O Cavaleiro e o Dragão, uma velha fábula de Daniel Duende. Parte 6

foto de Mário Machado. edição no GIMP de Daniel Duende.
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Daniel Duende · Brasília, DF
11/6/2007 · 186 · 32
 

Comecei a escrever a fábula em capítulos O Cavaleiro e o Dragão nos idos de 2004. Publiquei algumas de suas partes, mas terminei por abandonar o projeto. No início deste ano, resolvi retomar esta obra, revisá-la, modificá-la, e voltar a publicá-la.

Esta é a sexta parte da renovada fábula O Cavaleiro e o Dragão. Antes de se entregar a ela, aconselho fortemente a leitura das outras cinco partes já publicadas por aqui:

O Cavaleiro e o Dragão, Parte 1
O Cavaleiro e o Dragão, Parte 2
O Cavaleiro e o Dragão, Parte 3
O Cavaleiro e o Dragão, Parte 4
O Cavaleiro e o Dragão, parte 5



Sem mais. Vamos aos fantásticos fatos...

"Marcos quase não se lembrava de que tinha pais na maior parte do tempo. Mas, quando chegou em casa naquele dia, transtornado e com os olhos injetados de angústia, estes se insinuaram desajeitadamente em seu mundo..."

(para ler a sexta parte de O Cavaleiro e o Dragão na íntegra, clique no botão azul de DOWNLOAD)


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A foto utilizada para ilustrar o post é originalmente de autoria de Mário "Azulão" Machado, mas foi editada por mim no GIMP especialmente para ilustrar a sexta parte da fábula que agora vocês estão prestes a ler.

Gostaria também de ouvir a opinião de vocês a respeito da idéia de ilustrar o texto. Foi um experimento e, se for bem recebido, vou continuá-lo ao longo das outras partes da fábula.

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informações

Autoria
Daniel Duende, fabulista pelo prazer de contar uma boa história encantada.
Ficha técnica
Fábula escrita originalmente entre 2004 e 2005, revisada e reescrita em junho de 2007 especialmente para publicação no Overmundo. A foto "Céu trancado", constante da primeira página do texto, também está publicada no Overmundo.

Foi um enorme prazer revisar e publicar esta sexta parte. De agora em diante, tudo começa a ficar ainda mais interessante...

Caso alguém tenha dificuldade em abrir o arquivo .doc versão word2000 (graciosamente gravado pelo OO.org), posso enviar por email um arquivo PDF.


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Spírito Santo
 

Esta eu também já li e já estou ansioso pela sétima.
me ocorreu um nome para este estilo que eu não sei quem inventou , talvez você (o estilo): isto é Fábula-folhetim.

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 8/6/2007 08:30
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Daniel Duende
 

Olá, mano Spírito! Que bom que gostaste da sexta parte desta fábula. Gosto muito desta parte também. :)

Mas eu gostei ainda mais do nome que cunhaste para este estilo, que também não sei se inventei ou se vi em algum lugar e gostei, mesmo sem me lembrar dele conscientemente. (sei que a Luana Selva, uma querida amiga que também é escritora de fábulas, também usa este formato na publicação de seu Penny Lane. Recomendo MUITO o trabalho dela)

A partir de agora, vou chamar da Fábula-folhetim -- sempre remetendo a idéia ao autor do termo, claro, que muito me honra com ele. :D

Abraços apertados do Verde, e obrigado pela atenção e carinho.

Daniel Duende · Brasília, DF 8/6/2007 13:30
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Leandróide
 

Grande Duende! Tudo bem?

Também concordo com o termo cunhado para designar a tua história. Mas confesso que minha vontade é que publiques tudo de uma vez para matar a curiosidade. O presente episódio foi um dos mais intrigantes até agora.

Bom trabalho!

Abração,
Leandroide.

Leandróide · Florianópolis, SC 9/6/2007 17:00
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Daniel Duende
 

Olá grande Leandróide! Como vai, meu caro cara?

Fico feliz que tenhas achado este episódio um dos mais intrigantes. Ele me é muito caro também. :)
Acho bacana também que concordes com o termo cunhado pelo Spírito -- "fábula-folhetim". É exatamente isso que O Cavaleiro e o Dragão é, e eu gosto deste formato justamente pelo suspense que cria, e pela liberdade que tenho de modificar os próximos passos da história como bem me aprouver. É um experimento e, acredite, provocar a curiosidade dos leitores é parte integrante de seus objetivos.

Abraços apertados do Verde.

