O indivíduo: poema
Despem-se as palavras maduras,
Tecidas no entristecer da aurora,
Rizomas de livres poemas
Patativas de insólito verão
Vocábulos em hostes voláteis
De ordens oníricas,
Fugazes,
Vento que traz e que leva
(os fonemas em conserva)
Para dentro do coração.
E quando acordam as sentenças,
Insípidas,
Sem paciência,
Um verso se jogou da janela,
Na noite serena e bela,
Rebenta sóis, estrelas, centelhas
O mundo se faz de então...
Um verso despencando da janela... rebentando sóis! Que coisa mais bonita, André! Amei este indivíduo! Volto depois... Abçs!
Nydia Bonetti · Campinas, SP 7/10/2007 16:01
muito obrigado, Nydia.
abração,
Marcos,
nós somos o que dizemos, o que sentimos, o que pensamos, o que vemos!Cada individuo é um poema.
Um grande abraço,
Elizete
obrigado, Elizete, pelo comentário.
grande abraço pra você também,
Marcos.
simplesmente belo. A explosão da poesia. A alma do poeta em floração.
Abraços, parceiro.
Noélio
Olá Marcos
Belíssimos versos ( profundos e pra reflexão).
Votado com louvor,
Abcs
Marcos,
pois não é que mesmo em poesias livres cabem rimas
também livres, descompromissadas, um abraço, andre.
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