Ah, não, baby,
Nem tente desviar o rumo
Dessa conversa torta.
Dessas picadas abertas nas matas cerradas
De nossas vidas nós não saímos mais.
Esse nosso nó não se desfaz.
Sou mulher de fogo brando, baby.
Do fogo que dá ponto à sua comida.
Sou seu alimento, baby,
E posso amargar feito jiló,
Arder que nem pimenta,
Ou ser doce de enjoar.
Quem me define é seu tempero,
Seu cheiro, seu olhar.
O post saiu duplicado, sei lá eu porque, e não consigo apagar. Quem tirou a lixeirinha daqui?
Ilhandarilha · Vitória, ES 3/7/2007 09:54
Primoroso poema.
Tiro no escuro. Palavras de fina estampa.
Benny.
o tiro é no escuro, mas a pontaria é sempre afiada. rsrs. Valeu, Benny.
Ilhandarilha · Vitória, ES 4/9/2007 19:37
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