O direito à literatura indígena

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graça grauna · Recife, PE
9/4/2009 · 146 · 61
 

A literatura indígena é um lugar de confluência de vozes silenciadas e exiladas ao longo da história há mais de 500 anos. Enraizada nas origens, esse instrumento de luta e sobrevivência vem se preservando na autohistória de escritores(as) indígenas e descendentes e na recepção de um público diferenciado, isto é, uma minoria que semeia outras leituras possíveis no universo de poemas e prosas autóctones.
A voz do texto mostra que os direitos dos povos indígenas de expressar seu amor à terra, de viver seus costumes, sua organização social, suas línguas e de manifestar suas crenças nunca foram considerados de fato e que apesar da intromissão dos valores dominantes, o jeito de ser e de viver dos povos indígenas e seus descendentes vence o tempo. A tradição literária (oral, escrita, individual, coletiva) é uma prova dessa sobrevivência. Essa tradição é abordada a partir de um conjunto de textos literários indígenas de autoria individual de língua portuguesa, em que se manifesta a literatura-assinatura de milhões de povos excluídos.
A presente reflexão remete as minhas investigações no campo das chamadas literaturas periféricas e dos estudos culturais em Contrapontos da literatura indígena contemporânea no Brasil (tese de Doutorado em Letras, que eu defendi em março de 2003, na UFPE). O referido estudo propõe uma leitura das diferenças em obras de autoria indígena que foram publicadas no período de 2000 a 2002. : Nessa perspectiva, temos:
• a poesia indígena em Metade cara, metade máscara, de Eliane Potiguara (Ed. Palavra de Índio). Eliane fundou o GRUMIN- atual Rede de Comunicação Indígena sobre Gênero e Direitos;
• a “contação de histórias” em Puratig: o remo sagrado, de Yaguarê Yamã (Ed. Peirópolis, 2001). Yamã pertence ao povo Sateré Mawé, isto é, “filhos do guaraná”. Na língua Mawé, “poratim” significa remo, arma, memória;
O saci verdadeiro - de Olívio Jekupé (Ed. Universidade Estadual de Londrina, 2000) - traz um prefácio de Betty Mindlin. Descendente guarani, Jekupé vive na Aldeia Krukutu em São Paulo e tem outros livros publicados. As dificuldades econômicas impediram-no de concluir o Curso de Filosofia na USP;
Irakisu: o menino criador, de Renê Kithãulu (Ed. Peirópolis, 2002). Esse autor pertence ao povo Waikutesu, da região Nambikwara, em Mato Grosso. Trabalha com engenharia de casas indígenas em São Paulo, onde mora há alguns anos;
Meu vô Apolinário: um mergulho no rio da memória, de Daniel Munduruku (Ed. Studio Nobel, 2001). Esse livro foi premiado pela UNESCO em abril de 2003. Em julho desse mesmo ano, o autor também recebeu (pelo conjunto de sua obra) o prêmio Erico Vanucci no 55º Congresso da SBPC. Munduruku é idealizador da Editora Palavra de Índio.

