Morada
Cada palavra,
Apenas cala,
O pranto da cama,
Intocada,
Lençóis e toalhas,
Ao vento,
Medidas de mim,
Na sala
Não couberam acentos,
Nem crases,
Na minha chegada,
Ou quase.
( saí por um instante,
e parece que nunca voltei,
a casa. )
Marcos este final é forte.
( saí por um instante,
e parece que nunca voltei,
a casa. )
Belo poema!
abração
muito grato, Branca.
um grande abraço,
obrigado, Cintia.
valeu o incentivo!!!
abração,
"Cada palavra,
Apenas cala,
O pranto da cama,
Intocada,"
Isso fala na alma...
Fabuloso!
Abraços, Marcos!
A palavra é a única que parece inadequada nesta morada. Só aparência porque você pega as palavras e as transforma neste belíssimo poema.
Como sempre, Marcos, você encanta com versos que são jóias.
beijos
Apenas cala,
O pranto da cama,
Intocada,
Lençóis e toalhas,
Ao vento,
Medidas de mim,
Na sala
Somos as vezes medidos, sufocados,
Bárbaro Marcos. Voto.
Certa vez morei numa casa, que era minha...Tive que me ausentar e quando voltei...Não era mais a minha casa, estava vazia e abandonada...Covardemente abandonada....
Ola Marcos!
"Cada palavra" Fala e fala...
Parabéns!
Abçs.
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