o grande moinho do tempo vai moendo a gente,
o grande moinho do tempo mastiga mastiga instigamastiga(L)malgama/
o grande moinho do tempo vai vivendo a gente...
farinha da farinha da farinha do que somos(sumus),
(até os ossos e fundo tutano e mais...)
peneirando-nos aos segundos,
esmiuçados aos milésimos,
espargindo Espaço-Tempo a célula
no vento,
inseminando raios de sol com a Luz
que sangra ao sabor de marés do nosso peito imolado semente,
a verter nasced'Ouros fontes sãs de insanidade
turbinando o que já foi
e ainda não foi
quando deveria:
Viagem perdida,
estrelas cadentes refrescam
decadentes sonhos do que fomos
rumo ao sonho do sonho,
sem passagem de volta,
estrada ao Nada
que permeia o
caminho de
Tudo.
Escrita de um só fôlego, respondendo a um scrap de uma amiga
Olá. bela reflexão sobre o tempo cronológico.
Parabéns
Edilson
Oi André, parabéns, acho qestamos em sintonia, votei!
Por favor, ficaria contente com sua análise sincera de meu poema PIANO EXPERIMENTAL, em votação.
abraços,
Kuki
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