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O OITAVO VIOLINO
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 16/4/2008 14:06 · 155 votos · 49 comentários ·  
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overponto
amostra do texto



l946, o velho judeu era um caixeiro viajante aposentado; julgava-se sem família no Brasil, e já gasto pela idade, morava em um hotel na Rua XV, no centro de Montes Claros. Recebera para a sua surpresa, um telegrama, vindo de uma empresa internacional de serviços advocatícios, com filial no Rio de Janeiro, a capital federal, de então.
O comunicado dava conta de ser ele herdeiro único de um rico industrial israelita, estabelecido naquela metrópole. O boss morrera recentemente, e a empresa encarregada das investigações finalmente o localizou como sendo o único parente ainda vivo.
Marcavam data próxima para a reunião de negócios, onde ele assumiria as herdades que lhe cabiam por direto. Visando ir bem aparentado para receber tão expressiva fortuna; encomendou dois ternos de luxo na alfaiataria do Vavá Moreira. Tendo caráter de urgência na entrega. Escolheu entre os tecidos de luxo, um corte de super maré 154 brilhante.
Ao receber a encomenda conforme solicitado, o estrangeiro naturalizado, deu ciência ao alfaiate da herança próxima. Prometeu enviar o pagamento devido pelos serviços por via bancária, tão logo pegasse na bufunfa. Vavá Alfaiate, macaco velho, na vida não acreditando na história, preferiu receber na hora um antigo violino como penhora para não perder de todo o trabalho feito. O caixeiro-viajante entregou o instrumento com lágrimas nos olhos e coriza nos narizes!
Imediatamente após receber como herança uma indústria e demais bens que lhe coube por direito, o estrangeiro veio a falecer ainda no Rio de Janeiro, não remetendo, portanto, o pagamento, conforme projetara. Informado do passamento do cliente, o alfaiate passou a ser proprietário definitivo da peça. Inspirado por Baco, e aproveitando os seus dotes artísticos, Valdelírio (Vavá Alfaiate) promoveu na alfaiataria uma farra, que se tornaria histórica.
Convidou os amigos, para comerem e beberem, escutando o som maravilhoso de um velho violino, recebido como paga do débito. O salão se encheu de gente de todos os tipos durante oito dias. Era um entra e sai de amigos e clientes. Participantes dormindo pelos cantos e nos fundos da alfaiataria. Mulheres da vida vindas da exótica Rua Lafaiete proporcionaram o tom tropical e coloriam o ambiente, emprestando o cheiro dos perfumes românticos da época.
Na terceira noite, as três da matina, Vavá já inebriado e inflamado , passou a tocar um trecho clássico no dito instrumento; quando um outro estrangeiro, captador de raridades e recém-chegado ao hotel que ficava em cima do salão, acordou e; escutando e identificando o som do instrumento, já que tinha formação musical superior, reconheceu os acordes tirados de um divino violino Stradivárius.
O estranho desceu de pijamas, penetrou no salão da orgia, e ficou olhando patético e estupefato a cena que se desenrolava às suas vistas! Em seguida pediu emprestado o instrumento. O examinou, o acariciou e em seguida tocou uma ária clássica. Mostrou-se então interessado em adquirir a peça, propondo negociação, ao que Vavá respondeu: O instrumento que fazia a alegria da farra, não tinha preço. Consta ter o estrangeiro retrucado; Tudo na vida tem um preço, e desafiou o Vavá a pedir um montante bastante alto disse. Nosso personagem, já chateado com a interrupção da comemoração a Baco, e para se livrar do chato, pediu o equivalente a o preço de um carro Ford Bigode novo, veículo de passeio comum na época.
Não sabia o nosso alfaiate que, o instrumento estava avaliado em duzentos mil dólares no mercado internacional!
O estrangeiro mandou buscar um escrevente juramentado em diligencia especial, prepararam o competente recibo, selado oficialmente, e assinado por testemunhas convocadas pelas partes, fechando a negociação.
Em seguida contratou um fotógrafo profissional, este, despertado as pressas, para documentar os fatos e as pessoas. Todos os contratados foram pagos regiamente. Ato seguinte fretou um carro de praça com um chaufeur de confiança e não amanheceu na cidade. Deixou o alfaiate, cheio de dinheiro.
Em 1962, uma religiosa que morava em New York, e que anteriormente já havia feito parte da equipe de enfermeiras-obstetras da Santa Casa de Misericórdia , tendo retornado a Montes Claros, para rever as amigas e irmãs de ordem.
Trouxe consigo uma revista, editada pelo museu de música daquela metrópole americana, onde constava a história da aquisição de um Stradivárius verdadeiro , o oitavo feito pelo mestre músico e artesão, o qual fora adquirido pelo museu, de um captador internacional.
Como eu tinha uma pequena lojinha de armarinhos na Rua Padre Augusto e notando a dificuldade da religiosa para encontrar a alfaiataria do Vavá, no emaranhado de lojas fechei a porta do comércio e a encaminhei até ele.
Da reportagem na revista constavam as fotos que documentaram os fatos na alfaiataria do Vavá da época, da aquisição do violino assim como a reprodução fotográfica do competente recibo.
Nos retratos, os participantes da farra, tendo no fundo, as damas da noite, estrelas noturnas de então e que coloriam a festa exótica.
Perguntei-lhe se arrependera de ter feito tal negócio, por falta de conhecimento e onde deixara de ganhar milhões; ele respondeu que o montante recebido na época, patrocinou vários dias de farras homéricas e inesquecíveis, e ainda sobrou uma grande bolada Faria tudo de novo, finalizou.


