É nos arrabaldes do umbral que brota a trágica doutrina das sombras e duplos... Os escravos do sistema afinam o dorso das vítimas nas letradas universidades. Abrolham crianças sem celebro, na sombra clínica dos doutores formatados nas institucionais academias da simulação capitalista...
Assisto ao bolor acadêmico do serviçal sistema, anjos perfumados com o mineral da fome proletária... Operário patrão do dia seguinte, como um presidente maquinal de ilustres banqueiros; besta do mato e sanguinário revendedor da elite adoçante...
Fora o morno, quero a raiz!
Nossa, quantos mofos!
Fico com o umbral, quem sabe por lá vislumbremos possibilidades de ver toda essa lama sendo dissolvida, virando terras férteis.
Bom dia!
Branca!
Talvez, com uma mistura de terra, água, sol e ar a fecundidade faça brotar com um novo padrão...
Agradecido.
Beijo
Perfeito José. Muito limo, mofo...devemos retirar. Texto inteligente José. Dos meus. Parabens. Votado mesmo.
Cintia Thome · São Paulo, SP 20/11/2007 20:29
Você critica como beleza e nobreza, meu caro José!
Aliás, um poeta quando critica é profeta!
Abraço
http://interludios.blogspot.com
Oi Cintia!
Assim com este elogio de uma Áriana sinto-me realizado...
Agradecido.
Abraço
Carlos!
Grande poeta e músico, fico feliz com teu comentário.
Agradecido.
Abraço
É... mas acredito, ainda, que um dia que a semente germinará e ganhará a terra e alcançara o sol... espero este dia!
Tati MOTTA · Belo Horizonte, MG 23/11/2007 06:57Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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