prolongado. A maioria já tem planos arquitetados, viagens, descanso, trabalhos atrasados por fazer, festas e muita curtição.
Alguns poucos alunos moram na universidade, aqueles que vieram de cidades distantes e até de outros estados. A maioria vai aproveitar o feriadão para visitar os pais.
Mas não Helena. Ela vai ficar. Sozinha, como sempre.
Ela não tem ninguém, seus pais faleceram em um acidente de carro há quatro anos. Filha única de família pequena. Não havia irmãos, irmãs, tios, tias, primos. Ninguém.
Helena é uma garota reservada, discreta e amedrontada. Não tinha amigos, apenas a colega de quarto falava com ela, porque também não havia outro jeito. A despeito de sua imensa fortuna, herdada dos pais mortos, ela não se preocupava com roupas e outras bobagens que todas as garotas de sua idade tanto apreciam. Sua vida era estudar, ler e sonhar.
Não, não pensem que ela é feia, pois não é. Apenas não se importa com isso.
Sua colega de quarto, Lucia, sempre lhe dizia que ela devia se vestir melhor, que devia mostrar mais o belo corpo, ser mais jovial.
E Helena, com um radioso sorriso, dizia que isso era bobagem, que ela era assim mesmo.
O dia passou voando. Quando a tarde chegou, juntamente com o fim das aulas, o campus caiu num silêncio mortal.
Helena voltou para o dormitório vazio. Havia um bilhete de Lúcia em cima de sua cama:
_“Fique á vontade se quiser pegar alguma roupa no meu armário, vai haver uma festa na casa do Renato amanhã à noite, eu falei a ele que você iria. Por favor, não fique aqui trancada o tempo todo. Se cuida, beijos Lúcia”.
Ah Renato, logo ele. Mal sabia Lúcia que Helena era apaixonada por Renato. Desde que o vira pela primeira vez. Mas como todos os outros rapazes, Renato a desprezava. Ela ouvia os cochichos e risadinhas quando ela passava pelo grupo de amigos. Ela sabia que era motivo de riso entre os colegas. Mas o pouco caso dele a magoava bastante.
O telefone tocou, tirando-a de seus devaneios.
_ Alo?
_ Oi Helena, aqui é o Renato.
_ Renato? Mas que surpresa. A Lúcia viajou.
_ Eu sei, liguei pra falar com você.
_ Comigo?
_ Sim, gostaria de confirmar sua presença na minha festa de amanhã. Todos os que não viajaram vão estar lá. Estou cheio de trabalhos pra entregar, mas uma festinha não vai matar ninguém, não é mesmo?
_ Claro você tem razão. Mas não sei se poderei ir. Tenho muitas coisas para fazer.
_ Não aceito um não como resposta Helena. Espero você lá a partir das dez da noite. Não se atrase.
Helena ia dizer que realmente não poderia ir, mas ele já havia desligado.
Seu coração batia forte no peito, ele havia ligado para ela, fazia questão da presença dela. Um sorriso iluminou o rosto bonito de olhos cor de mel.
_ Ele me ligou, ele me ligou.
O espelho da penteadeira mostrou seu rosto corado e sorridente. Pela primeira vez em muitos anos ela se sentia feliz.
Renato. Seu amor secreto. Renato, o rapaz mais bonito da faculdade. O mais solicitado, o mais desejado pelas garotas. E ele havia ligado para ela, ele a queria presente na festa.
Era bom demais para ser verdade. Helena rodopiava pelo quarto, feliz, cantando.
Resolveu abrir o armário de Lúcia. Apesar de não gostar do jeito que a colega se vestia, não tinha como negar que as roupas eram lindas e sensuais. Talvez ela devesse mudar um pouco, talvez devesse fazer um sacrifício em prol de seu amor.
Começou a provar várias roupas, de cores variadas. Mal podia acreditar que o reflexo no espelho era dela. O espelho lhe mostrava uma garota jovem, linda, com um corpo escultural emoldurado pelas roupas emprestadas. Após vestir tudo que havia no armário, decidiu-se por uma saia de couro preta bem curta, meias pretas, botas da mesma cor. Apenas a blusa seria diferente. Vermelha, com um profundo decote que deixava seus seios volumosos quase inteiramente a mostra. Sentiu-se bonita, mas era tudo tão novo. Era uma estranha que a olhava do espelho com olhos brilhantes e rosto afogueado. Será que teria coragem de sair assim na rua?
