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Nada!
Absolutamente nada!
Talvez um pouco.
Mas bem pouco mesmo.
Um tantinho de nada.
Quase ínfimo.
Quase íntimo.
Mínimo!
Absurdamente mínimo!
Talvez algo mais que isso.
Mas irrelevante.
Dispensável.
Insignificante.
De uma insignificância completa.
Completamente infinito.
Imensurável.
Incalculável.
Tão ilimitado quanto o Nada!
sobre a obra
Eu não faço a menor idéia do que eu queria dizer com essa poesia. Foi saindo, quando vi estava assim, aí deixei.
tags: Brasília DF poesia divagacao sobre nada ou alguma coisa parecida
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