NA CALMA DA REFLEXÃO APARECE A ALMA...

Autor Desconhecido
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LAILTON ARAÚJO · São Paulo, SP
26/11/2007 · 104 · 11
 



NA CALMA DA REFLEXÃO APARECE A ALMA...

( Lailton Araújo )


O ser humano criou as lentes dos telescópios, microscópios e outras máquinas de visão artificial. As imagens do Cosmo fazem os olhos humanos brilharem. As pupilas da humanidade crescem de curiosidade... É a busca do início de tudo! Quem somos? De onde viemos?


As galáxias viajam ao desconhecido! É como se o Universo que tentamos entender, caminhasse ao encontro de outro Universo. E na contramão das fantasias, teses ou teorias dos lunáticos e da ciência, aparecem outros universos terrenos - seitas, igrejas e outros - que tentam explicar o desconhecido.


As rodas de curiosos - com ou sem cantiga - choram quando ocorre a extinção da vida. Alguns entendem a passagem como algo natural da evolução das espécies; outros - enxergam Universos paralelos... E as mãos e pernas da ética, buscam o segredo da harmonia que acende e apaga as estrelas no céu. Os teóricos ficam boquiabertos. Os leigos: confusos. Os descrentes - continuam céticos. No espaço aberto ao Espaço, o pensamento humano é a nave espacial...


Portanto, seguimos como viajantes na busca do mistério da criação. Aplausos para a matemática; troféu especial para a biologia; menção honrosa para a física; elogios para a química... Mesmo assim, a sensibilidade do comentado ser humano mostra outros caminhos! Será que possuímos uma alma? Será que nossa curiosidade é observada?


Somos partículas na imensidão! Somos marujos assustados com a grandeza, beleza e tamanho mistério! Somos vaga-lumes nas noites escuras... O segredo da imensidão será revelado? Os olhos dos humanos e das máquinas buscam provas científicas na Terra e no Espaço... Talvez sejamos apenas humanos com medo da verdade!


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Autoria
Lailton Araújo
Ficha técnica
Crônica, Ensaio, Pensamento ou Viagem...
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brigitte
 

Lailton
olha, essas reflexões sempre nos sondam e devoram um pouco a nossa paz interior. Somos ainda desconhecidos por nós mesmos. Não temos plena consciencia dos nossos poderes e capacidade.E a alma é o que nos torna belos e únicos no universo.
Gostei dessa sua face filosófica. Parabéns.
Abração carinhoso.

brigitte · Goiânia, GO 23/11/2007 23:37
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Cintia Thome
 

Buscam, mas fracos...valentes apenas com o outro, que ele diz e chama de : irmão.
Parabens
Está poético e filósofico.
Isto sim é Lailton!
Abçs.

Cintia Thome · São Paulo, SP 24/11/2007 07:37
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Benny Franklin
 

Lailton, amigo!
Ler teus escritos é sempre aprender um pouco mais...
Buena revolucion!
Abçs.

Benny Franklin · Belém, PA 24/11/2007 12:52
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Felipe Obrer
 

Li, passei por aqui. E, mesmo passado o tempo de edição, quando um comentário assim já não caberia, digo: convém sempre citar o nome do autor da imagem. Quando não houver disponível a autoria, procurar outra imagem. Aqui, no próprio Banco de Cultura, existem muitas fotografias e obras visuais.

Abraço,
Felipe

Felipe Obrer · Florianópolis, SC 25/11/2007 22:56
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brigitte
 

Meu caro Lailton,
cada ser humano é um universo desconhecido e maravilhoso.
Meu voto, amigo.
Abração carinhoso.

brigitte · Goiânia, GO 25/11/2007 23:53
1 pessoa achou útil · sua opinião: subir
Cintia Thome
 

Lailton

Reflexão a qual aprendi , pois tem dado
opotunidade a nós, nos bons textos que apresenta a nos ensinar
muito. Já havia copiado, salvo. abçs.

Cintia Thome · São Paulo, SP 26/11/2007 09:37
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para_raros
 

Somos poeiras dentro desta imensidão. Poeiras espaciais e especiais...
Ótima reflexição, Lailton!