Riu-se de sua covardia, riu-se do mundo inteiro. Ela ia se encontrar com Renato, nada mais importava.
Correu o resto da tarde e noite adentro para terminar todos os trabalhos e estudar para as provas que começariam em breve. Jantou um copo de leite e um sanduíche sem graça. A comida pareceu-lhe deliciosa, o tempero da paixão.
Quando acabou tudo já passava das onze. Levantou-se da cadeira e se espreguiçou. Precisava de um banho quente para relaxar. Foi ao banheiro e encheu a banheira, um luxo absurdo num dormitório estudantil, mas que vinha bem a calhar.
A água tépida a envolveu como um abraço. Deixou-se levar pelo toque suave e fechou os olhos cansados.
Não sabia quanto tempo se havia passado, acordou sobressaltada e gelada. A água estava fria. Um barulho no quarto chamou sua atenção.
_ Quem está ai? Perguntou assustada.
Mas logo se lembrou que não havia ninguém nos dormitórios. Estava sozinha. Enrolou-se na toalha e foi para o quarto, deixando um rastro de água pelo chão.
Não havia ninguém, claro. A janela estava aberta e o vento forte da noite fazia as cortinas esvoaçarem como as velas de uma nau antiga. O porta-retratos com a foto de seus pais estava no chão e os pedaços do vidro da moldura espalhados ao redor. Então foi esse o motivo do barulho. Que alivio, por um instante ela achou que alguém havia entrado no quarto. Foi até a janela e a fechou.
Ela não se importava muito com sua aparência, mas resolveu que um creme hidratante não faria mal a sua pele.
Entregou-se a tarefa de passar o creme em seu corpo, as mãos macias deslizando pela pele quente, causando arrepios que, ela bem sabia, não eram de frio.
A toalha jazia no chão, aos pés da cama. Ela estava nua, de costas para a janela.
Ela se sentiu observada, uma estranha sensação. Virou-se para trás, mas não havia nada na janela. Claro que não haveria, estava no último andar do edifício dormitório e não havia nenhuma outra construção em frente ao prédio. Devia ser impressão, medo causado por estar sozinha, era tão raro ficar sozinha no campus.
Vestiu sua camisola, apagou as luzes e se deitou. Dormiu quase imediatamente, não percebeu o brilho rubro de dois pares de olhos que a fitavam da escuridão lá fora, através da janela.
O Sábado amanheceu frio, como uma típica manhã de Outono, quase Inverno. Uma fina garoa caia no campus vazio.
Helena acordou mais tarde do que normal, embalada por sonhos estranhos.
Sentou-se na cama piscando com a luz que entrava pela cortina aberta, ela havia esquecido de fechá-la na noite passada. O relógio marcava dez e quarenta.
Levantou-se e estremeceu sentindo frio. Olhou pela janela e fez uma careta para o tempo feio lá fora. O céu estava totalmente nublado e a garoa continuava incessantemente.
Sentiu fome e foi até a pequena geladeira, mas estava vazia.
_ Droga vou ter que ir ao supermercado.
Foi ao banheiro e escovou os dentes. Vestiu calça jeans, blusa de lã e uma capa de chuva.
Comprou algumas coisas para comer nos próximos dias. Ao sair do mercado, passou em frente a uma perfumaria e algo chamou sua atenção na vitrine colorida. Um perfume novo estava sendo anunciado. Ela entrou na loja e o experimentou.
_ É delicioso! Exclamou surpresa.
_ Sim, tem saído muito. É sensual e suave ao mesmo tempo. Pode levar sem medo, com certeza seu namorado vai adorar.
Helena corou levemente. Não tinha namorado, ainda.
Saiu da loja sentindo-se leve e feliz. Há muito não se sentia tão empolgada, tão viva.
Quando entrou no pequeno dormitório, havia uma mensagem na secretária eletrônica.
_ Helena, estamos esperando você hoje á noite sem falta. Chegue por volta das dez. Um beijo, Renato.
Seu coração saltou no peito, ele ligou outra vez, fazia questão de sua presença. Saiu rodopiando pelo quarto, cantando uma música romântica cheia de promessas de amor eterno.
