O peso do nada

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Pepê Mattos · Macapá, AP
4/8/2007 · 86 · 15
 

Ausência de ar,
lufada de coisa morrida.

Em frente ao espelho
já não sou eu a me olhar.

Se algo naufraga de sentido
eu, afoito, aprisiono.

A solidão por vezes me preenche.

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Pepê Mattos
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Benny Franklin
 

Ai, Cara...!
Tua Poesia me faz lembrar de Marven, Meu Brother, que segue e planta Vida, ai, no Oiapoque.
Tal a beleza da inspiração ora cuspida, me veio o charme da lembrança remastigar o sentimento baldio... Distante.
My Bhother is May Brother...
Sim. Saudades que se apertam a meu dorso em meio às tuas belas palavras que nada me dizem dizendo...
Que nada podem fazer diante das lágrimas que teimam em cair...
Valeu, Poeta...
Há um Brocardo que diz:
"Quando uma lágrima rola, é porque,
por certo, o Poeta fez o ácido coalhar..."
Abçs.
Benny Franklin

Benny Franklin · Belém, PA 1/8/2007 07:35
2 pessoas acharam útil · sua opinião: subir
Pepê Mattos
 

Valeu, Benny... Assisti dia destes "Pergunte ao pó", achei belo, embora descaradamente hollywoodiano... Fante é pai de todos os beats, que cuspiam na decrépita Hollywood e namoravam o panteão literário sob o luar desértico de qualquer highway que levavam do nada para ligar nenhum... Ainda vens por cá? Ou já viestes? Abraços.

Pepê Mattos · Macapá, AP 1/8/2007 07:47
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BETHA
 

Oi, PEPÊ,
que bom te "ver"!
Voltou inspirado, hein?
Lindo este teu poema.
Abraços de Betha(estou na edição, tá legal?)

BETHA · Carnaíba, PE 1/8/2007 08:21
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Pepê Mattos
 

Oi, menina Betha, vocês são minha inspiração, meus amigos do cyberlivro Overmundo... Vou lá ns aua edição... Abraços,

Pepê Mattos · Macapá, AP 1/8/2007 08:50
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Cida Almeida
 

O eterno espelho, a eterna corrente da vida... E a gente tentando aprisionar o sentido, algum sentido... E eu aqui, sempre me reconhecendo, profundamente, no espelho da sua poesia.

Beijo grande!

Cida Almeida · Goiânia, GO 1/8/2007 09:29
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Pepê Mattos
 

Cida, você foi certeira... Em muitos de meus trabalhos, o espelho é um objeto que aparece sempre... Talvez seja porque eu não seja muito de encará-lo no dia-a-dia... Verdade... Não sou muito de me olhar no espelho... Ou, ao espelho... Nem pra retocar algo irretocável em minha estampa, nem para conversar com meu eu alter-tudo... Ou alter-nada... Aliás, só loucos conversam consigo mesmo... E o mais curioso: dizem ouvir a voz de si mesmo noutro amplificada...

Pepê Mattos · Macapá, AP 1/8/2007 09:45
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Marcos André Carvalho Lins
 

legal, Pepê.
muito bom!!!
abraços,

Marcos André Carvalho Lins · Recife, PE 3/8/2007 19:47
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Andre Pessego
 

Pepê, legal - eu acho que o nada é mais ou menos assim mesmo:
da inconstância, da dúvida, do vazio e até do arfando, bela descoberta, um abraço andre

Andre Pessego · São Paulo, SP 3/8/2007 20:25
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Pepê Mattos
 

Marcos,
obrigado pelo coment e pelo voto (acho, rsrs). Acho que poetizamos (tá certo com z?) o Nada porque sentimo-nos sobrecarregados com o Tudo que temos que ter para conseguirmos viver. Esse peso se torna insuportável aí... cometemos Poesia. Será?
Abraços

André,
continuando o que escrevi pro Marcos, nossa sede do Nada - esse Tudo no Nada disfarçado - nos faz conceber perguntas que ficam sem respostas... Escrevamos: um dia o Nada se revela. E o que faremos com ele?...
Abraços,

Pepê Mattos · Macapá, AP 3/8/2007 21:47
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Letícia L. Möller
 

Por vezes, tantas vezes, o Nada se revela eloqüente. É busca de sentido, tentativa de preeenchimento, construção de uma presença.
Gostei muito do poema.
Abraços.

Letícia L. Möller · Porto Alegre, RS 4/8/2007 07:50
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Patricia Moreira
 

Maravilhoso...fantástica a palavra, ela tem realmente a função de nos transportar ao que temos dentro de nós.. ou fora, vai saber. Votadissimo

Patricia Moreira · Vitória da Conquista, BA 4/8/2007 11:30
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Pepê Mattos
 

Talvez o Nada possa dar a resposta que nenhum ser humano possa dar. E isso não soa pretensioso. Não pode ser. Pelo menos, não deveria. E obrigado por ter gostado muito.
Abraços, Lê.

Adorei seu comentário, Patrícia. Certos textos (não necessariamente este) têm o dom de nos transportar para lugares pra nós antes impensáveis. E a gama de possibilidades de novos olhares que essa viagem traz embutida é algo indescritível. Depois do que você comentou li com outros olhos meu texto e dele depreendi novos resultados. Obrigado pelo voto.
Abraços.

Pepê Mattos · Macapá, AP 4/8/2007 21:17
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Lígia Saavedra
 

Olá Pepê!
Como hoje
a solidão não me preencheu
vim aqui te dizer nada.
Até!

Lígia Saavedra · Ananindeua, PA 5/8/2007 16:01
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Pepê Mattos
 

Rsrs... Tá bom, Lígia, mas saiba que seu "nada" é tudo pra mim.
Até mais. Apareça...

Pepê Mattos · Macapá, AP 5/8/2007 17:51
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carlos magno
 

Que belo poema amigo Pepê. Desculpe mas estive ausente por esses dias por motivo de trabalho. Meus sinceros aplausos e abraços.
Carlos Magno.

carlos magno · Rio de Janeiro, RJ 13/8/2007 18:29
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