Querida Marluce, seu texto saiu replicado na seção MUSICA e também no TEXTOS LITERATURA.
Voce poderia usar a ferramenta LÁPIS para deletar os textos replicados (excedentes), o que voce acha?
Rangel Castilho · Anastácio (MS) · 5/3/2007 12:14
1 em 1 pessoa achou útil
Sua opinião:
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Bela poesia, sublime!!!!!
Parabéns!!
Rangel Castilho · Anastácio (MS) · 5/3/2007 12:15
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Rangel Castilho,
Não consegui deletar os textos, cliquei no lápis e quando abriu a página de colaboração cliquei na lixeirina, confirmei a remoção e nada!
Complicado!
Vou tentar outras vezes,
Obrigada pela intenção de ajudar-me!
Marluce
Marluce Freire Nascasbez · Carnaíba (PE) · 5/3/2007 17:47
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Rangel Castilho,
Sublime é teu coração que ver beleza nos meus versos, essa
capacidade é uma bela poesia!
Obrigada Rangel,
Marluce
Marluce Freire Nascasbez · Carnaíba (PE) · 5/3/2007 20:06
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Sua opinião:
Rangel,
Os seus comentáriso sobre minha poesia sumiu quando tentei consertar o trabalho que havia repetido, fiquei muito constrangida com isso!
Meu outro texto "o original" está boiando aí na internet,
só ao clicar meu nome é que o texto que já havia sido comentado aparece! Que confussão!
Marluce
Marluce,
Com sua permissão e sem saber se consentes, continuarei escrevendo o seu poema e conforme a seguir.
O que minhas mãos
podem me dar, exclamo Eu.
Se não tenho como usá-las!
Não por faltarem dedos,
ou por ter uma anomalia qualquer.
Sou um pobre e brasileiro.
Fui abandonado à própria sorte,
aonde não existe a possibilidade de encontrá-la.
E por ser um filho de Deus,
vivo a mendigar.
E escravizar a minha alma a pedir,
castigar meu corpo a esmolar
e estirar a mão a me humilhar,
é um castigo menor do que roubar.
Abraços
Marluce, gostei muito do poema.
No último verso, a concordância correta não seria "podem"?
Fica a sugestão!
Abç!
CStur,
Luiz Gonzaga entoava em seus versos um poema VOZES DA SECA de um poeta de minha cidade "Zé Dantas" ...mas doutô uma esmola a um homem que são ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão ...
A intenção do poema é justamente instigar esses questionamentos; que bom que ele lhe causou essa vontade de adentrar em minhas palavras e... completar... discordar!?
O meu objetivo é mesmo esse, provocar tempestades de idéias, que devem ser respeitadas...
O meu poema é simplesmente um grito de alerta para nós mesmos, em todas as situações que nós estamos inseridos nesse universo, que basta de transferir, procurar culpados para mendigar quaisquer coisa que esteja ao nosso "alcance" e ficamos à espera de outrem...
Não querendo ser extrenista! " O pão suado mesmo "bóia", tem mais sabor.
obs: mendigar é mesmo um menor castigo a roubar, mas não nos contentemos isso!
Marluce
Roberta tum,
Obrigada pela retificação, não fatei à aula quando o assunto era concordância verbal. Sou a própria professora, fui mal!Mas valeu!
Muito grata pelo elogio ao poema!
Ah! agora sim, vejo o poema!
Ilhandarilha · Vitória, ES 9/3/2007 09:25adoreio o poema.... fala um pouco de nós "mendigos"! parabéns! abraços!
Celio Soares Jr · Pelotas, RS 9/3/2007 21:54
olá marluce beleza, niguem melhor do que agente para saber o quanto pedir nos deixa amarrados!!! muito bom mesmo...
Lioviola · Carnaíba, PE 19/3/2007 10:39
Celio Soares,
Falando sobre o texto mendigo!
Mendigamos tantas coisas...
Muitas delas às vezes em nossas mãos, mas mendigamos...
É isso mesmo que você falou que eu quiz transmitir em minhas palavras de alma.
Outro abraço!
Marluce
lioviola,
Aquele olá!
Pura verdade!
Sinto minhas mãos e meus não, livres!
Meu coração liberto...
Só mim deixo amarrar querendo!
Mas mendigamos, mendigamos... é como Celio falou acima: o poema fala um pouco de nós "mendigos".
Marluce
Procure na fila de edição ou na de votação a música: HEI GAL
Marluce,
Como vai chamar o a fusão do teu poema, com o nosso? Eu sou quem indaga e no entanto escrevi a fala do mendigo. Tu escrevertes a fala de um transeunte a interpelar, a endagar um mendigo. E destes o nome de mendigo. Estou sugerido que sua parte passe a se chamar: o transeunte. Portanto a minha ficará com o título de mendigo.
O TRANSEUNTE
Por que vives a mendigar
Filho de Deus?
