É a hora certa de morrer na esquina
Num parque já florido, ainda inverno
A demência, a preguiça, a sonolência
A vida tão assim esvaziada e vadia
De certo sem acerto ou mais conserto
Sem pressa de alcançar a primavera
Sem paciência de esperar o verão
Dividida, canceladas todas as saídas.
Queda inesperada, sem volta por cima
É poeta, o inverno das cobranças tantas.......o dia que nos acorda
ás responsabilidades nos mata os sonhos,. haja estrutura emocional!
.....mas sempre desabrocha a flor do bem me quer....e o mal se vai.
O INVERNO DA EXISTENCIA.....traz o verao! pensa. adorei.
bjssssssss;
E por primavera e verão vamos em frente, Cláudia.
Gosto muito da tua presença aqui.
Mais ainda do que comentas, que nos estimula tanto quanto teus beijos.
Ao longo dos últimos 3 anos para mim a primavera não tem mais cheiro de alegria...
Mas, ainda tem cheiro de poesia!
Votado!
Bj gde!!
Grato, Maris Stella. Perdem-se os tempos, menos os momentos, penso.
Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 27/9/2009 18:22Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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