braço tenaz feito o laço
pele curtida do sol
chapéu de palha sem barbicacho
olhos banhados de pantanal
sangue pulsando com cheiro de mato
roupa molhada de chuva e suor
na boca um gosto de guaco
no peito uma medalha de Nosso Senhor
se fala simplifica a vida
calado altera a paisagem
se chora nascem flores coloridas
na risada faz canção de amizade.
Etá Povo Pantaneiro bão!
Lágrimas semeadeiras, riso hospitaleiro...
Lindos versos, belo poema.
Bravo Rangel!
Que nossa canção de amizade seja sempre ouvida...
Rangel Castilho · Anastácio, MS 19/3/2007 11:24Através de suas palavras, senti o cheiro do mato e enxerguei o pantaneiro.
celia p · Florianópolis, SC 21/3/2007 12:33
Mariana, quer melhor imagem que as letras de seu comentário?
Rangel Castilho · Anastácio, MS 21/3/2007 19:55
Celia, esse pantaneiro lhe aguarda por aqui, muito breve!
Não demora...
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