Abraços!

para_raros · Belém, PA 26/11/2007 10:48
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Kais Ismail
 

E a verdade é assustadora com quem não é verdadeiro.
Um forte abraço

Kais Ismail · Porto Alegre, RS 26/11/2007 11:27
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Nydia Bonetti
 

Lailton
O segredo da imensidão será revelado?

Um dia Lailton... um dia saberemos...

Lindo poema!

abçs.


Nydia Bonetti · Piracaia, SP 26/11/2007 11:34
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LAILTON ARAÚJO
 


RUMOS CULTURAIS... FALTAM BÚSSOLAS

( Lailton Araújo )


Os navegantes do “Oceano Atlântico” tentam descobrir o segredo das tempestades, calmarias, ondas, marés e águas navegáveis, neste lado continental. Talvez não conheçam a geografia destes mares. A nação da análise é Brasil ou Brazil?


Estando em qualquer porto seguro, as naus dos descendentes lusitanos, franceses, ingleses e holandeses, caminham na escrita em 2007. São textos, poemas, letras e rascunhos. As criações literárias são livres! Não podem ser vinculadas aos interesses comerciais dos anunciantes nacionais ou internacionais. Muito menos: multinacionais. Sem quaisquer dúvidas: esse pedaço de chão (cagado e cuspido) pode precisar de uma revolução meio “dente por dente (x) nota por nota (x) letra por letra”. Por aqui existem poetas, compositores, letristas, músicos, fotógrafos e outros aprendizes sérios. É a maioria! A outra parte - pode ou não - está usando o lema: "tenho que me arrumá, senão, perco meu barquinho!” Desculpem a sinceridade! O mar já não é de marinheiro de primeira viagem! Quem não lembra do refrão: “Marinheiro, marinheiro (Marinheiro só)... Quem te ensinou a nadar... Ou foi o tombo do navio... Ou foi o balanço do mar...” (Bi Ribeiro/João Barone).


Muitas obras culturais - da antiga “Terra de Santa Cruz” - são originais. Aquelas tão comuns, massificadas, com a assinatura da mediocridade - ajudam ou não - no nascimento natural de uma concepção artística duvidosa, não crítica, que não recebeu crítica, e que jamais receberá crítica. Quem navega em tal mar poderá se afogar na monotonia; sonolento; em mar calmo. A viagem literária - às vezes - é previsível ou imprevisível. Depende da condução do capitão e marujos da embarcação. Como escrever sem colocar palavras ovais e frases triangulares? Aqui é América do Sul. O Caribe fica lá em cima! Se existem léguas ou milhas marítimas é uma questão de história? Qual é a praia ou litoral? Eles são de fora... “Eu não sou daqui (Marinheiro só)... Eu não tenho amor (Marinheiro só)... Eu sou da Bahia (Marinheiro só)... De São Salvador (Marinheiro só)...” (Adaptação de Caetano Veloso).


Entende-se que o objetivo é a meta necessária. O subjetivo lembra a arte. Chocar um ovo pode ser arte? Depende da ave! Ave César! Ave de rapina! Ave-da-avenida! Ave Maria! Quebram-se as formas! Rompem-se os conceitos e preconceitos! Talvez, aconteçam mudanças! As formações culturais das elites brasileiras soam como afronta ao simples, verdadeiro e genuíno. Será que os povos do Brasil sabem o que é cultura? Monteiro Lobato e Amacio Mazzaropi fazem falta!


Onde estão os artistas independentes? Será que não se afogaram nos patrocínios estatais do país? As MTV's diárias concorrem com as linguagens das TV’s digitais abertas! E haja amor, chavões, carrões e algumas bundas com silicone! É cultura “cult”, curtida, malhada, de melodias fáceis, harmonias baratas e letras esculachadas. Os brasileiros e brasileiras sentem tesão por bumba! É normal! São formas de mídia, comunicação, música, literatura e sacanagem - sobrevivendo - no mercado do MP4! As gravadoras tornaram-se gravadores caseiros e que computam prejuízos. Os novos direitos autorais dos que criam, já não são garantidos. A internet mutilou a criação do autor? “É a vida, é bonita e é bonita...” (Gonzaguinha).

Abraços.

Lailton Araújo


LAILTON ARAÚJO · São Paulo, SP 30/11/2007 22:33
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tinah
 

bela reflexão
votadíssimo

tinah · Cruz das Almas, BA 5/12/2007 23:35
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