Em breve, virão mais episódios da Fábula-folhetim "O Cavaleiro e o Dragão". :D

Daniel Duende · Brasília, DF 9/6/2007 21:52
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Adroaldo Bauer
 

Não, não e não. Não se apresse.
Sim, sim e sim. Palmas, Daniel, você merece.

Todo ser estranho aos ouvidos e olhos do leitor tem um bordão, não te parece.
Esse aí do homem do casaco de penas é uma beleza, só faltou dizer que dava pulinhos a cada sim repetido ou não renovado.
Eu o vi pulando.
É um belo achado.
(Outra coisa que eu esqueci de dizer que aprendi apenas ao final da primeira novela, então apenas em janeiro desse ano da graça que vai em meio quase: deixar pra revisar a parte ortográfica e gramatical só ao fim do todo, porque a inspiração para personagens e trama é o sentimento que determina não a forma em que vai embalado, ainda que nossa língua tenha essa carga emocional potente como nos diz a palavra saudade, por exemplo, que Marcos já tem por Selina. Mais que a saudade, a urgência de sabê-la bem e, se possível, junto a ele.)
Bravo, amigo!

Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 10/6/2007 10:26
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Dora Nascimento
 

E esse cara com chapéu envolto em mistério?
Fábula-folhetim cheia de surpresas essas, hein?

Dora Nascimento · Olinda, PE 10/6/2007 12:01
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Dora Nascimento
 

E votei assim mesmo, às cegas.

Dora Nascimento · Olinda, PE 10/6/2007 12:02
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Juliaura
 

BUUUUUUUUAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHH!BUUUUUUUUAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHH!
BUUUUUUUUAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHH!
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Juliaura · Porto Alegre, RS 10/6/2007 16:08
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Juliaura
 

Pegando um gancho do Magro do Bonfa, personagem de um humorista André Damasceno aqui da terrinha:
- Não me faz te pegar nojo, guri!
Comprei pinhão, pipoca e rapadura. Fiz cinco litros de quentão. Chamei as amiguinhas todas da rua e até de uma vilinha aqui perto. Reunimos na sala, pra onde levei instalado o computador, botei telão e, como sabes que não tenho banda larga, disquei a conexão e... abri o Overmundo no capítulo 6 de O Cavaleiro e o...
Li, em voz empostada, que aprendi na cadeira de Rádio II, linha por linha, e foi chegando no fim. no finzinho, fim do teu danado sexto capítulo e...
CADÊ O DRAGÃO Daniel.
Virou escritor de suspense agora.
Nem uma frazesinha de três palavrinhas que fosse.
Qualquié, duende.
Esse tempão todo e eu aqui no palito, na maior paúra.
Quero o meu dragão.
Só não fiz abaixo assinado e te mandei porque ia parecer assinatura de gaveta que serve de petição pra qualqer demanda.
Quero meu Dragão, já!
Onde já se viu fazer isso com as crianças (tá certo: comas jovenzinhas!)

Sem beijo.

Troquei de mal.
Até o sétimo.
E breve, se não vais ver o que te aguarda.

Juliaura · Porto Alegre, RS 10/6/2007 16:11
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Andre Pessego
 

passei ´menos pra votar que para lhe saudar, andre

Andre Pessego · São Paulo, SP 10/6/2007 16:15
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Daniel Duende
 

Meu amigo Adroaldo. É sempre uma alegria ler e responder teus comentários sempre tão espirituosos e carinhosos.

Não é mesmo curioso o poder que um bordão tem de "presentificar" uma personagem, por mais estranho que ela seja? O bordão do "homem do casaco de penas" veio assim, sem querer. É dele. Quando o estava escrevendo, foi assim que ele falou através de mim. E foi também muito interessante que você tenha visto o pequeno homem pular. Nem mesmo eu havia me apercebido deste detalhe. És um leitor com olhos de águia, meu amigo :D

Sua preciosa dica sobre a revisão está anotada, e, espero, aprendida. Aos poucos vou me libertando de minha obsessão por escrever e corrigir ao mesmo tempo, e vou me permitindo simplesmente fluir. E tem rendido bons resultados. Tenho um conto novo escrito praticamente em duas horas, que só pede agora por uma revisão antes de ser publicado. E é um conto honesto, direto e diferente.

Tenho cultivado muito a minah escrita estes dias, e estou impressionado com o quanto consigo ser produtivo quando me permito ser escritor em tempo integral, por um ou dois dias.

