Uns traçam traços trena reta tinta espaço
- Eu estraçalho o acaso ouso faço versos
Uns usam o tasso limam lixam metem o maçarico
- Eu aplico a tinta pronta tonta errante pelas
curvas das letras
Já outros pegam o barro unhas sujas dedos
dentro fazem anjos limpos a voar
- Eu deixo que voe o verso comparo o barro
à matéria dos meus textos
Depois somos a mesma linha
a última ARTE está nas catacumbas
Gostei desta reflexão sobre a poesia, a luta com as palavras, na construção constante do poema, pura arte.
beijos
Obrigado pela visita e pela força,
conterrânea.
Tens alguma coisa na fila?
quero dar uma olhada.
Abraço,
Carlos Mota
Caro Marcos,
original seu poema, em estrutura ficou muito inspirador e o tema também, e a arte como matéria. O grande finale termina a arte?
Acho que não...os ecos persistem....
Parabéns mais uma vez
abraços
Sir Cristiano,
no final, acaba o poeta
e acaba o pintor
as cores e os versos
são como um grito
no canion
a propósito, se de propósito a
pergunta em ítalo-bras
pegou em cheio
afinal o Cacciola não está de volta?!
obrigado pela visita e comentário,
sempre animador, valeu!
Carlos Mota
- Eu deixo que voe o verso comparo o barro
à matéria dos meus textos
Depois somos a mesma linha
a última ARTE está nas catacumbas
Que as catacumbas, então, sejam eternas
Delas tiraremos os versos.
um abraço
Oi Carlos,
Bela construção, sonhos voando em forma de arte.
Será que morrer também é uma arte ?.
Se pararmos para pensar vemos quanta arte há nas catacumbas ou no cemitério. Paro por aqui, não gosto de pensar na morte, porque ela é arteira!
bjssssssss
me vejo em uma grande roda
sentado cantando estórias
você está lá Doroni Édimo Cristiano
Clara, tantos outros
um levanta a mão
- é sua vez!
............................
beijos,
Carlos Mota
¨Eu estraçalho o acaso ouso faço versos..."
ainda pouco escrevi uma definição para arte e diz assim:
Arte:
atitude
_ e há que ter atitude _
desesperada
_ e há que ter desespero _
de traduzir o indizível
e apalpar o invisível.
Paulo.
Pois é pois é... Parabéns!
Paulo.
a luta com as palavra não é uma luta vã; parece uma luta conínua, mesmo após a morte, posto que a palavra ganha vida em cada leitor(a), se este(a) for participante. Bjos.
graça grauna · Recife, PE 24/7/2008 18:47
obrigado pela visita
Paulo Graça
hei! seus cabelos são
mesmo assim?! como as
asas da grauna!
sim, Carlos, meu cabelo é assim mesmo; tem a cor da asa da graúna. E aí, gostou ou achou esquisito? Bjinhos.
graça grauna · Recife, PE 25/7/2008 10:22
o teu cabelo não nega ...
.... da cor
é verdade?! maravilha!
negro como as asas da grauna
ah! o não acento, de novo, é
em sua homenagem
beijo,
votos à arte e aos traços de Mr. Carlos.
abração amigo
Sir de Melo!
como sempre um genteandman!
gostou do port-ing?! melhor que
no francês hem!
procê e pra Graça
obrigadão pela força,
valeu!
Obrigado Celina
pela visita e pelo voto
beijo,
interssante o poema, parabéns.votei.
O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 25/7/2008 16:11
Carlos,
Muito bom. A ausência de vírgulas, lembra as pinceladas... é arte em fusão. Poemão.
Votei
Abraços overmanos
obrigado W. Marques e W. Coelho
pela visita e pelo voto
abraços,
Uma obra de arte talhada por um poeta que desenha, pinta e brinca com as palavras. votado.
Bjs de lua.
Carlos,
voltando e relendo
Esses ecos que ficam.
bjssssss
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