O resto do dia passou rápido como um sonho, e, logo, já era hora de tomar banho e se arrumar para a festa.
Resolveu que usaria a lingerie nova, preta, que havia comprado há dois anos, mas nunca havia usado. Estava aguardando uma ocasião especial, e hoje, era o dia tão esperado.
Helena tomou um banho demorado e perfumado. Vestiu-se com esmero admirando-se no espelho. Estava muito bonita, como nunca esteve nos últimos tempos.
Estava tão ansiosa que nem conseguiu jantar. Quando o relógio marcou nove e meia da noite, ela terminou de se arrumar passando um batom vermelho que combinava com a blusa. Vestiu a jaqueta de couro preta, também emprestada da colega de quarto, abriu a porta e saiu para a noite que continuava bem fria e úmida.
O barulho dos saltos altos da bota, no chão de cimento, ecoou nas ruelas do campus. Helena caminhava rapidamente, a garoa caindo fria e insistente.
O campus assim abandonado lhe dava calafrios. Teve medo e apressou o passo. Sentia-se observada, mas devia ser bobagem, apenas medo do escuro. Logo iria encontrar Renato e tudo valeria a pena.
Quando virou na ruela mais escura e erma do campus, Helena ouviu um ruído estranho, como se a estivessem seguindo. Estacou, olhando para todos os lados, seu coração pulsando dolorosamente no peito.
Quando se virou para frente outra vez, ela viu o grupo de rapazes saindo de um canto escuro e escondido reservado aos latões de lixo do refeitório. Eram sete.
Foram se aproximando dela devagar. A princípio ela se apavorou, mas quando reconheceu Renato, um largo sorriso iluminou-lhe o rosto bonito.
_ Ah Renato, é você, fiquei assustada. Veio me buscar? Que gentileza!
_ Cala a boca idiota, você acha que eu viria te buscar?
Helena se sentiu apunhalada pelas palavras carregadas de desprezo e maldade.
_ Mas então por que me convidou para a festa?
Todos os rapazes riram ao mesmo tempo.
_ Você acha mesmo que iríamos te convidar para alguma coisa? Que inocência.
_ Então vou embora.
Helena se virou e começou a caminhar, voltando ao dormitório. Lágrimas salgadas e quentes rolavam em seu rosto contorcido pela dor. Como havia sido tola.
_ Espere, gritou Renato. Está pensando que vai aonde? Viemos especialmente pra te ver.
_ Não estou entendendo. Respondeu a garota.
Lentamente os sete rapazes fizeram uma roda em volta dela não deixando escapatória.
_ O que querem de mim?
_ Queremos fazer uma festinha com você, mas uma festinha particular, aqui e agora.
O cerco foi-se fechando, ela não tinha como fugir. Renato foi o primeiro a segura-la pelo braço. Logo os outros rapazes se aproximaram e começaram a rasgar as roupas dela
_ Nãoooooooooooooooo. O grito de desespero espalhou-se pelo campus deserto.
Logo ela estava completamente nua, apenas as botas em seus pés, até a meia foi rasgada, os pedaços negros espalhados pelo chão imundo e molhado.
Renato foi o primeiro a abrir a calça expondo o membro duro de desejo. Helena foi levantada do chão pelos outros rapazes que seguravam seus braços e pernas e deitada sobre um latão de lixo vazio, na posição certa para se penetrada. E a festa de horror teve inicio.
Depois de Renato os outros foram se revezando na violação selvagem. Helena tentou gritar, mas foi calada por murros fortes e chutes. Ela foi obrigada a fazer tudo o que eles queriam. Não tinha mesmo forças para lutar. Só as lagrimas teimavam em cair no rosto assustado e agora todo roxo e inchado da surra que lhe deram. Todos os seus orifícios foram violados, o sangue de sua virgindade escorria-lhe pelas pernas, tingindo o latão de lixo de rubro. A dor a dilacerava por dentro, sentiu que não escaparia viva das mãos daqueles demônios. Ela foi brinquedo na mão de todos eles.
Percebeu que eles agora se revezavam para uma segunda rodada de diversão e já estava perdendo a sanidade quando ouviu uma voz masculina, grossa e sensual.
_ Larguem a garota agora.
Os rapazes surpreendidos largaram Helena que caiu no chão sem forças para ficar em pé.