Pôr em relevo os acontecimentos que a mídia, em geral, não conta é uma das características da literatura indígena contemporânea. Em algumas das obras é frequente uma incursão na história do movimento indígena no Brasil e em outros países e reflexões também relacionadas ao papel da Campanha da Fraternidade da CNBB, a exemplo da Semana dos Povos Indígenas de 2002 inspirada no mito guarani – “em busca da terra sem males”.
Gerando a sua própria teoria, a literatura escrita dos povos indígenas no Brasil pede que se leiam as várias faces de sua transversalidade, a começar pela estreita relação que mantém com a literatura de tradição oral, com a história de outras nações excluídas (as nações africanas, por exemplo), com a mescla cultural e outros aspectos fronteiriços que se manifestam na literatura estrangeira e, acentuadamente, no cenário da literatura Nacional.
Como distinguir as especificidades da literatura indígena? Como reconhecer a existência dessa literatura, em meio a tantos “apagamentos”? Quais os pontos de confluência entre os diferentes saberes dos povos indígenas no Brasil ou em Quebec, no Paraguai ou no México, na Guatemala ou no Chile, no Peru ou na Bolívia, levando em conta o processo de transculturação?
Esse questionamento é um convite para repensar “a utopia em seu sentido antropológico como toda possibilidade de sonhar um mundo melhor, todo projeto coletivo, toda idéia que dê sentido à vida e às suas expressões cotidianas”, como observou a antropóloga Luciana Tamagno, no Jornal Porantim (CIMI), em 1999. Esse convite deve estender-se também aos teóricos da literatura, levando em conta que a literatura indígena ainda é pouco estudada em seu aspecto contemporâneo, particularmente em seus aspectos fronteiriços.
Ao contrário do que se pensa, os ventos da aldeia também percorrem o tempo e o espaço compartilhado na Internet, em oficinas literárias, em palestras e em sala de aula nas cidades grandes. Basta um lugar e um olhar receptivos, um leitor atento para o ato de narrar e/ou declamar se expandir igual a “seiva que percorre o corpo das árvores”, conforme intuímos em uma passagem da carta do Chefe Seatle frequentemente citada por escritores(as) indígenas no Brasil.
A Declaração Universal dos Direitos Indígenas considera que todos os povos originários de cada nação com língua, cultura, tradição e espiritualidade diferenciadas da sociedade em que vivem são considerados indígenas, incluindo (entre as manifestações artísticas) a sua literatura (oral ou escrita). Isso faz ver que a escassez de estudos em torno do assunto é decorrência também do preconceito; que a literatura indígena no Brasil continua sendo negada, da mesma forma com que a situação dos seus escritores e suas escritoras continua sendo desrespeitada. A situação não é diferente com relação aos escritores descendentes indígenas e afro-descendentes (Ademario Ribeiro, Carolina de Jesus, Solano Trindade e Gonçalves Dias entre outros). Essa questão ainda não se livrou do prisma etnocentrista.
Desse modo, considero oportuno ressaltar as boas palavras do poeta e crítico Antonio Risério (1993). Em seu livro Textos e tribos, ele nos convida (sob o signo do poeta Sousândrade) a uma leitura da cumplicidade da prosa e da poesia que brotam sem cessar, nos cantos xamânicos e na oralidade, entre outros conhecimentos tradicionais.

Sobre a obra

A Declaração Universal dos Direitos Indígenas considera que todos os povos originários de cada nação com língua, cultura, tradição e espiritualidade diferenciadas da sociedade em que vivem são considerados indígenas, incluindo (entre as manifestações artísticas) a sua literatura (oral ou escrita).

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Autoria
Graça Graúna
Ficha técnica
Graça Graúna. Contrapontos da literatura indígena contemporânea no Brasil. Recife: UFPE (trecho da tese de Doutorado, defendida em 2003).
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LAURO WINCK
 

Muito esclarecedor seu relato. Eu confesso que nem tinha conhecimento de tal volume literários de nossos irmãos.
Volto pra votar!
bjs

LAURO WINCK · Rio Pardo, RS 7/4/2009 12:25
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Aube
 

Seu texto nos traz preciosas informações.
Não cruzemos nossos braços diante do preconceito que nos assola...
A cultura indígena é riquíssima e deliciosa, com literatura da melhor qualidade.
Direito, reconhecimento, liberdade e igualdade.
Parabéns! Eu volto...
Beijos,
Aube.

Aube · Salvador, BA 7/4/2009 12:43
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Ivan Cezar
 

Importante seu trabalho
Aliás, mais do que isso nobre !
Esses povos tem de resgatar sua cultura
Deixar uma herança
Parabéns

Ivan Cezar · São Sepé, RS 7/4/2009 13:00
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Cau Santana
 

Puxa vida, Grauninha!
Sabe que fiquei emocionada!
É a pura verdade. Não tinha ainda pensado nessa questão literária dos povos indígenas. Agora, imagino como deve ser rica. Quantas coisas devemos desvendar aos nossos sentidos.
Parabéns por esse tão belo esclarecimento.
Façamos parte dessa força tarefa.
Vou ler sim o que vc sugere acima.
bjs carinhosos.

Cau Santana · Barreiras, BA 7/4/2009 13:04
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Doroni Hilgenberg
 

Graça,
Não só a literaura indigena, mas também o canto, as arte,
são itens que precisam ser divulgados e valorizados.
Por ocasião do " Flifloresta" , uma cantora indigena ( não lembro o nome- muito linda!) nos premiou cantando o Hino do Amazonas
( entre outros) em lingua indigena .
Foi soberbo, e o auditório inteiro apludiu em pé
bjs

Doroni Hilgenberg · Manaus, AM 7/4/2009 13:14
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Carlos Venttura
 

A valorização e o reconhecimento além do apoio só pssa a ser cumprido apartir de demandas,para que haja a aplicação de politicas publicas voltadas a Valorização, Reconhecimento e Fomento.


