Ele viajou em um balão
Para o lugar que sempre sonhou
Conheceu coisas que sempre imaginou
Sonhou em ser ator
Palhaço de circo.
Presenciou uma revolução de amor
Revolucionou seus sentidos
Teve tudo que sempre pediu
Viajando em seu balão.
Viu guerras e destruição
Fome e desunião
Viu a Dona Morte
Olhou em seus olhos
Até que o amor o salvou
E continuou viajando em seu balão.
Foi a uma terra encantada
Nada confuso
Flores e sois... Animais
Tudo tão bom e puro
Até que o amor acabou
Seu sonho morreu
Pereceu desolado
Encontrou a dor e findou
Simplesmente morreu.
Morreu de amor
E não por que o balão furou.
Por quantas situações pode passar alguém e morrer de amor,não é?
Muito bom!
Pois é. O homem é um animal muito louco! Escrevi essa poesia pra um amigo meu, que passou por cada uma, ele ainda não morreu, mas acho que quando for a hora dele, vai ser por amor...
Valeu por ter lido
Beijinho, Aninha.
Lindo , Ana, bem figurativo o teu poema.
Sempre se morre um pouco quando os sonhos vão embora, não é?
Abraços.
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