nossa bandeira, vaso teu?
mijaram no "lindo pendão da esperança",
no pano que ainda é sem manchas e intacto,
no símbolo casto de um povo que amansa
sua alma arranhada de espinhos de cacto
as águias de garras pseudo-soberanas
não podem querer desbotar a viveza
da arara pintada em rubi e turquesa
co'as águas imundas norte-americanas
que mijem nos copos dos filhos da guerra
forjada pela insanidade cruenta,
mas não na bandeira que "tão sempre" agüenta
secar este prantos dos filhos da terra
(a imagem é do ilustríssimo Osvaldo!)
Carlos ETC.
Ler sua poesia me faz voltar a crer
que existe brasileiros que ainda amam esta terra.
belo poema, carlos.
abraço,
Obrigado, grande Firmiano!
Carlos ETC · Salvador, BA 31/1/2007 00:20
Muito obrigado, Marcos!
Carlos ETC · Salvador, BA 31/1/2007 00:21
muito bom.
beijão
Fran
gostei da imagem também
Francinne Amarante · Brasília, DF 1/2/2007 14:20
Valeu, Francinne!
A inteligência da imagem é do Osvaldo!
Agradeço a ele também!
Poderoso poema, linda imagem!
Saramar · Goiânia, GO 1/2/2007 22:28
Muito obrigado, Saramar!
Carlos ETC · Salvador, BA 2/2/2007 01:23
Que beleza, Carlos!!!! E esse "ilustríssimo" é muita bondade sua.
Obrigado, Carlão!!!!
Mas é! Mui ilustríssimo!
Valeu, Osvaldo!
mas essa obra é de um patriotismo inigulável!
a sua ironia é oportuna e cheia de bom gosto.
abraço!
Muito obrigado, Altair!
E volte sempre!
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