Sentar-me à beira d’um riacho
Ãgua fresca a molhar meus pés
A correnteza a levar meu lasso
A natureza a ditar o meu revés
Caminhar à toa respirar ar puro
Na floresta as folhas caindo...
Em que estação estará o meu futuro?
Por quais outonos estará surgindo?
A noite escura a fogueira clareando.
O calor do fogo me aquecendo
Meus pensamentos o silêncio versejando
Com as lembranças que o passado vem trazendo
O futuro, da incerteza, é guardião.
O presente acontecendo é o que importa.
Vou seguindo corpo, mente... E o coração.
Vai deixando entreaberta a sua porta...
O presente acontecendo é o que importa...
E que aconteça... diversos "presentes" como este poema!!
Lindo!! =:^)
Robert Portoquá · São Paulo (SP) ·
Uma Poesia muito bacana de História e dignidade.
O futuro, da incerteza, é guardião.
O presente acontecendo é o que importa.
Vou seguindo corpo, mente... E o coração.
Vai deixando entreaberta a sua porta...
A certeza da beleza permite com motivacáo cantar.
Beleza Pura, merecimento e orgulho de votar.
Parabéns Sempre.
Querido Robert:
Com licença... Chegando nesse lindo coração entre_aberto... Naturalmente!
Beijos_Meus*
*
Amigo Robert, é com imensa satisfação que leio mais um de seus belos trabalhos, parabéns! Abraços
Falcão S.R · Rio de Janeiro, RJ 4/3/2008 15:43
Um belo poema Robert.
Parabéns.
votado.
Um poema assim faz a vida ficar mais leve e bonita.
O "coração entreaberto" perscrutando o futuro ao sabor das estações, da natureza, dos versos....
É muito bonito e desperta a paz em quem o lê.
Adorei.
beijos
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