O passado volta ao presente:
carregado na música,
trás em suas ondas os sentidos que pregaram no corpo seu rastro
ilastreável: Nostalgia.
O racional
emudece ante o fluxo das idéias contidas
nessa lida: o sal da carne, líquido, no rosto
esculpe a ruga dos ontens... as palavras não são bálsamo algum
agora.
Silencia o peito.
escancara o berro a célula por dentro
a gritar o sentimento que atropela outras letras,
outros sentidos,
costurando viéses alheios à forma
na forma da alma que se derrama
– quase enferma de tão distante,
erma –
desenhando nova geografia imaterial dos feitos de vento,
incêndio de tudo por dentro.
André,
O q posso dizer ? ? ? ? ? ? ? ? Vc inflamou tdo aqui dentro !
Um dos mais belos poemas q ja li, acredite !
bjsssssss ;)
Que final! Maravilhoso, grandioso!
O poema é todo lágrimas...
Gostei demais!
beijos
Lindo poema, parabéns merce meu voto!
Roberto Pelegrino · Campo Grande, MS 16/2/2009 18:33
Salve pessoas!!!
Obrigado a todos pelas gentis palavras...
Tenho andado meioi 'brochado' com o Over... sei lá... falta aquele tesão, aquele 'it'... Vou fechar o 1º ciclo de poesias do Over em um e-livro. Aguardem novas...
GRANDE abraço!!!
A
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