Impressiono-me também com as respostas positivas dos meus leitores. São tantas, e tão positivas, e tão carinhosas, que quero responder a todos com igual carinho e atenção... mas por vezes sinto-me afogado por toda esta apreciação e afeto. É um prazer tão grande, que sinto quase como se fosse explodir ou me afogar nestes elogios todos.

Penso que tudo que posso fazer, mais do que me preocupar tanto em responder pessoalmente a todos, é escrever e escrever e escrever... e dar a quem gosta da minha escrita o prazer de ler tudo que eu puder dar a eles...

É estranho como ser escritor, que é um oficio solitário, tornou-se um ofício extremamente social nestes tempos de internet. Isso dá muito o que pensar. :D


Abraços apertados do Verde.

Daniel Duende · Brasília, DF 10/6/2007 20:09
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Daniel Duende
 

A propósito, meu amigo Adroaldo...
não me dissestes o que achas das imagens. :D

Abraços do Verde.

Daniel Duende · Brasília, DF 10/6/2007 20:10
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Daniel Duende
 

Olá Dora.
Vais descobrir quem é o misterioso narigudo em breve. :D
E posso te assegurar que esta fábula ainda reserva muitas supresas, até mesmo para mim.

Ainda estou curioso para descobrir o que vai acontecer na nova versão do capítulo 11 :D

Beijos do Verde.

Daniel Duende · Brasília, DF 10/6/2007 20:41
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Daniel Duende
 

Ora, minha querida amiga Juliaura... não te preocupes. Acredito que o Dragão virá em breve, se é que não estava lá o tempo todo...

Quem sabe?

Fico muito feliz que estejas gostando tanto de minha fábula-folhetim. A sétima parte virá em breve, e prometo que irá causar ainda mais sensação do que a sexta parte. :D

Beijo do Verde.

Daniel Duende · Brasília, DF 10/6/2007 20:45
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Daniel Duende
 

Meu caríssimo André. Fico muito feliz com sua deferência e apoio. Espero que estejas apreciando meus escritos.

Abraços do Verde.

Daniel Duende · Brasília, DF 10/6/2007 20:47
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Adroaldo Bauer
 

As imagens penumbrosas que publicastes oprimiram em intensidade ainda maior a Marcos.
Não referi porque Marcos mesmo se entendeu com elas, desatando a correr.
Quanto à fabula-folhetim ser acompanhada de imagens, uma ao menos por capítulo, acho isso muito bom. Ajuda a destacar o que vai ser principal ou novo a cada episódio e chama de cara a atrenção do leitor. Isso num jornal semanal seria exigência absoluta de editor. E funcionaria mais que aqui, penso onde há uma profusão de apelos visuais. Até esse quadrinho aqui onde se escreve miudinho tem visu, como diz meu guri aqui ao lado.
Só terá que cuidar da representação do Dragão em figura. Já o descrevestes e terás que ir com ele assim até que o re-descrevas, e não sei teus dotes, mas desenhista dos bons, que precisarás para criar a personagem poderá não alcançar, por exemplo, o coração da Juliaura aí em cima, por exemplo.
Aquele teu comentário lá no postado do cão que vai perder o dono, sobre cinema e literatura, diz mais do que eu quero salientar.
Se já tens o desenho é outra história, estás tentando descrever em texto a figura.
Criar uma figura a partir do texto é a imaginação do desnhista, que será forçosamente diferente da do leitor, de cada leitor.
Tô achando, para horror de tantos quantos estejam me acompanhando até aqui, que vais ter quedeixar o Dragão nas sombras.
Uma saída para as interpretações diversas e uma saída para a ilustração.
Quando o Dragão cuspir fogo, só vai aparecer labareda e narinas, no máximo, os olhinhos de fúria ou paixão ou paxão furiosa ou que seja que o faça cuspir labaredas, certo?
Não sei se recomendei a ti o sítio da Rita Apoena, uma das primeiras matérias que publiquei aqui, o jornal das pequenas coisas?
Ela tem uma receita mágica para a questão dos elogios e do retorno aos que escrevem a ela.

1. Ela responde até que possa.
2. Ela tem tendinite ou tenosinovite ou outra coisa que a deixa mal e sem poder teclar. Aí desativa os comentários.
3. Bate saudade da vontade de responder, ela volta e responde.
4. Sai pra escrever o livro, deixa recado que volta daqui a 60 dias.

Um mimo a guria, além de ser Poeta de ótima cepa.

Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 10/6/2007 21:07
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Daniel Duende
 

Olá novamente, meu amigo Adroaldo.

