Foi avisado pelo dente caído. O tempo acabara de determinar sua passagem. Encostou-se na cama sem sono. Varou a madrugada com sua imagem desbotada na lembrança. Não assumiu nenhuma culpa. Percebeu-se. Distanciou-se. O cansaço o invadiu na idéia do desgaste físico acelerado. Foi ao banheiro e escovou seus dentes com uma calma jamais alcançada. Ajeitou o travesseiro tranquilamente e dormiu um sono sossegado. Sabia que o tempo não determinaria outra passagem tão cedo. Relaxou.
Tempo, escravo e amigo, mestre e carrasco, inexorável tempo... Sensível e primorosa crônica. Marcos Pontes · Eunápolis (BA) · 19/9/2008 11:34
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Marcos Pontes · Eunápolis (BA) · 21/9/2008 02:19
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Obrigado pela atenção e leitura.
Abração Marcelo Perez · Boa Vista (RR) · 21/9/2008 02:33
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Sabe meu querido marcelo.Deves conhecer ai a fámília Candeias,já foram meus parentes.
Não determina outra passagem.
Receba meu afeto e meus votos. clara arruda · Rio de Janeiro (RJ) · 21/9/2008 07:23
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Cronica muito boa, o tempo urge, grita....HappY mesmo! Cintia Thome · São Paulo (SP) · 21/9/2008 17:21
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muito bom seu texto.votado. O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca (SP) · 21/9/2008 18:55
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Excelente!
Beijos e publicada com mérito Ailuj · Niterói (RJ) · 22/9/2008 00:54
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