sobre a obra
A crônica é um retrato do que acontece a muitos estrangeiros que imigraram para o Brasil trazendo em sua bagagem jóias preciosas ou valiosos objetos de arte, visando com isso, garantir a suas sobrevivências, ou futuro sucesso financeiro. Alguns fugindo das malhas da lei de perseguição política, ou religiosa.
Vivem disfarçados, e alguns são descobertos por captadores internacionais de objetos de arte, verdadeiros Sherlok Holmes ou corretores de jóias preciosas que, localizando o fujão, ou o portador do valioso objeto de arte ou das jóias tentam adquirir o bem a baixo preço.
Criminosos pura e simplesmente, Arsene Lupim oriundos do Butantã internacional que produz cobras criadas, mestres de 171 e, outros larápios ou praticantes de latrocínio que podem estar no encalço das suas vítimas.
A crônica em questão O OITAVO VIOLINO descreve a ação de um captador internacional na minha campesina urbe no pós-guerra.
O enredo poderia ser outro se ao invés de captador, fosse um criminoso internaci


tags: Montes Claros MG textos-nao-ficcao
 
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Autoria   raphael reys
Data   16/4/2008
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raphaelreys · Montes Claros (MG) ·
O OITAVO VIOLINO

Um Texto admirável.
Uma Leitura gostosíssima.
Uma História Fantástica.
Ficou um Trabalho de primeira cheio de distinção e categoria.
trabalho de todo merecimento pra gente exaltaro autor.
Parabéns Amigo.
Receba um Abração vocé merece.
azuirfilho · Campinas (SP) · 14/4/2008 08:21 
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Obrigado mestre Azuir. Sua presença é pura energia! Um abraço!
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 14/4/2008 08:25 
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Caro Raphael Reys,
A sua crônica é interessante e envolvente. Os personagens autênticos e a sua capacidade literária de narrar dão um sabor especial. Nota 10!
abrs,
Rubenio Marcelo · Campo Grande (MS) · 14/4/2008 10:06 
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So oito no mundo e um estava em Montes Claros e ninguem sabia...As vezes eu vi este violino, pois em 57 estava nesta cidade...Acho que o alfaiate ou a familia tem direitos de posse ainda, uma vez que foram enganados por desconhecerem o valor do objeto...Bela descrição de fato acontecido e ignorado por muitos, parabens, abraços
victorvapf · Belo Horizonte (MG) · 14/4/2008 11:29 
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Excelente texto...envolve a gente e deixa gosto de quero mais! Parabéns!

Abraços
Maniefurt · Salvador (BA) · 14/4/2008 11:37 
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Raphael, volto para ler e comentar. Agora, segunda pela manhã, o tempo está escasso.

