Woodstock não é gulag de paz em Hanói
As pedras rolam da memória de Shatila
Não da desastrada jornada de Altamont
Há rosas consentidas em Hiroshima
O Mardi Gras nunca será em Dachau
Treblinka ou Buchwald não fazem festival
A diáspora africana aferrolhada, senhora
É mais que samba-enredo na avenida agora
É uma caratonha no retrovisor senhorial
Só quer ser tragédia humana na história
Dar fim, Anastácia, à farsa ainda universal
Adro, meu professor de muitas lidas;
Juli, não há beleza impura
- Vou repeti: No meu lugar, lá no meu Gilbués, tinha o agnóstico - João Pequeno - um "encrenqueiro" um coração de ouro, o dele mesmo. Volta e meia em turras com o Juiz, ou com o Padre. Ficavam dias sem se tolerarem. João pequeno então, (só lhe fazia falta uma boa prosa), ia ao encontro.
Meio distante, os figurões também sentindo falta de um embate intelectual o chamavam. "João, sabe ....João você é isto aquilo.." e ia uma frivolidade qualquer... No que o agóstico, riso solto.
- "Senhor Juiz, só presta neste cafundó o poder intelectual representado pelos senhores. Saiba senhor juiz o elogio é assim feito para agradar. Ele agrada ao que recebe e agrada ao que elogiou se sabe que o destinatário está agradado....."
Juli, Adro - se sintam assim mais que agradados - felizes, porque
estou feliz. pra nunca mais acabar.
andre.
É simples assim mesmo como se deve ser, Mestre André. Há saberes em todos os viventes, deles deveríamos aprender a nos servir. É oq eu tentamos, penso, Juli, eu e vejo que meu Mestre já o faz há muito. Sinto-me muitíssimo agradado e feliz de mais da conta, como um povo diz.
Terno abraço. (A Juli deixou um beijin de Luanda com recheio de chocolate para seu André... é o que tá escrito)
Eu também fico feliz pra nunca mais acabar, que nem o mestre Andre, com o mestre Adroaldo.
Amei a expressão FELIZ PRA NUNCA MAIS ACABAR!!!
Sintam-se aconchegados, os dois, que estão sempre aconchegando.
Beijos_Meus*
*
Querido Adroaldo:
"Não há baile de máscaras em Palmares."
Quanto requinte pra (re)tratar o inefável!
Que neste salão não venha a peste ...mascarada nunca mais.
Parabens e não ligue não...tenho
devaneios, mas de cuore pra cuore...
Fico feliz
Eu, quis aproveitar para abrir a votação.
E vou voltar fazendo alguma consideração.
Mestre André,
Agradecido e aguardando o retorno a essa vossa casa.
Cintia,
Fico feliz que fiques também, coração grande.
L*L*,
Nefando mesmo.
Continuo muito te amando.
...E como berimbau nunca foi gaita, comemoremos também (no mal sentido, é claro) os 440 anos da partida OFICIAL do primeiro navio negreiro, marco da forçada imigração africana para o Brasil.
(É meu pessoal, depois de começar em 1530, por aí, na marra da invasão, em 1538 o tráfico de escravos para o Brasil foi sacramentado por uma lei. Um parente foi arrastado para cá nesta onda suja.
Comemoremos resgatando os hiatos desta história.
Abs
1568, queria dizer.
Pardon garçons et mademoiseles por mais este errinho.
Diz que é erro, Spirito, apenas quem tem acesso a documentos que formalizaram as vendas das gentee como peça de comércio e lucro vil, não havendo o que compulsar em estas novas terras de el rei, porque queimadas que foram mandadas desde o tope à guisa de pejo, embora safadeza (de safar-se das encroadas cobranças de o amanhã), assim então os que só temos cinzas aos ventos por arauto, podemos até estar certos, mas no dirão errados por falta de acerto métrico, até incautos por nos metermos a gansos, os patos da história como conta a finesse oficial.
Saravá!
Baile de Máscara
é o que ainda se vive hoje em dia,
quem diria, Anastácia,
caiu na mídia, virou poesia.
O mundo tá cheio de mascarados
por todos os lados
e até abusam da fantasia.
Beijo no coração e mui grata pelo convite. Votado!
Impressionante texto, Adroaldo.
Parabéns. Votado! Beijo
Adroaldo,
Sua poesia como sempre leva considerações e ilustrações.
Mas como estou viajando, entrei rapidinho.
Li, gostei e votei.
Beijos,
Regina
Valeu Papá Bauer. Outra vez, com muita razão.
Beijo no teu coração.
Querido Adroaldo:
Continua?
Pois que continue... Tudo o que é recíproco, como o teu poema, é verdadeiro... Se estiver sem nexo, coloque um! rsrsrs
Beijos_Meus*
*
L*L*,
Anexo num próximo conteúdo o nexo, posto que deixas-me mudo.
Recolho os beijos teus e dou-te abraço meu.
Juli, menina, não quero a a rzão por ela, mas pela emoção que nos dá perceber o acerto sobre o que virá.
Grato.
Regina Lyra,
Tanta consideração - tu em viagem e pensando em que devesse dizer-me algo or estas nossas linhas, que também são elas de Juliaura. Sou quem deve beijar-te as mãos, querida.
Ana Wagner,
Com agrado e entusiasmo recebo tua impressão. Agradeço.
Dora,
Desnudas o cerne de nossos versos. Esse gato preto está a nos dar a sorte. Bem que por estar perto de ti.
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