O GRANDE CAÇADOR.
Estando o couro da onça morta esticado no varal, Todo cachorro urina em cima – dito popular
Localizada na Praça Doutor Carlos, no centro comercial da nossa cidade, o antigo Bar do Edson era ponto de encontro de pecuaristas, clones de fazendeiros, compradores, vendedores e corretores de gado, caçadores, “bera rancho” profissional, cachaceiros e mentirosos de plantão.
Naquela tarde, o conhecido e saudoso deputado Edgar Pereira, no centro das atenções de uma roda, contou uma recente caçada de onça susuarana que fizera nas matas da Jaiba. Incentivado pelo relato, um pequeno criador de gado que estava presente confidenciou, então, que uma onça pintada estava comendo os bezerros de sua propriedade, e propôs aos presentes organizarem uma ação com o objetivo de exterminar a predadora.
Seis participantes da roda, justamente os que não sabiam nada o ramo se apresentaram para a empreitada. No dia marcado, lá estavam eles na sede da fazenda comendo lauta feijoada e tomando uma boa cachaça, a gozarem o maior 0800, enquanto o batedor profissional contratado buscava o rasto da fera pintalgada.
Descobertas as pegadas, e a gruta onde o animal dormia o profissional veio trazer a notícia alvissareira. O anfitrião incumbiu-o, então, de jogar a estopa encharcada de óleo diesel pegando fogo dentro da loca, visando fazer a pintada sair, se expondo como alvo.
Feito o lançamento da estopa incandescente e mal apareceu à cabeça da predadora, foi um festival de tiros de carabinas e cartucheiras. Ninguém queria ficar fora da história. Atingida, a fêmea rolou ribanceira abaixo e no solo recebeu ainda vários disparos de revolver como misericórdia. Quase vira tábua de pirulito!
Irrompeu-se então a maior algazarra dos terríveis matadores farristas, que em seguida jogaram as armas no solo e pulavam e gritavam como numa farândola de diabos.
Neste momento, sem que ninguém percebesse, o macho saiu da gruta e já a meio caminho, em direção ao grupo deu o maior esturro no rumo dos barulhentos. Foi o maior corre-corre!
Mijo pernas abaixo e dejetos líquidos borraram as calcas dos caçadores de meia tigela. Uma cena grotesca e laxativa! Digna de um quadro cinematográfico de Feline,
O dono da casa, conhecedor do terreno, e do caminho mais curto até a sede correu em linha passando por uma cerca abandonada, no que o seu paletó de brim Triunfador amarelo, sem que ele percebesse enganchou em um grampo.
Pensando se achar agarrado pela onça, ele se ajoelhou e sem olhar para trás, disse para a suposta fera: Eu tenho três filhos estudando no Colégio São José, uma esposa doente, internada na Santa Casa e sustento duas irmãs pobres, de feira e tudo, vê se come o compadre Fidelis aqui presente, que é só cachaceiro e rapariguento!
O batedor contratado que acabara de descer do talhado ao ver a cena ridícula, disse: Compadre se desenganche do grampo e caia no bengo, que o macho está solto por aí.
Com a chegada da notícia a Montes Claros, o dito fazendeiro e os “atiradores de elite’ que o acompanhavam passaram mais de um ano sem freqüentar o Bar de Edson.
A figura da onça pintada, ou fera pintalgada, sucinta medo. Contadores de “causos” fazem da onça a tônica preferida nos seus “dois dedos de prosa” a beira das fogueiras, ou à mesa de um bar. Dos diversos tipos desse ágil felino tropical o mais temido é a “onça maçaroca” ou “onça cara de veia”.
Pede-se ao leitor ver as duas histórias de onça descritas no meu primeiro comentário do postado para melhor entendimento.
Prezado Overmano!
Relato em seguida mais duas hilárias histórias de onça pra potencializar o postado e melhor informar ao leitor a mística da prosa Norte Mineira.
O saudoso artesão e comerciante João de Paula Ferreira era mestre na narrativa, um perito em contar causos e sendo meu vizinho de loja, na Rua Coronel Joaquim Costa nos anos 70, no horário de almoço, quando não havia clientes, cabiam dois dedos de prosa. Em uma ocasião relatou-me uma história de coragem.
Daniel fora comprar uns garrotes na fazenda de Durval, na Larga e já à tardinha e estando ambos no curral, enquanto se passava a vista no grosso da garrotada, já que a seleção seria feita na manhã seguinte, de repente uma onça pintada, a mesma que vinha assustando a todos e comendo as reses apareceu e pulou para dentro da "curralama". Os garrotes romperam as traves da porteira e se espalharam pela manga e os dois, vendedor e comprador foi às pressas se esconder num silo alto com teto de palha, que estava próximo.
