Com a espada afiada nas palavras,
Cravejada de brilhantes e espinhos,
Cortam a tirania mundo afora.
Atiram versos ao léu,
Vez por outra acertam o olho de um cretino,
O peito frio de um assassino,
O estomago de um racista,
O cérebro torto de um fundamentalista,
O coração alegre de uma amada despudorada.
Dão vida a vida,
Ressuscitam,
Todo dia,
Com o fervor dos loucos,
O que não merece fenecer.
Prosseguem nesta luta,
Pouco entendida,
Criando sentimentos,
Criando beleza,
Onde só há realeza
E cimento.
Frederico,
vc expôs muito bem
a nossa singularidade.
Alma, voz e palavras.
quase sempre a esmo.
bjs
Muito bom realmente é ótimo ver as palavras que formam a poesia como uma espada afiada que vem para quebrar preconceitos, derrubar cretinos, contestar fundamentalistas, por em questão os dogmas vigentes na sociedade, poesia como forma de contestação e defesa dos mais oprimidos. E também a poesia abre espaço para o eclodir de paixões. ótimo texto votado.
Robson Coelho · Trindade, PE 28/10/2008 14:25Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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