Parabéns Graça!

Carlos Venttura · Suíça , WW 7/4/2009 16:45
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Jéfte Sinistro
 

De fato é uma 'modalidade de arte' não valorizada nem 'distribuída' pela grande mídia... Também confesso que meu repertório de literatura dessa origem é extremamente escasso (salvo algum trecho ou outro que leio em algum canto da internet). É importante esse esclarecimento sobre a literatura indígena, para, além da tentativa de trazer a luz do respeito para a tal, despertar o paladar literário das pessoas! Aliás, vou pesquisar agora mesmo alguns dos autores citados em seu texto! Muito obrigado pelo convite à leitura e meus parabéns pelo magnífico trabalho, Graça! É um imenso prazer percorrer suas idéias escritas! Um sincero abraço.

Jéfte Sinistro · Cabo de Santo Agostinho, PE 7/4/2009 18:42
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Roberto Costa Carvalho
 

Seu texto, Graça, faz-nos o coração beter forte, com muito valor. Todos nós, independente de nossas origens, precisamos de que continue e sempre seja vitoriosa em seus empenhos.
Parabéns!

Roberto Costa Carvalho · Aracaju, SE 7/4/2009 19:41
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Roberto Costa Carvalho
 

Paz em Ñanderu

Roberto Costa Carvalho · Aracaju, SE 7/4/2009 19:44
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Agenor
 

Muito bom o teu texto,
De certa forma é um grito contra a opressão exercida contra as minorias neste país impedindo-as de contarem as suas histórias pela falta de oportunidades, fruto das desigualdes raciais. Parabéns pela disposição com que você abraça esta causa que é também a minha e de todos os que são discriminados por constituirem "minorias".
Beijos....

Agenor · Aquidauana, MS 7/4/2009 20:09
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Falcão S.R
 

Graça,

Seria tão bom se todas declarações de direito, independente de etnias, fossem rigorosamente observadas. Infelizmente fica tudo no papel e até mesmo o sagrado direito de ir e vir nos é negado.

Viva nossos irmãos criados pelo Deus único e soberano!

Abraços

Falcão S.R · Rio de Janeiro, RJ 7/4/2009 23:30
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graça grauna
 

É isso aí, querido Lauro. Creio que temos um longo caminho a percorrer com Literatura Indígena. Muito grata por sua presença afetuosa. Paz em Ñanderu.

graça grauna · Recife, PE 8/4/2009 00:50
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graça grauna
 

Aube, querida: preciosa é a sua cordial participação. Oxalá, sejmos reconhecidos no direito, na liberdade, na igualdade por meio também da Literatura Indígena. Paz em Ñanderu.

graça grauna · Recife, PE 8/4/2009 00:54
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graça grauna
 

Ivan, poetamigo: só de mãos dadas conseguiremos manter viva as nossas tradições, a nassa cultura. Paz em Ñanderu.

graça grauna · Recife, PE 8/4/2009 00:56
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Benny Franklin
 

Texto de prima!
Parabéns!

Benny Franklin · Belém, PA 8/4/2009 00:57
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graça grauna
 

Cau, poetamiga: emoção para mim também poder contar com o seu apoio na divulgação da nossa Literatura Indígena. Bjos.

graça grauna · Recife, PE 8/4/2009 00:58
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graça grauna
 

Doroni e Carlos Venttura: vamos torcer pela valorização e pelo reconhecimento da nossa Literatura em vários segmentos da sociedade. Paz em Ñanderu.

graça grauna · Recife, PE 8/4/2009 01:02
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graça grauna
 

Roberto C.Carvalho, caríssimo: primeiramente quero agradecer a sua especial atenção. Suas palavras, seu gesto, deixam-se bastante emocionada e encorajada pra continuar a luta.Paz em Ñanderu, bjos.

graça grauna · Recife, PE 8/4/2009 02:23
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graça grauna
 

Agenor, poetamigo: essa causa é todos nós que constituimos uma das chamadas minorias. Gratíssima pelo comentário. Paz e bem.