Que bom que gostaste da idéia das ilustrações dividindo espaço com o texto da fábula. É um experimento com o qual também estou satisfeito, e espero ouvir mais feedbacks a respeito de meus leitores. ;)

Mas não te preocupas. Não me arriscaria a tentar ilustrar o Dragão, ou Amarath, ou Marcos. Não o faria nem com Selina, ou com outras personagens marcantes que ainda surgirão. Prefiro ilustrar com coisas pequenas ou enormes, paisagens e detalhes, que inspiram mais do que aprisionam a imaginação. Aprendi a lição que Tolkien nos deu tão bem em seu livro "Sobre histórias de fadas" e nas ilustrações de seu O Senhor dos Anéis, entre outros. Estas figuras poderosas não precisam ser ilustradas. Já há, espero, uma imagem forte delas na imaginação de cada um. Sempre me choquei com ilustrações que davam rosto e forma a meus personagens prediletos, e detestei quase todas elas. As raras excessões (como o Drizzt Do'Urden de R.A.Salvatore na capa de "Uma Viagem Pelos Reinos" ou a esplêndida representação da morte de Sturm Brighblade aos olhos de Lauranna, feita por Larry Elmore, nas "Cronicas dos Dragões de Inverno" de Nancy Weiss e Tracy Hickmann) eu guardo na memória e no coração. Foi-me uma violência também ver ilustradas algumas personagens maravilhosas de Abarat, de Clive Barker (mas o mapa das vinte cinco ilhas ficou encantador). Eu nunca repetiria o erro de Barker e de tantos outros.

Lembro-me, por fim, da recomendação ao sítio da Rita Apoena. Confesso que só agora o visitei... e gostei. :)

Estou aprendendo, a meu modo, a lidar com todo o carinho de meus leitores. Por hora, prefiro deixar as caixas de comentários todas abertas, e responder os comentários que puder, contando sempre com a compreensão e paciência de meus carinhosos leitores.

Abraços apertados do Verde, meu amigo.

Daniel Duende · Brasília, DF 11/6/2007 04:18
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Spírito Santo
 

"...Voltei...Aqui é o meu lugar!"
Voltei e votei.
Boa sorte.
Abs,

Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 11/6/2007 06:59
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Daniel Duende
 

Obrigado, mano véio Spirito Santo!

Valeu mesmo, pela volta e pelo voto. :D

Abraços do Verde.

Daniel Duende · Brasília, DF 11/6/2007 07:01
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Dora Nascimento
 

Tu já leu Fantasia?
nem lembro o nome do escritor agora...

Dora Nascimento · Olinda, PE 12/6/2007 13:05
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Daniel Duende
 

Não. Ainda não tive oportunidade.
Existe alguma conexão com o desenho ridículo da Disney?

Abraços do Verde.

Daniel Duende · Brasília, DF 14/6/2007 20:50
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Dora Nascimento
 

Nenhuma, valha me Deus!!!!!!!!!!
É isso que tu pensas de mim?
Estou desapontada.
Sem beijo, sem nada

Dora Nascimento · Olinda, PE 15/6/2007 08:47
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Dora Nascimento
 

Está bem, voltei, não gosto de nada pela metade.

a tua fábula tem tópicos coinscidentes muito suilmente com a história do livro "Fantasia" que mencionei questionando-te leitura.
Em ambas as histórias, têm magias, iniciações, um cavaleiro, seu dragão, uma missão da qual ele só vai sabendo no decorrer da história, e além do que dois mundos destintos, o real e o fabuloso e´- supostamente - fictício.
Em fantasia o cavakeiro é um garoto de nome Bastian Baltzar Burx - um nome tão incomum, que, quem o pronuncia com a emoção da entrega - até mesmo em silênciosa pronúnica - jamais o esquecerá.
É um garoto tímido, solitário e medroso, que vive fugindo dos garotos idiotas da escola que o querem bater. Um dia, numa dessas fugas pelas ruas, ele entra - atraído involuntariamente - numa loja, onde um velho esquisito e misterioso o salda e o emoresta um livro onde está escrito "Fantasia". Então, ele numa outra fuga, tranca-se - ou fica trancadao incoluntariamente, não lembro mais - no sotão da biblioteca da escola, num dia de chuva forte, lendo o livro, e aí a fábula começa a acontecer. Ele fica a partir de então voltando de um mundo para o outro, no mundo do livro elecomeça uma iniciação para receber seu Dragão. No mundo real, ele vai se transformando aos poucos, é a inicicção dele no mundo de Fantasia para saber lidar com o mundo sã e normal, dos adultos reais.
Quando ele se entrega às aventuras dentro do livro, as letras seguem verdes por muitas págins, e vai intercalando a volta dele ao mundo real em letras vermelhas.
até ele cumprir a sua missão e devolver o livro a história é finda (?) em letras vermelhas.
é um desses livros lindos, supostamente escrito para crianças.
A missão dele é evitar que a Fantasia morras, porque ela está sendo engolida pelas sombras dos adultos que abandonam suas fantasias ao longo do seu crescimento.
Infelizmente faz muito tempo que o li, emprestado de uma amiga, e não lembro mais o nome do autor, mas vou fazer uma minuciosa pesquisa em sebos e depois te digo.
É impressonante como as ideias imaginativas circulam e entrecruzam-se em mundos distintos.
Tu não concordas?
E agora, será que eu mereço um teu sorriso, verde, Verde?
Concordo contigo em não querer ilustrar os personagens da tua fábula, seria um risco... Gosto que me deixem visualizar seres em imagens abstratas dentro de mim.
Melhor assim.
Outro sorriso? Huuuummmmmmmmmmmmm seria booooooooooommmmmmmmmmm

