O beija-flor que, há pouco, alegre flutuava
Feito auréola n`ua meiga rosa chamejante
Pelos raios matinais que a flor doiravam,
Débil, quedou sob a roseira, agonizante.
Fora alvejado por uma pedra vil, mortal...
Que duma funda má partiu veloz, certeira,
Pra destruir no coração do Pantanal
O doce beijo do colibri na trepadeira.
Roxas de luto vertem lágrimas tristes flores,
Prantos de orvalho que no chão caem mansinho...
No frio silêncio onde se amargam as grandes dores...
Como os amores que em meu peito deram em nada,
No esmaecer de tuas pupilas, passarinho,
Vejo morrer nos lábios os beijos da minha amada.
LINDO..SUAVE...NOS OLHOS DO PASSARINHO..
GENIAL FRAZÃO..GENIAL!
Colibri...colibri..
Vim votar e ler de novo
Adorei...
Bju
Frazão, que soneto mais belo!
Eu o havia lido na edição rapidamente, sem tempo para comentar (perdão).
Foi como se estivesse lendo Álvaro de Campos, ou outro romântico de igual quilate.
Este ficará guardado entre os meus poemas prferidos, os mais lindos.
beijos
FRAZAO,
que lindo, romântico e rico de imagens.
Como o soneto é resistente, e tu fizestes muito bem.
Abçs de Betha.
Cintia, Maria, Saramar, Betha,
Vocês são colibris que escrevem nas flores belos textos e gentis comentários. Que as pedras dos caminhos nunca voem.
Obrigado.
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