graça grauna · Recife, PE 8/4/2009 02:26
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graça grauna
 

Falcão e Benny, queridos: pelo menos vamos garantir o direito de ir vir que é parte também do direito à livre expressão. Paz em ñanderu

graça grauna · Recife, PE 8/4/2009 02:28
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graça grauna
 

Jéfte, poetamigo pernambucano: é um prazer enorme contar com a sua sensível presença nesta reflexão acerca da nossa literatura indígena. Volte sempre. Bjos.

graça grauna · Recife, PE 8/4/2009 02:31
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graça grauna
 

CORRIGINDO:
Falcão e Benny, queridos: pelo menos vamos garantir o direito de ir e vir ...

graça grauna · Recife, PE 8/4/2009 02:33
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Clésio Tapety - Cultura da Paz
 

Importantíssimo trabalho. Sou mestiço, mas também tenho sangue e nome indígena. E tenho sede e fome por cultura indígena. Parabéns. Do seu amigo, Clésio Ibiapina Tipiti.

Clésio Tapety - Cultura da Paz · São Paulo, SP 8/4/2009 07:45
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Meu querido irmão Ibiapina: bom saber que temos a mesma sede e fome por nossa cultura. Paz em Ñanderu.

graça grauna · Recife, PE 8/4/2009 11:44
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Marcelo ShytaraLira
 

Nossa cultura é muito rica...
bjs

Marcelo ShytaraLira · São Paulo, SP 8/4/2009 17:32
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Querido Marcelo: bom seria que todos valorizassem a cultura indígena que é parte da identidade brasileira. Grata pela leitura. Bjos

graça grauna · Recife, PE 8/4/2009 21:16
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Cláudia Campello
 

Quem nao a valoriza ? penso ela ja estar inserida.
e mais espaços todos conquistando... é gradativo.
adoro a cultura indigena... adoro.

bjsssssss;) de quem adora o viver indio.

Cláudia Campello · Várzea Grande, MT 9/4/2009 01:37
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graça grauna
 

C.Campelo: gratissima pela leitura. Paz em Ñanderu, Grauninha

graça grauna · Recife, PE 9/4/2009 08:15
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Cau Santana
 

Abrindo a votação com prazer.
Bjs

Cau Santana · Barreiras, BA 9/4/2009 12:03
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Andressa.Frós
 

Concordo plenamente

Andressa.Frós · São José, SC 9/4/2009 12:17
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O NOVO POETA.(W.Marques).
 

muito bom.votado.

O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 9/4/2009 12:57
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Doroni Hilgenberg
 

voltando
bjs

Doroni Hilgenberg · Manaus, AM 9/4/2009 13:26
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Cau, querida, grata por abrir a votação.
A você, Novo Poeta e querida Andressa Froes, gratíssima também por votar. Abraços, Grauninha

graça grauna · Recife, PE 9/4/2009 13:27
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graça grauna
 

Doroni, seja sempre bem-vinda.

graça grauna · Recife, PE 9/4/2009 13:28
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Falcão S.R
 

Votando!

Bjs

Falcão S.R · Rio de Janeiro, RJ 9/4/2009 14:04
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Cláudia Campello
 

Anauê,
bjssssssssss;)

Cláudia Campello · Várzea Grande, MT 9/4/2009 14:20
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Falcão e C.Campelo: gratíssima por voitar. Abraços de Paz.

graça grauna · Recife, PE 9/4/2009 14:30
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LAURO WINCK
 

Votando em trânsito! Sem Net!
bjs

LAURO WINCK · Rio Pardo, RS 9/4/2009 14:37
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Meu muito querido Lauro: estou muito agradecida por você chegar e registrar seu voto. Paz em Ñanderu.

graça grauna · Recife, PE 9/4/2009 14:42
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Ailuj
 

Sem dúvida vc é uma aula culturam querida!!
Muito bom ler você
Um beijo

Ailuj · Niterói, RJ 9/4/2009 14:43
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Ailuj
 

Sem dúvida vc é uma aula cultural querida!!
Muito bom ler você
Um beijo

Ailuj · Niterói, RJ 9/4/2009 14:44
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graça grauna
 

Ailuj, minha querida: grata, mais uma vez, por sua leitura tão preciosa. Com abraçares, Paz em Ñanderu. Grauninha

graça grauna · Recife, PE 9/4/2009 14:55
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Roberto Costa Carvalho
 

Meu voto, com muita esperança.
Vá em frente, Graça!
Paz em Ñanderu.

