Poesia desfraldando o peito aberto,
nó cego amarrando o nascer do sol
no horizonte alheio que não tarda.
Revoluções do espírito sextante
que norteia rumo à tempestade
o inevitável barco da vida,
que afoga a todos
nas ausências dos afagos -
flores pra quando já não se tem mais nada!
Exceto o título,
compreendi o denso poema.
Abçs. Benny.
Caro Benny!!!
O título foi o seguinte: quando escrevo faço-o de primeira, com poucas 'correções', e numa dessas correrias (em meio ao II ENSL) fiz essa 'fast' doação de sangue, tão fast que nem pensei em nome. Já que falaste nisso, que tal o título novo?
Mas antes de escrever o parágrafo supra, comecei a escrever...
quando escrevo
- tentativa de congelar
o sentimento no fogo -
geralmente escancaro o Verbo
e a Alma, por sí só doada à Rua,
doa-se aos prantos e gritos do papel mudo,
chamando-me para violar o instante virgem
dos passos em letras de idéias,
desenhando com as entranhas
a engrenagem que descortina
pontos de fuga para o Agora.
Poesia que gera POESIA,
O título ñ importa. mas a força do verbo que dessamarra o nascer do sol...
... que 'nas ausências dos afagos' vibram em alto e bom TOM na freqüência e sintonia do UNIVERSO!
OM HARI OM!
Não conseguí colocar as fotos... mas tentei, viu?!
Bjs grandes!!!
Flores para quando já não se tem mais nada... Que imagem forte, poeta! Muito bom! Vtdo!
Nydia Bonetti · Campinas, SP 2/10/2007 09:21Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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