Lá dentro, no escuro, o comprador não observou quando a pintada subiu para o teto de palha, decerto aguardando que um deles saísse para dar o pulo mortal. O dono da fazenda permaneceu prudentemente encolhido onde estava no meio de uma sacaria.
No centro do silo uma enorme aroeira fazia a sustentação do teto. Durval pôde então perceber, sem, entretanto, entender, quando o visitante tirando os sapatos, passou a subir pelo escoramento central, rumo à fera que já selava as palhas do teto, que chiava com o seu peso. Daniel imaginava que o amigo é que subira para o teto, tendo deixado que ele ficasse em baixo para ser comido primeiro pela onça. Esqueceu o comprador do perigo e subia também no intuito de dar um susto no amigo que, aparvalhado na pouca claridade observava quando o corajoso homem rumava para a morte certa.
O que subia, pensava: vou dar um susto neste medroso O prudente, pensava: ele deve ser doido, o que é que vai fazer com a onça, será que vai furá-la de faca. O valente otário, foi galgando silenciosamente a aroeira, e ao chegar perto do teto afastou jeitosamente, sem fazer barulho, o trancado de palha, numa abertura compatível com o diâmetro de sua cabeça atravessou e deu um grito a todos os pulmões, presumindo assustar o amigo: tá com medo seu frouxo!
A fera pintalgada que até então não estava entendendo nada, deu um esturro, pulou para trás e para baixo, e caiu no bengo! Daniel desabou do silo desmaiado. Quando voltou a si imaginou estar morto e, sabendo a verdade, foi acometido de uma forte cólica intestinal! Borrou as calças muitas vezes, era só se lembrar dos fatos.
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TIBO, O CAÇADOR DE ONÇAS!
Relata-nos o agrimensor mor da terra de Figueira Paulo Moreno, que nos idos de 1960 o ilustre funcionário autárquico aqui dos Montes Claros o "Tibo", no exercício pleno do gozo de férias em sua cidade natal Guananbi, na Bahia, estava no campo em plena caçada no Morro Vermelho, quando ocorreu um fenômeno extra-sensorial.
Munido de uma cartucheira 16, farta munição, cantil de água, "meiota" de cachaça Viriatinha, farofa de galinha caipira, se fazendo acompanhar do seu fiel cão de caça, o Fenômeno batiam as pegadas de duas pintadas. Pelo "pisadô", parecia ser uma maçaroca "erada" e uma cria.
A chapada tem os seus mistérios os seus causos, suas assombrações. O caipora das matas estava na área e resolveu pregar uma peça no caçador maldoso e tomador de "meiotas". O Fenômeno exímio farejador acuou as duas onças no galho de um mulungú.
"Tibo" de arma apontada enquadrou a jugular da onça velha entre a alça e a massa de mira, quando ouviu o choro do cachorro. Acreditem se quiserem, não foi o efeito da Viriatinha, a onça maçaroca levantou a pata direita, apontou a destra para "Tibo" e, pasmem! Vociferou entre dentes: Você não tem vergonha mesmo, não é Tibo! Em outras férias já mataste as minhas duas irmãs e agora queres matar a mim e deixar a minha filha órfã?
"Tibo" gramou o beco pela chapada se fazendo acompanhar na carreira pelo seu fiel cão farejador. Com o coração a sair pela boca, arriou a arma no chão, sentou-se na areia e apoiou as costas em uma árvore. Fenômeno fez à mesma coisa. Passados alguns instantes e estando os dois ainda ofegantes, o Fenômeno olhou para Tibo e falou: Êita Tibo! Eu nunca tinha visto onça falar! Foi à primeira vez!
Foi à segunda carreira de Tibo naquela tarde!
De outra feita, o mesmo Fenômeno, já chegado na idade e estando banguela, acompanhou o seu dono numa caçada de tatu canastra. Acuou o bicho numa moita e partiu para fazer o serviço final. Tibo, de arma em riste esperava o tatu passar correndo, fugindo do seu Fenômeno, para efetuar o disparo.
Não demorou e escutou risadas vindas de dentro da touceira. Foi ver d
Gosto muito, Raphael. Tenho um "causo" para contar também sobre onças. Tive uma jaguatirica como bichinho de estimação... Beijo!
Brida · Salvador, BA 25/3/2009 10:08
AH... Esse conto é dos meus... Como sempre, o Raphael surpreende... Ele é uma onça do escribato.
Parabéns, amigo!
