Arbitrario
O destino do poema
Que rasgou o mar e o céu
E cair solitário e estranho
No chão do esquecimento
Mesmo que tenha feito
Alegria num coração
Mesmo que tenha conseguido
Reanimar um morto amor...
O destino triste do poema
É a gaveta sempre escura
A folha amarela do caderno
Ou a lagrima da menina infeliz !
Não deixa de ser verdade, isso que falou, Intruso...
Pobres poemas nossos de cada dia...
Abraço!
Falta acentuar o "E" no terceiro verso:" É cair solitário e estranho."
Minha gaveta é um cemitério...e as traças se embebedam de tristes versos esquecidos há tempos.
Parabéns e abração
Nosso tesouro, enterrado entre lembranças disfarçadas, camufladas. Bem real o poema.Ótimo!
brigitte · Goiânia, GO 10/3/2007 19:59Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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