Monolito
É certo que,
Na vida não há, de sobra, muitos encantos,
( talvez, apenas, meros acasos,
intervalos brandos...)
Sacrifícios, ilusões, prazos...
(o mundo talvez pareça a todos um tanto raso)
Mas, como parcéis a filtrar sonhos,
Seres se refazem ao bailar da brisa
Ainda trêmulas e indecisas,
Almas adornam suas próprias chagas
Em tudo permanece a sombra cítrica,
Da opressão,
Da solidão,
Noite oblíqua!
sobeja enfim, o firmamento crucificado...
Beleza de versos, grande poeta!!!
Agradecido, José!
Beleza de imagem!! Osvaldo!
Grato, José!
obrigado, josé. por mim e pelo Osvaldo que tão gentilmente cedeu a imagem.
abraços,
Sua poesia inspira só uma coisa: reverência.
Cida Almeida · Goiânia, GO 27/3/2007 16:17
obrigado, cida.
muito grato pelo incentivo.
abraço,
Então, reverência ao belo grau de lirismo desse homem!
Muito bom, Marcos! Muito bom, Osvaldo!
Abraços!
obrigado, carlos.
abração,
Gostei dos versos,bem sacados.
Foi um banho de poesia que me lavou a alma dos pés acabeça.
Seu rítmo além de gostoso´,é bem melódico.
Meus parabéns.
Carlos Magno
Olá Osvaldo,
Estou voltando p'ra que tua foto em preto branco,também possui o mesmo brilho da poesia do Marcos que eu acabei de comentar.
Um abraço e parabéns.
Carlos Magno
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