Grande abraço Guaicuru!
Marcos Paulo Carlito · Coxim (MS) · 14/4/2008 12:13 
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Raphael
Você me fez lembrar uma história que meu avô contava. Ele dizia ter encontrado na rodoviária de Atibaia, um "caipira" com um Stradivárius legítimo. Ele perguntou ao homem onde ele tocava e ele disse que na "congada", nas festas das cidade de Joanópolis, onde ele morava. Meu avô disse que compraria o violino e marcaram um encontro para o dia seguinte. Mas creio o "caipira" não era assim tão "caipira" assim, pois nunca mais apareceu... rss rss
Belo texto, como sempre, Raphael!
Abraços.
Nydia Bonetti · Campinas (SP) · 14/4/2008 12:43 
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Excelente crônica, me prendeu até o fim. Fui montando as cenas enquantio lia, foi muito bom ...Ótima!!!!
Abraços
Cherry Blossom · Dracena (SP) · 14/4/2008 13:35 
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O caixeiro viajante aposentado talvez não soubesse que já era bem rico de posse de tão valiosa peça...
Uma bela crônica.
Abraços.
W@nder · Rio de Janeiro (RJ) · 14/4/2008 13:38 
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Caro Rubênio obrigado pela presença! VictorvapfUm genro do alfaiate me telefonou perguntado se sabia onde o sogro colocou o dinheiro recebido. A crônica já diz que ele torrou em farras homéricas! Nyydia! Vês que outros violonos stradivarius andaram por aí naqueles tenpos! São os caprichos do destino! Cherry Blossom! Viajastes conosco nas trilhas do oitavo violino. Wander! A herança recebida era extraordinária, várias propiedades, fazendas e indústrias no Rio de Janeiro!
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 14/4/2008 14:05 
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Tita Coelho Rapha,
ótima crônica, realista as cenas vem todas na cabeça! Gostei muito!
beijos
Tita Coelho · Porto Alegre (RS) · 14/4/2008 15:05 
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Que tremenda viagem Rapha Reys. Quantas boas estórias não renderam essa profissão de Captador, profissão bem mais louvável que a tão decantada função de Caçador de Recompensas.

Parabéns pela composisão!

Aquele Abraço.
Luis Santana · Rio de Janeiro (RJ) · 14/4/2008 15:16 
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Rapha, suas crônicas são jóias raras, além do talento de escritor que tem tecendo textos com atributos necessário p prender o leitor, vc sempre acrescenta a eles informações culturais valiosas.
Acredito que no museu de música o '8º violino' está melhor guardado do nas noitadas e farras, né?
Gostei muito.
Volto
Parabéns!
Beijos
Alice Poltronieri · Porto Velho (RO) · 14/4/2008 15:23 
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Querido Raphael:

Bela crônica... Envolvente do início ao fim ... Fim? Talvez não ... rsrsrs
Tua escrita permite que teu leitor vá mais_ainda por enredo envolvente.

Beijos_Meus*
*

Lili_Beth* · Rio de Janeiro (RJ) · 14/4/2008 17:44 
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Achei maravilhosa a crônica,me permite aqui um comentário,talvez sem o conhecimento das pessoas que comentaram até aqui.Achei que estando o violino num museu,ainda que adquirido de um captador teve melhor destino num museu.Adorei o texto e sua capacidade de nos encantar com a riqueza de detalhes.
Um fraterno abraço.
clara arruda · Rio de Janeiro (RJ) · 14/4/2008 18:12 
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O que achei interessante foi que o Vavá, nem depois que soube que perdeu bastante dinheiro na tal negociação,se importou...achou que o que conseguiu já tinah sido o bastante...deu p aproveitar bem....,e o 8º violino foi parar num bom lugar...como uma relíquia.No final,todos ficaram satisfeitos...Leitura gostosa e valiosa, como sempre!
E como ultimamente tenho ouvido muito violino,...adorei!!
Parabéns, Raphael!!

