A PRAÇA É DO POVO!”
Não, meu poeta,
A praça é do bandido
Como o céu é do urubu
Nova Praça
Brilhantíssima intertextualidade com o baianissimo Castro Alvez. A crítica do seu texto é bastante pertinente. Os intelectuais, do Brasil, tem se perguntado, porque que o Brasil, diante de tantas barbaridades políticas, não se revolta, não protesta? Você deu uma excelente resposta a essas indagações. Parabéns, super votado.
Luis_SãoLuís · São Luís, MA 15/7/2011 14:26
Na verdade é uma intertualização com os baianos Castro alves e Caetano. Castro Alves diz: "A praça é do povo/ como céu é do condor; Caetano intextualiza : " A praça Castro Alves é do povo/ como o céu é do avião. e tem mais, Drummond, o mineiro de Itabira, intextualizou, tambem, a poesia de Castro Alves. Drummond respondeu:
- Não, meu valente Castro Alves, engano seu. A praça é dos automóveis. Com parquímetro.
abraços!Grato pelo comentário!
não tem jeito pra mim. eu sempre erro no português. na verdade é:intertextualização
Meu caro conterrâneo Paulo Tabatinga.
Eu também quero fazer minha intertextualização:
A praça que é de direito
Um espaço que nutre o vigor,
Porém foi transformada num leito
Desvalido da fé e do amor,
Quem governa falta com respeito,
Mas, resulta do último pleito
Onde o povo foi seu fiador.
A praça é da gramática
como o céu é do poeta
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