Samuca Santos! Te aguardarei com uma onça na coleira meu caro!
Amarilis Pazini1 Obrigadopela sua presença nopostadodaonça!
Brida! Você é uma pantera!
Amigo Raphael, foram ótimos os relatos. Mas ficou faltando o final do último causo do Tido. O que aconteceu no final?
Gostei muito dos textos. História de caçador das nossas gerais é sempre cheia dessas maravilhas! Grande abraço!
Presado Raphael A D O R E I I I I I I . Estes amigos frequentadores do Bar do Edson deveriam usar calça marron forrada de plástico. Voce não é mole... Mas aquele momento do dono da casa enganchado na cerca é por demais hilário e o pior, Voce pode reproduzir isso aqui no Rio. É só chegar pelas costas e encostar a caneta. Gritar: PERDEU!! PERDEU!! tirar o pé de perto para não sujar. Seus contos maravilha! Adoro seus Causos.Parabéns. Bjs, Mirtes
Rapha! Naquele tempo o pessoal gostava de caçar mesmo...Todo mundo tinha uma cartucheira . Belo relato, interessante de se ler com atenção ate o final. Parabens
Abraços
Histórias & histórias bem contados por você, meu querido Rapha, que é um um caçador de palavras...rsrsrs... nos dá uma visão do universo fantástico das Gerais. Bjos, Grauninha
graça grauna · Recife, PE 25/3/2009 12:20Eita conto pra lá de bom sô , parabéns amigo . Abraçosss
delen · Cotia, SP 25/3/2009 12:25
GRRRRRRRAAAAAAAAUUUUUUUUUUUU !!!!!!!!!
(tu é bão memo, sô...rsrsrsrs...divertidíssimo ! )
abraço, volto...
Gostoso de ler! Muito bom.
volto pra votar
abçs
Rapahel.
Nossa!!!
Nem se sabe qual das histórias é a mais divertida
e nem importa se é verdade ou não...
basta o riso pra valer a pena ter lido teu ótimo relato
de uns medrosos de plantão.
bjs
É sempre muito bom aceitar teu convite para ler esses "causos", menino! Tu contas tão bem que vejo como num filme a cena hilaria, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!
Maravilha, meu Raphinha!
beijos
Raphael, meu querido, parece que as onças também são assunto de roda de fogo e de alambique aí pelo mundo das Gerais. Aqui, na Amazônia, como vc. sabe. a coisa é trivial. Tenho alguns que em breve estarei colocando aqui. Por ora, só fruindo de sua leitura. Parabéns! Volto pasra o voto.
Araço amazônico
Nerito! Parece que excedeu o espaço. Vou colar a história do Tibo novamente!
Mirtes Carvalho! Conte-nos algum conto do se Rio. Bota o hilário para fora!
Isabel Furini! Obrigado pela passagem no postado!
Victor! Só dava caçador e pescador no centro da cidade!Era causo em cima de causo!
Graça Graúna! Conte-nos histórias do seu Jaboatão minha cara. Por aí teve onças também!
Delem! Obrigado pela energia meu caro!
Joe Brasuca! Obrigado pela passagem no postado e pelo esturro!
Lauro Winck! Obrigado pela leitura e pela participação!
Doroni! Ainda se conta dessa por aqui minha cara! Tem mentiroso crônico à beça!
Lena! Obrigado pela energia libriana minha doce overmina! Um beijão de onça!
Anibal Beça! Pór aqui havia uma onças naas matas da Jaiba que eram de grande porte. Foram pdredadas e o couro expostado. Tem causos para mais de metro. Aguardaremos os seus!
raphaelreys · Montes Claros, MG 25/3/2009 15:35
PUBLICO NOVAMENTE A HISTORIA DE "TIBO' QUE SAIU FALTANDO O FINAL!
TIBO!
Relata-nos o agrimensor mor da terra de Figueira Paulo Moreno, que nos idos de 1960 o ilustre funcionário autárquico aqui dos Montes Claros o "Tibo", no exercício pleno do gozo de férias em sua cidade natal Guananbi, na Bahia, estava no campo em plena caçada no Morro Vermelho, quando ocorreu um fenômeno extra-sensorial.
Munido de uma cartucheira 16, farta munição, cantil de água, "meiota" de Viriatinha, farofa de galinha caipira, se fazendo acompanhar do seu fiel cão de caça, o Fenômeno batiam as pegadas de duas pintadas. Pelo "pisadô", parecia ser uma maçaroca "erada" e uma cria.
A chapada tem os seus mistérios os seus causos, suas assombrações. O caipora das matas estava na área e resolveu pregar uma peça no caçador maldoso e tomador de "meiotas". O Fenômeno exímio farejador acuou as duas onças no galho de um mulungú.
