O silêncio
São como saraus de pensamentos,
Observam as corujas
Vigiam os ventos...
O reverso do espírito desanda em sentimentos...
Dá para ouvir o sussurro da noite...
Dá para ler letras miúdas...
Vidas miúdas...
Apresento-me: sou o silêncio
Pé ante pé, ponho os assentos. Miúdos.
Acentos nas vidas proparoxítonas dos seres augustos...
Corpos ímpios. Introvertidos. Procurando motivos.
A busca do destino leva até mim, razão das almas...
Calam as mazelas do mundo a caminho de suas celas...
Abre-se ao orvalho a rosa inaudita que adormece à
Janela...
Magnífica poesia! Imortal!!
Muito Agradecido, José
olá, josé.
muito obrigado.
abs.
Silêncio, prato principal da poesia!
Silêncio, aquilo que dá sentido a qualquer, qualquer melodia...
Excelente, Marcos!
obrigado, carlos.
um forte abraço,
Sábios são os poetas que sabem ouvir o silêncio. Gostei muito. Abraço.
Fabio Doná · Rio de Janeiro, RJ 20/1/2007 10:43
silêncio: preciso sorver mais ainda o poema.
...
Silenciar... saber parar de falar... que profundo!!
Amei suas palavras.
Parabéns.
saraus de pensamentos, corujas, ventos, sussurro da noite, razão das almas, orvalho das rosas.. silêncio.
metáforas louváveis, sensível.
silêncio.
lindo texto!
um abraço!
obrigado pelo comentário elogioso!
abraços,
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