barranqueando de lá, a chuva já vem
se achegue, se abanque pro tereré
na cuia proseamos o escuro da noite
e no amanhecido é outro diz que é
se enrola no pala
que do sul o frio não falha
o borralho logo apaga
o povo se cala
acordada só onça pintada
no escuro a noite adormece
e os anjos dão conta das preces
levando pra Deus como presentes
no silêncio a verdade é mais clara
e a mentira gruda na cara
de quem não nasceu pra semente
Olá, Grande Rangel!!!
Que maravilha versos meu poeta!!!
Agradecido, José
poeta do coração
poeta das cores
preciso ser semente
ser essência de pensamento
Salve, José!!!
Obrigado!!!
Salve, Mariana!!!!
Você é semente, é beija-flor que espalha o pólen e multiplica
vida.
Gosto de sua verve brejeira, Rangel. Eu sou do mato.
Tom Damatta · Araguaína, TO 11/3/2007 22:10
Eu sou bem mateiro, sigo as pegadas do sol no fim de tarde,
fico mangueando a lua prá ver a formosura de seus encantos...
Obrigado!
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