Tens fome?
toma minha palavra e se alimenta
de sua imaterialidade: realidades de construir
pontes, estradas, vias de Ar & Mar sob sobre entre
pos
os caminhos de dentro,
desavessando do Sentir
para o Verbo
esse sangue que teima em escorrer Luz adentro.
Fonte,
quando não mata a sede
a poesia joga mais interrogações
no ventilador:
podem os pássaros
ensinar um coração cego e de pedra
a voar?
peixes elétricos iluminam com sóis artificiais as terras que nos
habitam?
quando é que aprenderemos com as flores
a esperar e ter paciência?!
Enquanto as respostas não chegam,
pega um garfo e uma faca, enche teu prato
com essas palavras desgarradas que fogem alucinadas
desse meu ínfimo íntimo e particular
Sonhar.
poesia escrita na página de As novas poesias estão amadurecendo no peito delas carregado.
Ola pssoa!!
Não fui convidado pro banquete das palavras.
Mais intro_metido aqui estou, ñ pude resistir,
a especiaria de preparo tão próprio, a sua maneira.
Ao ta_l(h)eres com reservas improvisei, degustei,
satisfeito com cuidado do gourmet no apresentar obra...
Tais me devend receita...rahaha
At +, 1 abrço.
Caro IN_visíVE(u)L&DIGI(O)talAmigo,
necessitas por acaso de convite? Tenho-o em conta como um raio de sol que ilumina e aquece e q ñ carece de pedir... licença?!! Colé?...
toma mais um pedaço desse meu peito, mais uma poesia para os que aqui pousarem as vistas...
==
um banquete de palavras sem palavras e especiarias atômicas perdidas em quanticidades ordinárias
escrita em Overmundo, dia 03.07.2008, em interação com o Overbrother(!!!) PIERROFXZ , de Lages/SC.(!!)
um banquete de palavras sem palavras
[...]
&
especiarias atômicas perdidas em quanticidades ordinárias
Especiaria vasta e vária
é a química do olho com a letra,
do sangue com a idéia,
da fome com o osso...
Desertisidões emprenham ventos,
vazios cheios de cheios vazios transbordam
e empurram essa minha palavra,
já tão gasta.
Sem pedir licença, a idéia chega qual raio-de-Sol
que de tão célere ilumina a noite toda a Lua perdida em 4
fases.
O peito aberto,
o coração à passarinha,
com todos os ossinhos do poeta pra fora
e poesia à tartar.
Sumo, sucos, sínteses, resumos, RE_sumus somos,
vínculo da carne à idéia que hemorrage
despejando seus rios em cima do sonho que nunca basta,
e quase sempre não chega,
enquanto as marés intumecem verdades
que são verdadeiros mares
que quando fermentam
se transformam em vinhos
e levam em torvelinhos a realidade p´ra beeeem longe!
==
GRANDE e fraterno abraço!!!
um pranto me queima a língua ávida
limpo os lábios gordurosos de saudades
faminta, saciada, desavisada
adorei!
Abç Flávia
Os sonhos dos poetas alimentam todo o imaginário alheio. muito bom.
Marcos Pontes · Eunápolis, BA 4/7/2008 16:57
Alimento-me sempre e, mesmo ao longe, participo do seu banquete, entre deuses, os deuses das palavras.
beijos
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