Um conto daqueles que eram narrados nos bancos das praças das pequenas cidades, ou na roda de parentes e amigos, em noites estreladas. Narrativas pacientes entrecortadas por minutos de silêncio que não constrangiam e apenas permitiam os vôos da mente a processar o aconchego daquelas vivências. Havia momentos em que não era bom acordar os demônios. rs.
Adorava ouvir estórias de terror !
Assistir filmes horripilantes e depois, claro, dormir no meio dos meus pais !
(muitos risos )
pois é, Pati. Tinha mesmo isso de dormir no meio da cama. até parece que assombração prá se deitar, primeiro senta-se na beirada prá tirar sapato e meias. rs. obrigado pela visita. beijos.
Marco Bastos · Salvador, BA 17/2/2008 18:32
Marco PoetAmigo, Artista de todas as artes,
Não sei como vou dormir agora... O que menos gostava de ouvir, quando criança, eram histórias de assombração. Mas não deixei de ouvo-las por isto. Fazia parte da 'cadeira na calçada'. Quando começavam, havia todo um ritual, cadê coragem para levantar e dormir. O medo já iniciara... Pois é, continuo com medo...
Parabens, Marco!
Grande beijo,
Regina
pois é, Regina, agora só dormindo entre o pai e a mãe, no meio da cama. rs. como fizemos eu eu e Pati. rs. bom dia, amiga poeta linda. beijos.
Marco Bastos · Salvador, BA 18/2/2008 07:52
Querido Marco,
Depois da assombração ter me conquistado, a leitura finalizada, o adiantado da hora faz-me estremecer... rs...
Bom, querido, vim para vo(l)tar, mas não deixe de esperar-me, com ou sem, histórias encantadas...
Beijos e boa noite,
Regina
E como eu gostava de ouvir contos de terror! Só que depois nada de dormir de tanto medo, pertubava aos demais, rsrs
Adorei te ler, me fez lembrar essa fase.
Bons dias, Regina e Berioliveira. agradeço a presença de vocês nas minhas Noites Fantasmagóricas. rs. - isso é que é sorte, mesmo nessas noites aparecerem duas pessoas tão simpáticas. rs. De fato, o registro dessas histórias escabrosas acontece na infância e na adolescência e resgatar as lembranças daqueles sentimentos nos faz reviver aquelas idades. Aconteceu comigo enquanto escrevia esse conto. O medo que foi associado aos causos na história tornou-se uma coisa risível. Morri de rir ao pensar em uma charrete em disparada, noite adentro em uma tempestade, desfolhando-se em abas de lona, era como se fosse parte do "retorno do exército do Brancaleone". rs. Também me diverti com a figura da mineira falando das assombrações - seus grandes olhos, sua expressão facial dramatizando o relato. Enfim, colei o Dissecação da Risada, esse quadro que procura interpretar o que move o riso, lembrando-me das risadinhas nervosas das crianças diante de tanto descalabro - só rindo para não fazer xixi nas calças. rsrs. Um bom dia. bjs.
Marco Bastos · Salvador, BA 19/2/2008 08:30
Fiz o download, poeta! Mas está votadíssimo!
Um beijo!
Convite aceito, se eu não dormir à noite, cÊ me paga !
Um abraço, Alcanu votou !
Votadíssimo !
kkk
Acreditava que os bichos poderiam esticar os braços ... mas no meio, meus pais me defenderiam !
Eita, que as guirlandas de rosas hoje também vão se arrepiar. rs. Beijo, Aninha. Obrigado.
Marco Bastos · Salvador, BA 19/2/2008 09:56
Rs...Marcos
Assombrações pela manhã existem, arrepiei!
Bom conto, daqueles que criança fica dias chamando pela mãe...
abçs.
Marcos estas pinturas são suas?
Cintia Thome · São Paulo, SP 19/2/2008 09:58
Obrigado, Alcanu. Hoje estou um assombro!.. rs. um assombro...UUUuuuuu. rsrs.
bom dia.
abraços.
Oi, Pati, meu negócio é assombrar: UUUUUuuuuuuuuuu. rsrs. ainda nem escovei os dentes prá não olhar no espelho. rsrs.
Um ótimo dia, e obrigado.
beijos.
Obrigado pela presença, Cíntia.
Pois é, pensa que não, né? "yo no credo en las brujas, pero que las hay, hay..."
Sim Cíntia, essas pinturas são minhas.
bom dia.
beijos
Coisa querida! Maravilhoso teu conto, fiquei aqui torcendo as mãos, lendo, morta de medo, é coisa ainda infância que guardo, medo do escuro, das sombras, e nossa este teu conto está recheado dos fantasmas que assustam minha criança, hehehehe, adorei, to cheia de coragem agora, por ter conseguido ler sem gritar, kkkk manda mais, beijos.
soninha porto · Porto Alegre, RS 19/2/2008 11:19
Marco
Você é um grande contador de históras.
