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Woodstock não é gulag de paz em Hanói
As pedras rolam da memória de Shatila
Não da desastrada jornada de Altamont
Há rosas consentidas em Hiroshima
O Mardi Gras nunca será em Dachau
Treblinka ou Buchwald não fazem festival
A diáspora africana aferrolhada, senhora
É mais que samba-enredo na avenida agora
É uma caratonha no retrovisor senhorial
Só quer ser tragédia humana na história
Dar fim, Anastácia, à farsa ainda universal
tags: Porto Alegre RS poesia anastacia adroaldo-bauer palmares
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informações |
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Adroaldo e Juliaura Bauer |
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Ao Mestre André, com nosso carinho.
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02/3/2008 |
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159 Kb ·52 downloads |
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comentários  |
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Adro, meu professor de muitas lidas;
Juli, não há beleza impura
- Vou repeti: No meu lugar, lá no meu Gilbués, tinha o agnóstico - João Pequeno - um "encrenqueiro" um coração de ouro, o dele mesmo. Volta e meia em turras com o Juiz, ou com o Padre. Ficavam dias sem se tolerarem. João pequeno então, (só lhe fazia falta uma boa prosa), ia ao encontro.
Meio distante, os figurões também sentindo falta de um embate intelectual o chamavam. "João, sabe ....João você é isto aquilo.." e ia uma frivolidade qualquer... No que o agóstico, riso solto.
- "Senhor Juiz, só presta neste cafundó o poder intelectual representado pelos senhores. Saiba senhor juiz o elogio é assim feito para agradar. Ele agrada ao que recebe e agrada ao que elogiou se sabe que o destinatário está agradado....."
Juli, Adro - se sintam assim mais que agradados - felizes, porque
estou feliz. pra nunca mais acabar.
andre.
Andre Pessego · São Paulo (SP) · 28/2/2008 21:09
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É simples assim mesmo como se deve ser, Mestre André. Há saberes em todos os viventes, deles deveríamos aprender a nos servir. É oq eu tentamos, penso, Juli, eu e vejo que meu Mestre já o faz há muito. Sinto-me muitíssimo agradado e feliz de mais da conta, como um povo diz.
Terno abraço. (A Juli deixou um beijin de Luanda com recheio de chocolate para seu André... é o que tá escrito)
Adroaldo Bauer · Porto Alegre (RS) · 29/2/2008 00:54
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Eu também fico feliz pra nunca mais acabar, que nem o mestre Andre, com o mestre Adroaldo.
Amei a expressão FELIZ PRA NUNCA MAIS ACABAR!!!
Sintam-se aconchegados, os dois, que estão sempre aconchegando.
Beijos_Meus*
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Lili_Beth* · Rio de Janeiro (RJ) · 29/2/2008 01:22
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Querido Adroaldo:
"Não há baile de máscaras em Palmares."
Quanto requinte pra (re)tratar o inefável!
Lili_Beth* · Rio de Janeiro (RJ) · 29/2/2008 01:26
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Que neste salão não venha a peste ...mascarada nunca mais.
Parabens e não ligue não...tenho
devaneios, mas de cuore pra cuore...
Fico feliz
Cintia Thome · São Paulo (SP) · 29/2/2008 16:16
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Eu, quis aproveitar para abrir a votação.
E vou voltar fazendo alguma consideração.
Andre Pessego · São Paulo (SP) · 1/3/2008 18:15
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Mestre André,
Agradecido e aguardando o retorno a essa vossa casa.
Cintia,
Fico feliz que fiques também, coração grande.
L*L*,
Nefando mesmo.
Continuo muito te amando.
Adroaldo Bauer · Porto Alegre (RS) · 1/3/2008 21:56
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...E como berimbau nunca foi gaita, comemoremos também (no mal sentido, é claro) os 440 anos da partida OFICIAL do primeiro navio negreiro, marco da forçada imigração africana para o Brasil.
(É meu pessoal, depois de começar em 1530, por aí, na marra da invasão, em 1538 o tráfico de escravos para o Brasil foi sacramentado por uma lei. Um parente foi arrastado para cá nesta onda suja.
Comemoremos resgatando os hiatos desta história.
Abs
Spírito Santo · Rio de Janeiro (RJ) · 2/3/2008 12:22
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1568, queria dizer.
Pardon garçons et mademoiseles por mais este errinho.
Spírito Santo · Rio de Janeiro (RJ) · 2/3/2008 12:25
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Diz que é erro, Spirito, apenas quem tem acesso a documentos que formalizaram as vendas das gentee como peça de comércio e lucro vil, não havendo o que compulsar em estas novas terras de el rei, porque queimadas que foram mandadas desde o tope à guisa de pejo, embora safadeza (de safar-se das encroadas cobranças de o amanhã), assim então os que só temos cinzas aos ventos por arauto, podemos até estar certos, mas no dirão errados por falta de acerto métrico, até incautos por nos metermos a gansos, os patos da história como conta a finesse oficial.
Saravá!
Adroaldo Bauer · Porto Alegre (RS) · 2/3/2008 13:32
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Baile de Máscara
é o que ainda se vive hoje em dia,
quem diria, Anastácia,
caiu na mídia, virou poesia.
O mundo tá cheio de mascarados
por todos os lados
e até abusam da fantasia.
Beijo no coração e mui grata pelo convite. Votado!
Dora Nascimento · Olinda (PE) · 2/3/2008 13:48
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Impressionante texto, Adroaldo.
Parabéns. Votado! Beijo
ana wagner · Porto Alegre (RS) · 2/3/2008 14:36
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Adroaldo,
Sua poesia como sempre leva considerações e ilustrações.
Mas como estou viajando, entrei rapidinho.
Li, gostei e votei.
Beijos,
Regina
Regina Lyra · João Pessoa (PB) · 2/3/2008 19:34
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Valeu Papá Bauer. Outra vez, com muita razão.
Beijo no teu coração.
Juliaura · Porto Alegre (RS) · 2/3/2008 20:50
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Querido Adroaldo:
Continua?
Pois que continue... Tudo o que é recíproco, como o teu poema, é verdadeiro... Se estiver sem nexo, coloque um! rsrsrs
Beijos_Meus*
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Lili_Beth* · Rio de Janeiro (RJ) · 3/3/2008 01:00
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L*L*,
Anexo num próximo conteúdo o nexo, posto que deixas-me mudo.
Recolho os beijos teus e dou-te abraço meu.
Juli, menina, não quero a a rzão por ela, mas pela emoção que nos dá perceber o acerto sobre o que virá.
Grato.
Regina Lyra,
Tanta consideração - tu em viagem e pensando em que devesse dizer-me algo or estas nossas linhas, que também são elas de Juliaura. Sou quem deve beijar-te as mãos, querida.
Ana Wagner,
Com agrado e entusiasmo recebo tua impressão. Agradeço.
Dora,
Desnudas o cerne de nossos versos. Esse gato preto está a nos dar a sorte. Bem que por estar perto de ti.
Adroaldo Bauer · Porto Alegre (RS) · 3/3/2008 17:03
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