_ E quem é você imbecil? Pensa que pode com todos nós?
Sem responder o estranho homem fez um sinal com a cabeça e outra figura pulou de cima do telhado.
Era uma mulher, uma bela mulher. Ambos vestidos com roupas negras de couro.
Os olhos de um vermelho flamejante, presas de marfim surgiram nas bocas de ambos num rugido apavorante.
Os rapazes tentaram fugir, mas os dois foram mais rápidos. Alcançaram-nos antes que pudessem começar a correr.
As presas dilaceraram a carne, pescoços foram quebrados. A mulher estava claramente bebendo o sangue de um deles, as presas enterradas no pescoço.
Renato foi o último. O homem o pegou pelos cabelos compridos e virando o pescoço um pouco para o lado, cravou seus caninos no pescoço suado rasgando a pele, músculos e veias.
O sangue quente e farto escorreu e foi prontamente sugado e lambido até a última gota.
Helena observava a tudo horrorizada, não sabia se tinha mais medo dos estranhos ou dos rapazes que a haviam violentado.
A mulher ajudou-a a se levantar do chão. Seu corpo estava todo arranhado e machucado.
Quando o homem se aproximou, Helena conteve um grito de medo.
_ Não tema Helena, vamos te salvar de tudo isso, será uma de nós.
_ E quem são vocês?
_ Somos vampiros e vamos transformá-la. Quando a policia chegar não vai acreditar que você não teve nada a ver com a morte destes idiotas.
E dizendo isso o homem cortou o pulso com suas unhas afiadas e fez com que ela bebesse vários goles do sangue amargo.
Convulsões tomaram conta do corpo bonito e machucado. As mãos dela se crisparam e finalmente relaxaram. Uma palidez cadavérica cobriu toda a pele macia, as marcas dos machucados e roxos foram sumindo aos poucos.
Helena abriu os olhos novamente, mas já não era a mesma.
A mulher vampira cobriu-lhe a nudez com seu sobre tudo de couro.
Helena olhou os corpos dos rapazes no chão e caminhou na direção deles.
Renato estava morto, o pescoço dilacerado. Helena cuspiu no rosto dele com ódio. Malditos todos eles. Era bem feito que tivessem sido mortos de uma forma tão brutal.
Olhou para trás, para seus novos amigos, e finalmente não se sentiu mais solitária, agora ela pertencia a um grupo, agora ela tinha verdadeiros amigos.
E foi assim que, no dia seguinte as manchetes de todos os jornais noticiavam a chacina no campus da Universidade Federal.
“Mistério no campus, vários estudantes foram encontrados mortos, seus corpos dilacerados e sem uma gota de sangue. Desconfia-se de seitas satanistas. A policia continuará investigando”.
By Ana Kaya, the vampire
Conto com final surpreendente.
Aposto que vão gostar, apesar de meio grande, vale a pena ler.
Mais um redondinho. Muito bem. Parabéns. Lido e apreciado. Bjs
giselle sato · Rio de Janeiro, RJ 4/4/2008 11:53
Formidável, tem a sua marca registrada de qualidade, prende o leitor do princípío ao fim, muito bem direcionado, com o desfecho bem orquestrado.
Nota mil pra você, Aninha !
UIm beijo, Alcanu
Obrigada aos amigos pelas palavras de incentivo.
Gostou foi Alcanu eheheh eu sabia. Onde está a vampira anêmica agora? Não brinque com Kaya, the vampire ou irá se arrepender.
ehehehehehehehhe.
Gente obrigada, é um prazer estar aqui com vcs.
Vamos ver se este se eterniza tb, se não tudo bem, ao menos algumas pessoas vão ler e duas muito importantes pra mim já leram e gostaram, o que posso querer mais?
Ah Alcanu, não sei editar pra arrumar uns errinhos que eu tb vi lá na hora da digitação.
Vai assim mesmo. Seja o que Drácula quiser.
Já arrumei tudo e até botei uma figura, espero que esteja a contento agora.
Ana Kaya · São Paulo, SP 5/4/2008 11:08
Ana,
belíssimo texto. Envolvente. E a imagem é fantástica.
Voltarei para votar.
Valeu.
Olá Ana,
Bom conhecer teu texto.
Gostei e vo(L)tarei.