Roberto Costa Carvalho · Aracaju, SE 9/4/2009 16:25
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Caríssimo Roberto C. Carvalho: é bom ter você por perto. Grata pela leitura. Abraços.

graça grauna · Recife, PE 9/4/2009 17:24
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Jéfte Sinistro
 

Voltando aqui para registrar meu voto e para aplaudí-la pelo magnífico trabalho, minha cara! Como disse a "Ailuj", és uma verdadeira aula de cultura! Sempre que houver algo novo, por favor, avise-me. Faço questão de deliciar-me na leitura e registrar meu voto e meu comentário. Grato pela ampliação de horizontes que sua leitura me fornece!

Jéfte Sinistro · Cabo de Santo Agostinho, PE 9/4/2009 17:41
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azuirfilho
 

graça grauna · Jaboatão dos Guararapes (PE
O direito à literatura indígena

Um Trabalho Admirável pra orgulhar a nós todos do Overmundo.

Contrapontos da literatura indígena contemporânea no Brasil (tese de Doutorado em Letras, defendida em março de 2003, na UFPE pela nossa amiga Professora Graça grauna).
Fica nosso Elogio e Feliz Páscoa para marcar estes tempos de muita alegria e Graça Divina.
Parabéns.
Abração Amigo

azuirfilho · Campinas, SP 9/4/2009 19:00
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graça grauna
 

Meu amigo Jéfte: é uma emoção recebê-lo, mais uma vez, neste espaço. Grata por seu voto e comentário. Paz em Ñanderu.

graça grauna · Recife, PE 9/4/2009 20:44
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graça grauna
 

Azuir, meu anjo: gratíssima por suas impressões de leitura e por existir. Feliz Páscoa pra você e sua familia. Com abraçares, Grauninha

graça grauna · Recife, PE 9/4/2009 20:47
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Jair Jnusi
 


valeu!!!! votado e aplausos de pé!!!!

Jair Jnusi · Rio de Janeiro, RJ 9/4/2009 23:11
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graça grauna
 

Olá, Jair: grata por votar. Abraços.

graça grauna · Recife, PE 9/4/2009 23:26
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Marcelo ShytaraLira
 

voltei pq tinha que voltar...
logo, o rico tem que ser votado, votei...
bjs

Marcelo ShytaraLira · São Paulo, SP 10/4/2009 20:09
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graça grauna
 

Marcelo, meu querido: você vo(l)tou....rsrs....que ótimo..

graça grauna · Recife, PE 10/4/2009 20:52
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Agenor
 

Prazerosamente
Votado

Agenor · Aquidauana, MS 11/4/2009 01:01
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Querido Agenor, muito grata pela leitura. Bjos.

graça grauna · Recife, PE 11/4/2009 08:49
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Aldy Carvalho
 

Votado.
Devo dizer que não conhecia material bastante intenso desses nossos irmãos ( Vasculhando a ancestralidade - genealogia - parece que corre um Kariri nessa minhas veinhas. Conf. vó.)

Bjo

Aldy Carvalho · São Paulo, SP 11/4/2009 17:28
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Eita que veia maravilhosa, meu querido Aldy! Vamos juntar as forças meu querido Kariri?....rsrsrs.....

graça grauna · Recife, PE 11/4/2009 22:33
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Juscelino Mendes
 

É muito bom ler textos como este, com a sua marca, Graça. Bjs.

Juscelino Mendes · Campinas, SP 12/4/2009 23:39
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graça grauna
 

Juscelino, meu querido irmão em Ñanderu: grata por você existir. Bjos

graça grauna · Recife, PE 13/4/2009 07:51
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camuccelli
 

Quando li,comentei.Agora?...Agora a gente envia e a vida caminha.

camuccelli · Rio de Janeiro, RJ 13/4/2009 14:55
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graça grauna
 

Meu amigo Camuccelli, o agora é também um bom sinal de que estamos no caminho certo. Paz em Ñanderu

graça grauna · Recife, PE 14/4/2009 01:47
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Carlos Mota
 

graça,
teu povo, nosso povo merece mais...
ave graça grauna
beijo,

Carlos Mota · Goiânia, GO 15/4/2009 09:05
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