Un bacio azurro...
Rai...blue
Raiblue · Salvador (BA) · 14/4/2008 19:40 
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Gostei muito da imagem tbém...delicada...
bjks
Raiblue · Salvador (BA) · 14/4/2008 19:41 
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Rafa anjo, arrasou! O texto é algo que nos permite vivenciar momentos em que ouvi muitas vezes meu avô falar e as lembranças correram em minha mente! Nossa...Que texto! Você é mais um Mestre na arte de nos prender a um excelente texto! Parabéns! Beijos Malu Freitas
MaluFreitas · Salvador (BA) · 14/4/2008 21:29 
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Tita Coelho!É realmente uma viagem no mundo do Stradivarius. Nobre Luiz Santana! Caçadores de recompensas e captadores são aves do trecho. Tem tambvém caçadors de corações femininos, esses, são louváveis! Alice Poltroniere! Como relatas o violino está bem no museu onde sempre deveria estar. Lili Beth! A história segue o seu curso e segue a rota traçada pela imaginasão do leitor, na verdade o verdadeiro dono da história. Raiblue! Vc. está doce no retrato. Me diga quem é o merecedor da imagem de pura emoção. Sou telepata e captei a sua intenção! Um beijo. Cara Malufreitas! Axé pelos seus beijos baianos impregnados de feitiço! Um abraço!
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 15/4/2008 06:32 
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Porque ninguem me presenteou com algo assim!!!
Eta caixeiro de sorte!
Narrativa muito bem escrita e envolvente.Uma história deliciosa para ser contada aos descendentes!!
Parabéns!
Abração!
brigitte · Goiânia (GO) · 15/4/2008 20:56 
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Minha cara Brigitte! É realmente uma história para se contar para decendentes. Muitas ocasiões estamos próximos de um presente assim e ele escapa pela ação do carma ou do dharma! Um abraço acoxado!
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 16/4/2008 06:23 
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Aqui abro sua votação com meu carinho e agradecimento.
Embora sem grande valia meu comentário.
clara arruda · Rio de Janeiro (RJ) · 16/4/2008 07:36 
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Narrativa singular, Raphael. Parabens.Votado com
prazer.
Cintia Thome · São Paulo (SP) · 16/4/2008 07:38 
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voltei/votei...
Beijos...
Alice Poltronieri · Porto Velho (RO) · 16/4/2008 09:27 
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Votado !!!
Rodrigo S.Levino · Rio de Janeiro (RJ) · 16/4/2008 09:49 
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Salve, Raphael!!

Muito bom, amigo.

Mereces o parabéns à oitava!
Rangel Castilho · Anastácio (MS) · 16/4/2008 10:21 
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Clara Arruda! Minha flor lbriana dos olhos verdes, obrigado pelo carinho. Cíntia Thome! Obrigado pelo apoio! Alice Poltroniere! Obrigado pela volta! Rodrigo S.Lenino, aquele abraço overmano nobre irmão!Axé pela sua presença. Caro Rangel castilho! Das Minas de Anastácio, conterrâneo salve pois às oitavavas! Um abraço acoxado a todos!
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 16/4/2008 10:29 
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Bela crônica à oitava, votado abçs
Berioliveira · Vitória da Conquista (BA) · 16/4/2008 10:47 
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é isso...é literalmente não chorar o leite derramado...
muito bom meu caro overmano.

um abraço.
votado

samuel
Samuel Luciano Assunção · Angra dos Reis (RJ) · 16/4/2008 10:53 
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Estou vo(l)tando...
Li novamente essa tua crônica com jeito de Conto e ares teatrais. É cativante a maneira que você escreve...
Beijos
Cherry Blossom · Dracena (SP) · 16/4/2008 12:15 
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Berioliveira! voltastes e votastes à oitava. Samuel luciano! Valeu em Vavá a disposição. Ele faleceu re4centemnete já aos 92 anos e ainda firme. Cherry Blossom voltastes, vistes e votastes na hiatória de Vavá e o Oitavo Violino! Um abraço overmano a todos.
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 16/4/2008 13:49 
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Voltando para os merecidos votos.
Grande abraço.
W@nder · Rio de Janeiro (RJ) · 16/4/2008 13:58 
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Obrigado pela presença caro Wander! Um abraço!
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 16/4/2008 14:05 
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Raphael,

A narrativa está excepcionalemnte bela. A princípio pensei ser conto ou romance, mas ao descobrir ser material de cunho histórico fiquei admirado. É, sem dúvida, um estilo particular e muito interessante de reportar acontecimentos.

Parabéns pela verve agradável que desperta o interesse e prende a atenção.

