Não me agradeças
Não faço nada
Nada que tenha valor
Só te mostro o que sempre esteve ali
Nenhuma novidade
Desperto em ti o nato
A poesia que já existia
A música, a leveza, a arte
Nada é meu
Nada fiz
Só te mostrei
O que sussurro em teu ouvido
É tua própria composição
E agora danças tua coreografia
Não faço arte
Não faço poesia
Só faço meu trabalho
Fazer-te feliz com tua alegria
Não me chames de poeta
Muito menos de artista
Prefiro operária
Quando muito, artífice
Que lapida a bruta pedra
E desnuda o brilho que sempre havia
Olá Alexandre!
Quanto valor os teus versos têm
Eles apontam uma bela direção
...
Apenas em teu silêncio
Apontas o caminho à plantAção
Aquele que flui e se espalha
Como um raio
Onde todos brilharão
...
Beijos_Meus*
*
VO(L)TAREI!!!
Olá amigo!!!muito bom seu texto... voltarei logo...
Ricardo e Raphael · Campo Grande, MS 21/4/2008 11:21
Alexandre Spinelli · Porto Alegre (RS)
Não Faço Nada
Achei muito Gracioso por aquela máximma de que somos todos opetrários diante do GrandeArquiteto do Universo.
Ama igualdade e integração com o Universo.
A Gente numa irmandade ligada a deus Pai.
Um, Céu Estrelado e um Valor Moral.
Gosto muito disso pois acho que ninguém fica sozinho numa luta isolado. Acho que é todo mundo irmanado, como irmáos e mesmo porque nada esta abandonado.
Há uma correspondéncia e afinidade em tudo.
Nos cabe é irmanar nesta harmonia.
trabalho muito bom.
Abração
Não me chames de poeta
Muito menos de artista
Prefiro operária
Quando muito, artífice
Que lapida a bruta pedra
E desnuda o brilho que sempre havia
Mas queira ou nao queira ce e poeta e dos bons...
victorvapf · Belo Horizonte, MG 21/4/2008 18:20
Nem todos tem o dom de "não fazer nada"... Parabéns! Continue não fazendo nada por aqui...
Aproveite e mostre aqui no Overmundo, aquele pôr-do-sol lindo (ou a lua maravilhosa), que sempre esteve aí e que você me mostrou e que muita gente vai gostar de ver tbém!!!
Fantástico! Seria repetitiva se elogiasse mais uma vez a forma com que escreve, as palavras que usa e sua simplicidade, mas... já fui!!!! Sou sua fã.
Jersica Paes · Belo Horizonte, MG 21/4/2008 21:33Li esse poema na edição e está votado.Muito meiga a temática repetitiva casou com com o contexto do poema.Muito bem escrito.Beijuuss
Rafaela Silva Santos · Ribeirão Preto, SP 22/4/2008 23:59
Alexandre,
Esses versos são profundos como uma oração brotada do coração.
Não me chames de poeta
Muito menos de artista
Prefiro operária
Quando muito, artífice
Que lapida a bruta pedra
E desnuda o brilho que sempre havia
Poesia e arte é tão somente a pedra bruta lapidada. Essa pedra bruta que deixa mostrar brilho e valor depois da depuração é exatamente a essência de todo ser.
Quiça, todos primemos a nos tornar artífices do coração, então artístas.
Beijos e votos.
Gostei.Votei
Um bj doce,
Sílvia de BH MG Brasil
Desperto em ti o nato
A poesia que já existia
Um carinhoso abraço e votos.
Com satisfação dou-lhe os votos merecidos que colocam sua poesia no Banco. Muitas vezes me pergunto onde está a poesia, se no poeta que a escreve ou no leitor que a sente ou interpreta. Um poema lido pode parecer para uns um amontoado de palavras e o mesmo poema para outros conter uma ótima poesia. Então concordo com você: o poeta mostra a poesia que já havia em quem a lê. Então o poeta só faz isso: constrói a poesia que existe em outra pessoa que a tem, mas não a consegue ver. A poesia transforma quem a vê e só é poesia quando é vista na primeira vez. Na releitura pode ser até bonita mas não produz o mesmo efeito de transformação. O poeta tem que ser sempre aquele que encontra e mostra uma maneira nova de ver uma coisa que não se via. A poesia se desgasta muito rapidamente. Por isso há essa enormidade de poemas que não dizem nada e são só uma coisa bonitinha. De nada adianta eu dizer que a rosa-do-amor é linda, porque ela não ela linda porque eu disse. Ela só é linda por ser.
Um abraço e parabéns. Seu poema é ótimo.
Alexandre Spinelli · Porto Alegre (RS)
Não Faço Nada
Trabalho muito bonito
Passei por aquie e ví Azul para votar
Estou aproveitando essa glória de votar num Trabalho Genial.
Abração.
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