O corpo da noite
O corpo da noite segue...
Com as estrelas no olhar e os lírios a um palmo
Olvida o luar e se enerva com o mar,
Flutua; baila sem sorte. O destino está em si mesmo...
Levanta e voa; coisa à toa - quase sem nexo
Pergunta-me sem sucesso. Empalidece.
Sofre o revés do seu próprio progresso...
Como uma sombra que se faz hirta ao bruxulear da
Última chama,
Deita-se ao vento, traz no colo o acalento, e na tez o
Silêncio cinzento da bruma infame...
Pergunta-me novamente sem sucesso: qual o peso da
Tua alma ?
E segue ameno...no seu tempo...um sorriso discreto...
Quase secreto...
Leve e sereno...
Ótimo poema, Marcos! Deu-me impressão de coisa misteriosa, sombria, secreta e noturna. Usou muito bem as palavras, como sempre!
Abraço!
valeu, mais uma vez, Carlos!!
abração,
Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
A Revista Overmundo está chegando ao fim de sua primeira temporada e você não pode perder a oportunidade de colaborar! A edição nº 6 da revista,... +leia
Você conhece a Revista Overmundo? Baixe já no seu iPad ou em formato PDF -- é grátis!
+conheça agora
No Overmixter você encontra samples, vocais e remixes em licenças livres. Confira os mais votados, ou envie seu próprio remix!