Dora Nascimento · Olinda, PE 15/6/2007 13:29
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Dora Nascimento
 

Acabei de telefonar para o meu amigo dono do livro.
O nome do autor é Michael Ende, ele escreveu também, História sem fim e Momo. Tudo em fábula.

Dora Nascimento · Olinda, PE 15/6/2007 13:54
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Dora Nascimento
 

amigo da amiga, eu quis dizer.
é a pressa querido.

Dora Nascimento · Olinda, PE 15/6/2007 13:55
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Daniel Duende
 

Ainda não lí, mas descobri que TENHO que ler!
Já estou atrás da História Sem Fim do Ende há um tempão. Vou ver se acho qualquer coisa dele quando for a um sebo novamente.

Abraços do Verde.

Daniel Duende · Brasília, DF 15/6/2007 14:29
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Dora Nascimento
 

Então, voce pode ir fazendo o download no site de resumos que tem na internet (swoog ou algo assim, enfim, você vai saber achar, se botar no google com certeza acha até o telefone do homem do leite).
Aliás, parece que o nome aportuguesado é História Sem Fim, que tem um filme homônimo - apenas homînimo, que os caras não souberam se entregar na viajem, e nem poderiam nunca, as imagens de Michael só quem as vê na sua nitidez abstrata, é quem lê se entregando cegamente, como eu sei e gosto de fazer, e o filme claro, é uma bosta, odiei, fiquei com raiva de ter tido tanta curiosidade.
Aí fiquei confusa com os títulos.
Tenho certeza que você vai viajar na fábula, é simplesmente linda.
Tchau, que tem outro duende no meu quintal, sorrindo mais alegremente.

Dora Nascimento · Olinda, PE 15/6/2007 14:43
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Dora Nascimento
 

Aliás Daniel, eu achava mais interessante você encontrar o livro impresso em algum sebo por aí. A viajem seria mais completa.

Dora Nascimento · Olinda, PE 15/6/2007 14:44
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Daniel Duende
 

É... eu gosto de livros enquanto artefatos, objetos a serem tocados e lidos. Vou achar os livros. Nada de ler na internet. Eu quero "a experiência toda".

Não terei tempo de visitar o sebo aqui no Rio, mas quando pisar em Brasília, vou procurá-lo no Sebinho.

Abraços do Verde.

Daniel Duende · Brasília, DF 15/6/2007 14:55
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Dora Nascimento
 

Eu também.
Gosto de manuseá-los, cheirá-los, apertá-los contra o peito...
Já trabalhei com um livreiro... nossa... eu vivia numa ilha, cercada de livros por todos os lados.
Adoro andar em sebos, e mesmo já tendo te informado o nome do autor, vou lá amanhã matar algumas doces saudades.
Bom... chega né... saturou...
By, by, Baby, Baby, by, by

Dora Nascimento · Olinda, PE 15/6/2007 16:42
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Jairo Oliveira Ramos
 

Beleza de fábula. Ou fábula-folhetim. Espero ansioso pelo próximo capítulo, antes que o tempo escorra levando todos os mundos em espiral.

Jairo Oliveira Ramos · Aracaju, SE 22/1/2008 13:40
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Daniel Duende
 

Muito obrigado pelo elogio e pelo estímulo, Jairo. Leu todas as 6 partes já publicadas?
Espero voltar a esta fábula em breve, tão logo o tempo permitir.

Abraços do Verde.

Daniel Duende · Brasília, DF 22/1/2008 14:45
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