Escravizas tua alma a pedir,
Castigas teu corpo a esmolar,
Estiras tua mão a humilhar-te...
Por que pedes aos outros
Meu irmão,
O que tuas próprias mãos
Pode te dar!
O MENDIGO
O que minhas mãos
podem me dar, exclamo Eu.
Se não tenho como usá-las!
Não por faltarem dedos,
ou por ter uma anomalia qualquer.
Sou um pobre e brasileiro.
Fui abandonado à própria sorte,
aonde não existe a possibilidade de encontrá-la.
E vivo a mendigar,
por ser um filho de Deus.
E escravizar a minha alma a pedir,
castigar meu corpo a esmolar
e estirar a mão a me humilhar,
é um castigo menor do que roubar.
Cstur,
Tudo bem, pode fazer a fusão dos textos, mas meu texto aqui continua "O mendigo"! Como é que eu faço para fazer essa fusão aqui?
Tu parece que és meio travesso,heim?
E persistente! rs.
Fique à vontade, o texto é nosso!!!!
Obrigada pelo convite para, ouvir tua música Hei Gal, me aguarde, estou já já ai!
Fique feliz, o resto não intessa, Marluce
Obridado por me deixar a vontade, como o rexto é nosso, aqui está a fusão
A TRANSEUNTE E O MENDIGO
Pelas ruas lá do Pernambuco.
Lá onde a memória é escrita na pedra.
Lá daquele lugar, de onde os Portugueses
levaram parte do doce da terra.
Anos e anos, através da cana de açúcar.
E que fora deixado, pelo João Pernambuco,
na esperança de tentar
uma melhor sorte, expandir sua arte,
mais do que por lá.
Mas, por lá caminha Marluce
e a alguns dias atrás
indagava à um mendigo,
a um homem estendido na calçada,
feito um obstáculo a ser vencido.
Sem nome próprio a ser referido
e de muitos adjetivos a averbar.
Com um acento típico
impregnando as palavras.
Na segunda pessoa do singular,
Marluce perguntava:
Por que vives a mendigar
Filho de Deus?
Escravizas tua alma a pedir,
Castigas teu corpo a esmolar,
Estiras tua mão a humilhar-te...
Por que pedes aos outros,
Meu irmão.
O que tuas próprias mãos
Pode te dar!
O mendigo podia vê-la.
Mas, em teus olhos
faltavam as esperanças,
coragem e boas lembranças.
Porem a esta interpelação,
mesmo numa sonoridade fraca,
o mendigo a respondeu de pronto:
O que minhas mãos
podem me dar, exclamo Eu.
Se não tenho como usá-las!
Não por faltarem dedos,
ou por Eu ter uma anomalia qualquer.
Sou um pobre e brasileiro.
Fui abandonado à própria sorte,
aonde não existe a possibilidade de encontrá-la.
E vivo a mendigar,
por ser um filho de Deus.
E escravizar a minha alma a pedir,
castigar meu corpo a esmolar
e estirar a mão a me humilhar,
é um castigo menor do que roubar.
E como duas notas de finalização,
a moeda ao cair tilintava
e registrava aquele dialogo,
entre a transeunte Marluce
e um homem que não tem nome.
E nem se sabe da sua história,
ou se tem sobrenome.
Ele é referenciado apenas, com um adjetivo,
naquele lugar, de onde os Portugueses
levaram parte do doce da terra.
Onde a memória está descrita na pedra.
E diz: já foi um dia terra dos Holandeses
e hoje é ritmo e melodia que ferve.
CStur,
Eu venho lá de Pernambuco e um transeunte internetês com seu dialeto típico, dizendo que eu venho do Pernambuco!
Pernambuco é hoje ritmo e melodia que FREVO,ferve na música e na alma dos pernambucamos e aceita agregados, simpatizantes, É uma TERRA acolhedora, só não se sobraram os Joãos Pernambucanos>Muito de nossa riqueza "levaram", mas sobrou um pouco de doce para adoçar
os versos de uma Marluce que procura na poesia alimento para uma alma rica e feliz! Inquieta... mas não sei se João Pernambucano era tão bobo não! Ele quiz passar a perna e a queda veio primeiro!
Nessa história toda sem pé nem cabeça, nem sei que era mais mal-intencionado!
O mendigo, não era!
O transeunte, não é!
Uma maravilha essa fusão!
Marluce
Marluce,
Afinal Você vem lá de Pernambuco. E estava a vontade na situação que sempre desejou. Portanto nas ruas do Pernambuco, nas vias do sentir a vontade na situação, que sempre desejou!
Quando vamos publicar no Overmundo a nossa parceria? E conte mais, a respeito deste João, que tentou passar a perna e o passo foi maior que a perna.
Marluce,
Uma maravilha essa fusão!
E quando virá lá de Pernambuco a resposta sobre a piblicação da fusão do poema?
Cstur,
Pode publicar no teu nome, sucesso!
Marluce
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