"Tibo" de arma apontada enquadrou a jugular da onça velha entre a alça e a massa de mira, quando ouviu o choro do cachorro. Acreditem se quiserem, não foi o efeito da Viriatinha, a onça maçaroca levantou a pata direita, apontou a destra para "Tibo" e, pasmem! Vociferou entre dentes: Você não tem vergonha mesmo, não é Tibo! Em outras férias já mataste as minhas duas irmãs e agora queres matar a mim e deixar a minha filha órfã?
"Tibo" gramou o beco pela chapada se fazendo acompanhar na carreira pelo seu fiel cão farejador. Com o coração a sair pela boca, arriou a arma no chão, sentou-se na areia e apoiou as costas em uma árvore. Fenômeno fez à mesma coisa. Passados alguns instantes e estando os dois ainda ofegantes, o Fenômeno olhou para Tibo e falou: Êita Tibo! Eu nunca tinha visto onça falar! Foi à primeira vez!
Foi à segunda carreira de Tibo naquela tarde!
De outra feita, o mesmo Fenômeno, já chegado na idade e estando banguela, acompanhou o seu dono numa caçada de tatu canastra. Acuou o bicho numa moita e partiu para fazer o serviço final. Tibo, de arma em riste esperava o tatu passar correndo, fugindo do seu Fenômeno, para efetuar o disparo.
Não demorou e escutou risadas vindas de dentro da touceira. Foi ver de que se tratava e o Fenômeno por não ter mais dentes para agarrar o tatu pela borda do casco, o virou de barriga para cima com o focinho e fazia cócegas na barriga do bichinho.
O dito estava para morrer, de rir!
Cada jeito de pegar tatu, hein ?
É onça que não acaba mais, hómi !
Um beijo !
... Foi qdo a onça foi beber agua, kkkkkkkkk
desejar que outro se foda no lugar dele é mta covardia, kkkkk
Meu poeta ReyS, qdo eu era menina (não faz mto tempo assim, rs)
familia pioneira de uma cidade no meio da selva amazonica, fiquei cara a cara com uma onça pintada, aff ! virei pedra na hora, fiz xixi na calça e fechei os olhos.....Deus é pai, a bicha teve sentimento por mim e pelo meu tio, tambem na mesma condição que eu.....kkkkkk
belo e hilario conto,
bjssssssssss;)
Muito legal esses causos.
Caçadores de "meia pataca" quase viram as caças. Com direito a borrar as carças.
Muito boa. A cena ao vivo seria mesmo cinematográfica.
beijão boa
Narrativas de prima, Rapha.
Coisa de quem conhece o meio.
Caosos de onça, caçada e tal dão sempre boa literatura.
Grande abraço!
Caro Rapha,
Depois de um dia estafante e com tantos problemas pedindo solução você me proporcionou momentos de descontração e risos.
Valeu, amigo! As três são excelentes...
Abraços
Cau Santana! Tenho um bau cheio desas de onça minha cara!
Alcanu! Tatu e treiteiro, tem que ter jeito para pegar!
Claudia Campelo! A minha experiencia foi com uma suçuarana preta em Barra do Corda no Maranhão! Como sou tirado a valente na hora do perigo saquei o 38 e olhei a bicha tete a tete!
Branca Pires! São cinematográficas essas cenas. Na hora do pega-para-capar o sujeito borra as calcas!
Wancisco Franco! Por aqui da muita historia de caçador e cacada!
Agenor! Tenho umas 50 no bau meu caro!
Amigo Raphael.
uma historia contada com maestria.
mais uma vez, a preguiça do macho (geralmente os machos são os preguiçosos da natureza), salvou-lhe a vida, o macho felino, quando viu a artilharia deve ter corrido como o vento, largando o corpo da parceira por la mesmo.
A fêmea esperta, corajosa e pro ativa, pulou para ver o que estava acontecendo e morreu na linha de frente, cheia do chumbo dos covardes, lamentavelmente.
um salve a esta felina heróica.
no final, os caçadores eram todos fanfarrões e beberrões e não valiam o que comiam.
Grande abraço.
Su Angelote! Um beijo pela sua presença!
Vilorblue! E opior é que essa história foi real!
Oie!!!
Aqui tb tem onça pintada. Ja vi uma de perto. Mas no zoo... E elas são estremamente lindas.
Perfeito!!!
Beijusssssss
Eita! tö rindo at[e agora aléem de engenhosa prosa, divertida e curiosa toda. Gostei da ponta d unha de arame.
