Mogno.
Quando deixei minha floresta,
Inocente, não imaginava tamanho desafio.
Suportar em silêncio passivo e resignado.
O peso dos mortais. As alegrias passageiras.
Suas guloseimas e seus gases.
O cansaço enfadonho dos homens.
Quando deixei minha floresta,
meu horizonte era acanhado.
Meus sonhos infantis.
Hoje apesar das fraquezas humanas
e seus caprichos truncados.
Da abominável destruição das Florestas.
Compreendo claramente
o mistério da Divina misericórdia .
O porquê de beber o Cálice
e consumir-se lentamente,
como o pavio de uma vela.
Aqui viemos para servir.
e um dia, quem sabe.
Vir-a-Ser...
Jbconrado*
Da Série:
Poemas da Floresta... Enquanto Ela existir!
Poema dedicado a Todos os OverManos que se preocupam com os problemas que oprimem "o Ser Humano e o Planeta Terra" e que na medida do possível, buscam soluções Positivas para no mínimo amenizá-los.
Esse emaranhado que não emaranha a todos mas a quem está dentro de um processo evolutivo do fim. Desde os portugueses que tudo foi ficando pequeno nesse ângulo obtuso e aí , ai de nós que falamos bonito mais não revolucionamos.Beijos
Parabéns pelo seu lindo e rico trabalho.
"o mistério da Divina misericórdia .
O porquê de beber o Cálice
e consumir-se lentamente,
como o pavio de uma vela."
mestre jb...espetacular o seu trabalho...
desenhos belíssimos e uma consciência imensa a respeito
do homem...suas incapacidades e atrocidades...
vivemos para nos consumir a nós mesmos...
parabéns e um abraço
Hoje apesar das fraquezas humanas
e seus caprichos truncados.
Da abominável destruição das Florestas.
Seria bom que todos guardassem essas palavras tão didática, tão precisa, tão real. Parabéns
Jb, caro amigo
Belo e necessário poema, feito um grito de alerta, buscando despertar o que ainda há de humano no homem moderno. A natureza dilapidada, cortada, massacrada, para virar objetos e utensílios para o homem. E o homem, nem sequer agradece ou reconhece a bondade da natureza, vê a rica e nobre madeira como produto apenas do seu trabalho. A natureza sabe servir ao homem, mas o homem não serve para a natureza...
Parabéns !
Grande abraço
JB,
tomara mesmo que viemos-a-ser algum dia, antes que a floresta e as matas ainda existam, mas acredito que antes delas sumirem, nós sumimos antes, caso não aprendamos a ser humanos. Parabéns meu amigo
abraços
meu amigo xamã das artes, parabens mais uma vez por tudo que você faz. Bjos de luz, Grauninha
graça grauna · Recife, PE 18/10/2008 09:20
JB,
iniciando sua votação
O mogno é uma madeira nobre
e é contrabandeada, o homem
deve se conscientizar sobre seu uso.
b js
Meu querido,sem muito tempo deixo meu carinho e voto.
clara arruda · Rio de Janeiro, RJ 19/10/2008 07:24
Mais um belo poema-floresta.
Refelxão de um homem sensato e sensível.
beijos
Ayruman
O homem que desenha poemas
e pões versos nas imagens.
beleza de trabalho
Um abraço
Gosto muito do poema e da palavra mogno. Nobre como a floresta. Linda!
Lindo tudo aqui
Ayruman,
Cada poema seu sobre a floresta, é mais que lindo que o outro.
Abraços
Seus poemas e imagens deveríam estar em toda a mídia são bandeira p. vida. Seria uma rica campanha pela natureza e pelo ser humano.
Lindíssima sua arte.
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