Eu não quero um amor fácil
posso ser masoquista, sádica
sei lá o que…
pois, quero um amor que me surpreenda
que me ensine muito o não
mas que me ajude a compreender o sim
quero um amor que me assuste
me deixe como louca
mas que me apresente vez por outra à santidade
quero uma amor que me idiotize
me faça de boba
mas que me coloque para repensar,
quero um amor que me escravize
me prenda em seu cárcere bom
mas que me dê asas quando eu necessitar
quero um amor que me desmoralize
me mostre o quanto posso ser má
mas que me conduza ao caminho do meio quando eu precisar
quero um amor que evolua
completando seus ciclos sem cessar
mas que se transforme em amizade diante do meu olhar
quero um amor que me acompanhe
que sobreviva sem estar…
mas que fique por perto no sentir e no pensar
Porque o amor mesmo é aquele
que não precisa se encerrar
Balzaquiana,
Eita!! poesia boa arretada e que me lembra uma das minhas preferidas e que a tenho guardada em meu baú de preciosidades. Só lamento ter sido publicada sem o nome do autor.
Oportunamente a trarei ao conhecimento dos overmanos e overminas, com a devida ressalva que é de um autor desconhecido.
Essa também irá entrar em meu repertório de delicias poéticas.
Beijos,
"Essa" me refiro a "não quero amores fáceis".
Zezito de Oliveira · Aracaju, SE 23/2/2008 11:50
parabéns!!
ótimo poema!!!
abraços,
Olha gostei muito parabens.
veja
http://www.overmundo.com.br/banco/acorrentados
ELIO CANDIDO DE OLIVEIRA IBIA -MG. SE GOSTAR VOTE.
ai que coisa linda isto de amar! Ser tudo e o nada, mas se sentir viva! Lindo!
soninha porto · Porto Alegre, RS 24/2/2008 17:58Um amor entre os limites da sanidade e da loucura... É como deve se viver um grande e verdadeiro amor, penso... Bem colocado assim é um convite... De outra forma, pode ser visto como um cartão de visitas... Hum!... Instigante... Estou em edição com http://www.overmundo.com.br/banco/vazio-1... Caso lhe interesse, apareça... Abraços... Votado!...
Pepê Mattos · Macapá, AP 24/2/2008 22:55
Bal,Adorável espírito estóico (da natureza das coisas iniciaria a razão do ser) para enfrentar e receber o que muita gente anda em busca e sem conta se dar que o têm muitas mais desdenham.
Como cantou Elis: a barra do amor é que ele é meio ermo...
salientando, no entanto, que
a barra da morte é que ela não tem meio-termo
Você tem a manha e o verbo, moça.
bjo.
Querida Katia Barros.
Certa vez, ouvi do Walter Franco o problema é colocar o verbo no lugar certo, e você me parece perfeita.
Beijos
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