Grande abraço Guaicuru!!!
Marcos Paulo Carlito · Coxim (MS) · 16/4/2008 14:06 
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Caro overmano Marcos Paulo Carlito. Obrigado pelo abraço Guaicuru, e pelas energias do Mato Grosso! é na verdade um reportar os acontecimentos, fui personagem tardia da história! Um forte amplexo!
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 16/4/2008 14:12 
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Sempre com boas narrativas. Passo e deixo um abraço.
Regina - poesia em volta · Volta Redonda (RJ) · 16/4/2008 14:13 
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VO(L)TANDO para ver se ainda estou na estória, pois na história sei que estou... Está "regido"! rsrsrs

Beijos_Meus*
*
Lili_Beth* · Rio de Janeiro (RJ) · 16/4/2008 14:21 
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Raphael,
Interessante como o Vavá não se importou ao saber
que havia perdido muito ao fazer a negociação...(difícil isso p/pobres mortais).
Informações valiosas de nossa história...
Parabéns pela belíssima crônica!
Votadíssimo!
Beijos...

Yasmin Backer · Rio de Janeiro (RJ) · 16/4/2008 16:12 
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Vo l to!
victorvapf · Belo Horizonte (MG) · 16/4/2008 18:29 
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Um voto e um beijo...
Que bom q gostou do retrato...
Rai...blue
Raiblue · Salvador (BA) · 16/4/2008 20:47 
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Cara Regina! Recebo mo seu abraço! Lili Beth!Vc. está na história da minha emoção! Yasmim Backer! Beleza nórdica! Obrigado pelos beijos valiosos a um coração carente! Nobre Victorvapt! Veio, viu e votou! Raiblue! Raiblue! Vc. está um poço de sensualidade lunar e azul nesse retrato com um sorriso malicioso. Cheio de truques femininos. A mulher é metade anjo e metade demônio!
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 17/4/2008 06:27 
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Vo(l)tei. Belo texto.
Ana Kaya · São Paulo (SP) · 17/4/2008 08:27 
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Ana Kaya! Veio, viu e votou. Leva agora um abraço acoxado e um beijo curraleiro!
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 17/4/2008 08:37 
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Caro Rhafael,já estava sentindo falta dos seus ótimos textos e que bom que esetjas de volta são e salvo dessa terrível dengue
Um beijo grande!!!
Ailuj · Niterói (RJ) · 17/4/2008 10:57 
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Cara Ailub! Para ganhar esse seu beijo grande de uma loura fatal dos olhos verdes que venha dengues! Vc. está o máximo no retrato! Um abraço overmano!
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 17/4/2008 14:32 
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Bela crônica Rafa, belíssima..pprincipal/ que eu tenho uma relação mágica com o violino apesar de ter estudado por apenas 5 meses.. por pura e cruel incapacidade. descobrir onde estava a fatídica nota me enlouquecia. tem q ter ouvido apurado pra coisa
Thiers · Niterói (RJ) · 20/4/2008 00:23 
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rapha!
sua crônica além
de um belo texto literário
navega nas águas turvas (e muitas vezes, mesquinhas)
dos interesses humanos e seus jogos de poder...
trouxe-me à baila
a importância, como diria boaventura de souza santos
de uma sociologia das ausências
e das emergências
para que possamos,
a partir da reciprocidade,
traduzir o cotidiano
e a invisibilidade do que não é oficial...

abraços ternos!
fernando ciscozappa · Belo Horizonte (MG) · 20/4/2008 11:46 
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Querido Rhapha: depois de um longo tempo afastada (problemas no computador), estou de volta para registrar meu voto a sua crônica que registra com sensibilidade a inquietação do ser estrangeiro. Com abraçares, Graça Graúna
graça grauna · Jaboatão dos Guararapes (PE) · 21/4/2008 00:50 
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Caro Thiers! Beleza que voltas para ouvir o Oitavo Violino! Caro Fernando Ciscozappa! tEMOS MESMO QUE TRADUZIR O COTIDIANO MEU CARO OVERMNAO. oBRIGADO PELA VISITA! Graça Grauna! Ainda bem que voltas e nos trás o seu abraço!
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 21/4/2008 10:00 
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