O Bugre Véio defende a música, o som. Assim ou assado. Cruzado, de preferência.
Desde 2003, partindo da pesquisa da música regional, do compasso ternário e suas possibilidades, os integrantes foram “bugrando” o rasqueado até o toco, até o batuque que ninguém ouvia nele. Procuravam trabalhar de forma solta, com dois violões e percussão.
Já tocaram em várias casas noturnas, bares e em alguns Festivais, como o Festival da América do Sul e no Festival de Música Urbana do MS. Hoje o barraco abriga cinco: Giovani (vocal e violão), Vitor (percussão), Robertinho (guitarra), Adrian (baixo) e Diogo (bateria).
Sem pretensões pelo novo, pelo inédito (sem manifestos); mas pela música capaz de se comunicar com todos.
Sou Bugre véio!
Mais uma do bugre. Esquentando os tamborins para o lançamento do CD/EP
Viva la música Independente!
Beleza de trabalho regional, Bugre. Parabéns.
Carlos Magno.
Bota pra ferver! Bugre Véio, que o som tá D+.
Sander.
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