Beijos,
Regina
Muito bom, menina! Pode ter certza que voltarei para votar. Um abraço
Lena Girard · Belém, PA 5/4/2008 23:35Ótimo conto gostei de boa leitura! Já tive muito medo de vampiros na adolescência, parabéns abraços
Berioliveira · Vitória da Conquista, BA 6/4/2008 00:53
Ana
Votado. Mais uma que eu paraticipei, se eles não chegassem eu teria ido lá. Valeu, manda mais.
Beijão
Ana,
Realmente, dez pela trama bem traçada e mil pela criatividade.
Votado.
Beijos.
Bom adorei teu estilo de escrever! votado
Tita Coelho · Porto Alegre, RS 6/4/2008 13:54
Ana Kaya
Trabalho muito legal de ler.
Escrito impecável tornando a Leitura Atraente.
Uma história de muita acáo e luta.
E, No meio das anomalias do Social foi feita alguma forma de Justica.
Valeu
Aninha,minha querida bruxinha ou vampira??hhe...
Menina, amei o conto.. forte, intenso... e muito bem desenvolvida a trama... , longa , mas consegue nos envolver! Vampiros justiceiros,gostei!! heheh
Votadíssimo, minha querida!
Grand beijo azul...
Rai...blue
E colocou aquela imagem,não foi? perfeita!!Eu sou apaixonada por ela!
bjks blue
Aninha, to tonto, bebi vinho, nordeste tá ameno.. fiquei tonto, seu conto era gde.. leio amanhã com calma eem bebida.....
m as acredito que deve ser muito bom.. vc me permite né? não tá dando os zoi tão piscando....
votei msm assim pq tudo q li seu eu gostei e nunca vi erro gramaticais no seu trabalho.
bczzzzzzzzzzz
Ana,
Primor de conto que prende do ínício ao fim, bem cadenciado com bastante suspense e emoção.
Muito criativo.
Prabéns
Votos com louvor.
Bjs
Beto
Muito bom! Caramba! To seca de curiosidade de ler seu livro!
Beijos
Li, reli texto excelente... fechando votação...sucessos
Berioliveira · Vitória da Conquista, BA 6/4/2008 19:17
Não diria nossa Edgar Allan Poe de saias, pois isso seria desmerecer o seu grande talento.
Edgar Allan Poe é ele, você é você, tens um grande talento, que está crescendo cada vez mais, agora devidamente ilustrado, muito bom, mesmo, parabéns !
Um beijo, Alcanu!
Parabéns, Ana, adorei o teu estilo! Sucessos sempre! Beijos.
Vives · Porto Alegre, RS 6/4/2008 23:48
Nossaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa só posso agradecer a todos os que postaram seus comentários. E eu deixei um errinho lá sim buaaaaaaaaaa o Alcanu (chatão ahahaha) viu, faltou uma letra. Masssssss eu prometo não errar mais na próxima viu Alcanu?
Voltarei com mais textos, tenho vários todos com vampiros, eu adoro vampiros. Vou deixar isso aqui com a cara do castelo do Drácula ahahahahahah.
Grandes beijos a todos e Blueeeeeeeeeeeee eu roubei sim sua figura, tava no meu computador e foi a única que eu achei na hora de colocar, pois estão todas no meu orkut e tenho que copiar e colar de novo no pc. Agora vou tentar mandar sempre com alguma figura, fica muito mais bonito mesmo. Isso se eu conseguir, pra conseguir colocar esta eu suei. Alcanu te mato.
Gente, sem palavras o carinho. Amei.
Vou até me animar pra postar outro hoje ou amanhã, mas preparem-se são todos meio grandes.
Beijos e mordidas
Kaya, the vampire
Ana Kaya · São Paulo (SP)
MISTÉRIO NO CAMPUS
Um texto arrojadíssimo e admirável.
Muito bem feito.
Gostei demais.
Foi Indicado pelo Poeta Amigo Alcanu.
Parabéns. Muito bom Mesmo.
Oi Ana!
Belo conto!
Aqui estou indicada pelo PoetAmigo Alcanu.
VO(L)TADO!!!
Beijos_Meus*
*
Minha querida amiga, em seu estilo vc. é insuperável. Bjs e voto.
Falcão S.R · Rio de Janeiro, RJ 30/4/2008 14:12Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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