Nua!
Deixa ver se entendi se é o que penso
Se me queres mesmo ou é minha fantasia...
Eu me dispo de tudo, até da penugem dourada.
Inclusive as de bem perto, tudo que seja pua.
Disponho meus lábios todos em efervescência,
Lacrimejam, derramam óleo e sumo... Sou tua.
Elege se me preferes por dentro
Se me queres por fora, ou tudo quer.
Nada é sempre igual.
Há diferença se já me penetras
Ou fica um tempo fora de mim.
É minha ausência que desejas?
Eu alucinada? Coisa qualquer?
Mais que seja te atrai sequer?
Preferes já o gozo ermo?
A presença minha perfumada em ti
Era pólen para um louco colibri,
O arrebatamento, o êxtase, amor.
Nem mais me atiças, nem furor?
Onde as doces palavras então só minhas
As fúrias libertadas nos enlaces, a cobiça.
As ondas entusiasmadas, a exaltação.
Dos dias em que até nossa cama quebrou?
Postado por Juliaura Bauer às 14:45 0 comentários
Tô convidando para uma vida melhor à frente olhando a cara suja e feia do passado recente... tão presente.
Juliaura · Porto Alegre, RS 27/2/2008 18:14
Uma BELEZA!
Ah! E entendeste bem...
Abraço
http://interludios.blogspot.com
juliaura, belo poema, com este tema oniprresente do amor ausente e presente, desse amor carne que tamém é espirito... Muito bom Parabéns e meu voto Danlima
danlima · Brasília, DF 27/2/2008 19:19
FELIZ NIVER AQUI!!!!!!!!
ComemorAção!
Tudo não é nada do jeito que foi
Mas será que nada será algo em algum lugar?
Beijokitas*
*
Carlos,
eu até tinha dúvidas se havia entendido tudo em profundiade tanta, mas bem no fundo, bemno fundo mesmo, remexendo, dá pé, embora se possa ficar pouco, porque é de tirar o fôlego. Grata, guri.
DanLima,
A crne te disso, vai correndo atrás do pensamento, que voa serelepe. GRatíssima.
LiLinda,
Tua presença nobre exalta tudo em mim (ia escrever eriça, mas não sei se fica bem e dá rima rica...)
É o Nirvana esse encontro com tu aqui. E, dizem os que nele crêem, é nele o lugar do nada, da perfeição. Só não nos dizem se em ali estando algo é, foi ou será.
Beijin de muito amor por ti, LiLinda.
Agradecida, PBorges. Quase tudo, quase tudo... mas ainda não sei o que falta, se me entendes.
Beijo Africano.
Será que falta algo?- depois de dentro-fora, tudo-nada,longe-perto?
Falta tu: mais te quero ler, mulher.
Paulo.
Paulo,
Deves ter, por certo, lembrança do Anthony Burgess, autor d'A Laranja Mecânica (A Clockwork Orange), que o Stanley Kubrick levou pro cinema em 1971, no milênio passado.
Lá, na língua que o Burgess inventou para fazer mais real a ficção dele, o nome da relação sexual era tira-bota. Vê só a coincidência com o dentro e o fora, puro acaso, se iso existe, que eu só fui nascer há 21 anos.
Enfim, se depender apenas de mim e dos fados, lterás mais de mim para... ler, homem.
Juli,
Eu notei uma coisa que não tinha visto ainda: A rima saltada entre versos. Muito legal, quando muito se espera ela chega, completando a melodia já quase em silêncio,
um abraço, andre.
É curioso que não busco isso, Mestre André, mas como dizem as meninas aqui: pinta.
E eu gosto também, porque me aparece igual assim, retomando o fio da conversa que já ia ficando morna e reaquece a ponto de ferver, algumas vezes, que não é tanto que se pode dar em umas quadrinhas só.
Grata por vossa gentil presença no cantinho meu, que no coração sua incelença já tava, né?
Beijin.
Juliaura.
Muito bem dado o teu racado menina.
Parabéns
Juli,
só agora tive este privilégio
de ler com vagar poema
É minha ausência que desejas?
Eu alucinada? Coisa qualquer?
Mais que seja te atrai sequer?
Preferes já o gozo ermo?
A presença minha perfumada em ti
Era pólen para um louco colibri,
O arrebatamento, o êxtase, amor.
Nem mais me atiças, nem furor?
Ondas entusiasmadas...Adorei.
abçs.
Juli cerebral, sideral, magistral... escreve como alguém que coleciona estrelas no céu da boca.
bjo.
Perdi umas duas estelitas destas que dizes dando bicocas pra teus beijos, Franck.
Cíntia,
Tuas lindas vibrações ondeiam em mim assim, desde aquele teu cantinho que eu gamei (já saíste de lá? Ficha um, eu, tá!?
Agradecida, Monteiro. Tem visto aquele lobo lindão pelaí?
Que bom que tu votou no meu texto e vais me amra, Elio. fico feliz e vou te amar também.
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