Sussuarana ou pintada as bichinhas, ops! as bichonas são sestrosas, sonsas, astuciosas, treiteras, mas copsdre Rapha, quando de há muito lá nas caatingas, aprendi uma oracãozinha, ó, é eu rezar e a bichona vem deitar mansinha mansinha por djunto de mim.
Abs
Nossa! Histórias de onça já deu ki pro có coo dizem aqui...que nem onça tem...rs. Mais essa tá boa demais! Volto pro voto!
MaluFreitas · Salvador, BA 26/3/2009 19:24
rsrsrsr!!! Que texto hilário!!! A.d.o.r.e.i!!!
Raphael lendo texto bem construídos como esse, me envolvendo nessa história maravilhosa eu penso - "Quando eu crescer quero tentar fazer um texto assim", deslumbrante amigo!!! Tua produção literária é um delírio!Parabéns!
Nossa!!!!
Muito engraçado!!!!
beijo
Doce!!!
conte mais causos...adorei!!!!
Ilia Noronha! Toda mulher é felina que mem onça! Obrigado pela passagem na minha floresta!
Aldy Carvalho! Me mande essa oração. Tenho uma também( já testada e deu certo) por via de dúvidas me dê a sua que pode ser diferente!
Malufreitas! Acabaram as onças de Salvador e ficou as " felinas baianas" que martam por puro feitiço sensual!
Nilcéia Antonioli! É bondade de seu coração. Nos conte a sua história no Over!
Ana Nery! Tenho outros guardados no baú minha cara overmina! Logo os contarei!
Nobre camarada Raphael Reys, homem de multi escritas e de grande diferencial over, votar é pouco.
Aproveito a oportunidade e o convido para assistir HOJE apartir das 17:00 horas no ginásio do SESC o Pocketshow "Samba, Sambadinha e Sambacana" sendo este o encerramento do curso ministrado pela Babaya.
Uma oportunidade de ouvir as diversas vozes do canto montes clarense dividido entre diversos subgeneros do samba como Samba Canção, Samba Jóia, Samba Exaltãção...
Apareça
Grande abraço
bom, mas já vou indo que de onça tenho medo até da onomatopéia...
abraço,
Voltando e votando. Bjs, Mirtes Carvalho
Mirtes Carvalho · Rio de Janeiro, RJ 27/3/2009 12:48
Jurandir Barbosa! Obrigado pelo convite. Tem tempo que não vou ao SESC. Um abraço!
Nilcéia! Um beijo pelo voto!
Carlos Mota! Mulher é mais perigosa do que onça meu caro!
Doroni! Obrigado mina car overmina!
Joe Brasuca! aXÉ MEU NOBRE OVERMANO!"
Mirtes Carvalho! Obrigado pelo retorno!
Nobert Heinz!
Votadíssimo, muito boas essas memórias, só pra variar rs !!!
André Calazans · Rio de Janeiro, RJ 27/3/2009 19:18
grehgrehngrenhgerhrrrrrehgrerehr...
corajoso vc heim ?! conseguiu mirar e atirar....aff !
eu se fosse hoje......de novo me borraria toda, rsrsrsrs
bjssssssss;)
André Calazans! Obrigadop pela passagem no postado meu caro!
Claudia Campello! Mina overmina blonde! Mulher é mais perigosa do que onça!
sempre um ótimo texto, parabéns.votado.
O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 28/3/2009 17:14
Raphael,
Um causo digno de se ouvir a beira de uma fogueira em noites enluaradas.
Valeu!
Abs
W.Marques! Obrigado pelo apoiio meu caro overmano!
Falcão! Uma fogueira tomando uma cachaça boa e comensdo um lauto tira-gosto!
Ontem,re-vi DERSU USALÁ.Hohe leio o seu texto.Você viu o DERSU,sabe do que estou falando.Então veja se não viu.
camuccelli · Rio de Janeiro, RJ 30/3/2009 17:36
Camucelli Esse Dersu um sujeito que falava com os animais. Vou ver!
Sandra Santos! Um beijo pela sua passagem no postado!
Wancisco Franco Obrigado pelo apoio!!
O GRANDE CAÇADOR!
raphaelreys · Montes Claros (MG
Um texto impecãvel. Um Conto Maravilhoso.
Dã até pena, da onça e dos falsos caçadores todos borrados.
Parabéns.
Abração Amigo
Azuir Filho! Grato pela presença meu caro!
raphaelreys · Montes Claros, MG 31/3/2009 16:13
Vando! Obrigado pela passagem no postado.
Agenor! Nunca é tarde para ser feliz!
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