o peru e o pavão
bafafá, alvoroço no terreiro!
um entrou, o outro monta a confusão,
vai rolar bica-bica e bate-asas:
sim, dois egos inflados – contramão!
canta galo, galinha apavorou-se,
os pintinhos se acuam (que agonia!),
mas o velho d’Angola, incorporando,
rabiscava na terra e predizia:
“galinheiro é pequeno pr’eles dois,
essa rixa já foi longe demais...
ou se ajustam aos moldes do poleiro,
ou se acabam nos próximos natais”
huhu!
eu vi no blog e vim logo aqui pra dar minha opinião:
AMEI!
quando entar em votação eu volto viu?
bjO
Valeu, Tinah!
Agradecido demais!
Abraço
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Pois é Carlos, o natal tá chegando...
Acho que os perus levam desvantagens. Em compensação, o carnaval vem logo em seguida, dai ser a vez do pavão se dá mal.
É engraçado o teu poema, mas tem muito a ver com tudo.
bjs
Pois é, Branca...
Os bicudos que se entendam e nos deixem quietos em nosso bom e velho poleiro, hein? (risos)
Obrigado pelo comentário!
Abraço
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Carlos,
Cuidado com esses dois, pode não sobrar nem terreiro, nem polerio, nem galinha, nem pintinho.
Muito bom seus versos.
Um abração.
Se preocupe, não... o destino deles já tá certo!
E o galo fez o seu papel: ouvindo o conselho do velho galo d'Angola, cantou alto pra afugentar o assombroso clima de guerra.
No terreiro, a poeira já tá baixando aos pouquinhos...
Abraço
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Volto para os votos.
bjs
Valeu, Branca!
Abraço
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voltei
e
votei!
como sempre, versos muito bons carlos e engraçados também.
bjO
Valeu, Tinah!
Esses são personagens de fábulas reais... (risos)
Abraço
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Terrível vaticínio. E o pior é que é certo: o natal os espera.
Poema com humor, para nós, claro. Não dizem o mesmo o pavão e o peru.
abcs
Em outros mundos, o pavão e o peru também estão sujeitos a coisas parecidas... eles que não fiquem ligados...
Agradecido por sua presença aqui, mestre Leandro!
Abraço
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Carlos ETC · Salvador (BA)
Arruaça no galinheiro.
inusitada.Confusão.
Ficou pequeno o puleiro.
Pro peru e o pavão.
Não pode virar moda.
Temos logo de interceder.
Garantir Paz nesta roda.
E nada de mais transcender.
Muito gracioso, Muito bem feito.
Uma Ilustração lindissima.
Uma aura de simpatia e agradabilidade.
Passa confiança pra gente versificar e brincar.
Um Abraço Amigo.
Carlos,
humor e profundidade em teu poema.
Gostei da variedade de sentidos que podemos tirar deles. Bem propício a momentos de "egos inflados"!
Abçs de Betha.
Fala, Azuir!
Obrigado por tua presença aqui!
Grande abraço!
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Pois é, Betha!
Por que não dizer: lições do galinheiro, né?
Obrigado por teu comentário!
Abraço
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Adorei Carlos!
Eita galinheiro movimentado! Que a poeira baixe depressa...
Vamos publicá-lo!
Bjs!
Valeu, Nydia!
Agradeço pelas palavras e te garanto:
a poeira já está baixando!
Abraço
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Carlos,
Obrigado pela visita e pela sua presença aqui com essa pérola cordeliana.
Aproveito o fim-de-ano
Pra entrar nesse repente
E lançar o meu tucano
Que é uma ave diferente
Pra brigar nesse terreiro
Com o Pavão e o "perueiro"
E quem ficar em primeiro
Vai comer peru com a gente.
rsss
Eu é que agradeço a embolada com outro repente bacana!
Obrigado por seu comentário!
Abraço!
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