Suas pinturas são também muito bonitas!
Parabéns!
Abraços
Muito boa a história, Marco!
Deliciosa rsrs.
Beijos e parabéns!
Lido e votado! Abçs!
Ju Virginiana Jussára C Godinho · Caxias do Sul, RS 19/2/2008 12:02
Sensacional, Marco!
COmo morro de medo de vampiros e caiporas e fantasmas e assemelhados, fiquei imaginando uma história terrível.
Mas esta foi muito engraçada e divertida.
Adorei.
beijos
Com certeza Marcos, pra desespero da meninada os fantasminhas. RS eu aos seis anos tinha uns duendes que me atormentavam kkkkk, e fiz estragos na madrugada rsrsr... Não foi xixixi! Kakakakakaka, foi uma loucura ao acordar rs, a minha báChica me deu banho nos puxões de cabelo eu chorava e fazia vômitos com o cheiro insuportável grudado no cabelo...
Berioliveira · Vitória da Conquista, BA 19/2/2008 12:58
Marco, com conto NOITES FANTASMAGÓRICAS. nos remete ao “inconsciente coletivo” que povoam o imaginário popular de todas as épocas, de todas as culturas.Estando presente a necessidade de alertar para os perigos da noite, do escuro, do desconhecido, dos mistérios que encobrem, tolhendo e refreando exemplarmente os aventureiros que queiram ousar ou correr riscos. Transformando o cotidiano de pequenas cidades e lugarejos em profícuas incubadeiras de idéias, contadas e recontadas, de memória, pela oralidade, nos espaços sociais onde a gente comum vive e convive.
Parabéns Marco!
Abraços, Sylvia
Essas histórias de terror todos gostam de ouvir, mas depois... sozinho... dá aquele medo...
Muito boa a sua narrativa, Marco. Gostei muito.
Abração, votado!
Fantástico, Marco!!!
Narrativa bem contada, prende a atenção do leitor.
abraços,
Marco,
É uma bela narrativa e excelente conto.
Abraços
Obrigado aos amigos que com sensibilidade e competência ressaltaram pontos importantes desse trabalho e contribuiram para que o mesmo ganhasse novos brilhos. Os depoimentos das reações emocionais diante de vivências na infância e na adolescência ao entrarem em contato com essas histórias exdrúxulas do imaginário de nosso povo, e isso ratifica o caráter de veracidade das reações diante de coisas inverossímeis. A infância é crédula, como falamos eu e todos e , nesse aspecto, principalmente, Pati, Regina, Alcano, Cintia, Soninha, Saramar, Berioliveira e Wander. Análises de estilo e critica literária, como esboçadas por Regina, Nydia, Ana, Ju, Saramar, Wander, Marcos André e Pedro Monteiro também enriqueceram o trabalho no seu todo, desde que o considero formado pelas peças apresentadas e pelos comentários emitidos. Um depoimento importante por nos trazer os conceitos da sociologia das histórias foi realizado por Sylvia, ao nos falar também do inconsciente coletivo que tanto permeia todos os nossos escritos. Por fim manifestações de cunho estético ao olharem para a pintura anexada, como fizeram Cintia e Nydia, reforçando meus referenciais no exercício da pintura. Obrigado a todos por tudo isso que é valiosíssimo e também pelos votos que foram dados permitindo que esse trabalho conste do Banco de Cultura.
Fiquei alegre prá caramba. rsrs.
Boa noite.
Marco, parabéns também pela tela DISSECAÇÃO DA RISADA que objetiva reforçar o território da linguagem, num plano surreal da Arte.
Em todo o espaço como uma potencia vital adormecida explode a risada, dissecada em cérebro, artéria, olhos, dentes, língua , garganta, como num grande grito.
Gostei muito!
Abraços, Sylvia
Obrigado, Juliana e Sylvia. Sim, Sylvia diz-se do homem que é o único animal que ri. Seria a origem do riso a constatação da discrepância entre situações "esperadas" e a que se mostra? Ou seja, no mental o absurdo é engraçado? E é também o riso uma forma de comunicação em direção à aceitação e inserção social - um sinal verde para as interações? Enfim, está aí, o conto e a pintura.
beijos e bom dia.
Grande Marco! Parabéns, mais uma vez. Já deixei meu voto, viu?
Beijos,
Márcia
obrigado, Márcia. Boa noite.
uma ótima semana.
beijo.
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